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Karine MotaDeus é Fiel! |
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December 19 Feliz Natal!Amados amigos que saudades!!! Devido alguns acontecimentos e a falta de tempo tem sido impossível visitá-los. Então resolvi passar por aqui e desejar a cada visitante e amigo um Feliz Natal e Ano Novo recheado de bênçãos... Beijos carinhosos da amiga de sempre...
Karine Mota ![]() Natal na presença de Deus...
'...Eu sou o Deus Todo-Poderoso, anda em minha presença e sê perfeito.' (Gênesis 17:1).
A paz do Senhor seja com você e com os seus hoje e eternamente.
O nosso Deus é tão maravilhoso que reserva pra nós sempre o melhor.
Ao pedir que andemos em sua presença, Ele está a nos oferecer completa alegria porque ainda que, por alguma razão nos encontremos entristecidos, quando estamos em sua presença, a tristeza é transformada e salta de prazer. (JÓ 41:22).
A alegria é fruto do Espírito Santo. (Gálatas 5:22). Ela deve ser constante em nossa vida, pois esta alegria que vem de Deus nos faz fortes para enfrentarmos as lutas do dia-a-dia. (Nemias 8:10).
Deus deseja que os nossos corações estejam continuamente alegres para que em nós haja sempre formosura e saúde. (Provérbios 15:13 e 17:22).
Quando estamos na presença de Deus e a sentimos, nos quebrantamos diante dele e Ele não nos despreza, antes nos ouve, nos toma em tuas mãos e nos refaz. (Salmos 51:17 e Jeremias 18:1-6).
Com o coração quebrantado na presença do Senhor, confessamos os nossos pecados e somos perdoados e purificados de toda injustiça. (I João:1-9).
A presença de Deus é tudo em nossas vidas por isso devemos priorizá-la, pois quando buscamos primeiro o seu reino, a sua presença, não precisamos nos preocupar com nada porque com certeza o Senhor proverá e nos acrescentará tudo aquilo que precisamos. E quanto mais nos deleitamos com a presença do Senhor em nós, Ele concede o desejo do nosso coração. (Mateus 6:33 e Salmos 37:4).
"Todos os dias temos provas da existência de Deus: a luz do sol, as flores no jardim...mas foi na noite de dezembro, a mais de 2000 anos atrás, que Ele se mostrou misericordioso conosco, colocando o Filho de Seu amor entre nós. Por isso espero que essa essência desta chama divina esteja sempre em seu coração e que ela traga um natal de paz e um ano novo de alegrias."
FELIZ NATAL!
September 12 Amados amigos / A Vontade de DEUS e seus sentimentos - Morris Venden![]() Amados amigos e visitantes, vim desejar a todos vocês com muito carinho, UM LINDO FIM DE SEMANA. Estou com saudades. Deus os abençoe sempre. Beijos carinhosos e até breve.
Karine Mota ************** A VONTADE DE DEUS E SEUS SENTIMENTOS Morris Venden Suponha que você recebeu pelo correio um cheque de algum multimilionário, preenchido em seu nome, com a quantia de dez mil dólares. Provavelmente você se sentiria muito emocionado, não é? Sentir-se-ia, igualmente, um pouco cético. Mas o cheque está preenchido, e efetivamente, se destina a você. Você se sente exultante e mostra-o aos amigos e vizinhos. Planeja como irá gastá-lo ou investi-lo ou economizá-lo para alguma ocasião futura. E finalmente chega o dia em que você está pronto a levá-lo ao banco e descontá-lo. Mas naquele dia você não está se sentindo muito bem. A emoção se esgotou. Você adoece de um resfriado e sua garganta está inflamada. Talvez você esteja se sentindo um pouco culpado, percebendo que não fez nada para merecer este presente de dez mil dólares. Talvez você ainda tenha a sensação de que isto é bom demais para ser verdade. Mas você vai ao banco e depois de estar na fila por alguns minutos, chega a sua vez no caixa. A esta altura você está se sentindo completamente indisposto. Mas você ainda tem dez mil dólares. O caixa e o banco não estão preocupados com seus sentimentos. Você pode estar alegre ou deprimido; isto não faz diferença. O fator decisivo quanto a se o dinheiro é seu ou não se baseia completamente no valor do cheque e na assinatura da pessoa que lho deu. Seus sentimentos são irrelevantes. O passo dois no conhecimento da vontade de Deus em sua vida e na compreensão de Sua orientação é mais uma advertência do que um processo real. É que você não deve se deixar guiar pelos sentimentos. Esta é uma advertência válida, porque muitas vezes a tentação consiste em fazer exatamente isto. Talvez quando você pela primeira vez começa a buscar a vontade de Deus sobre um assunto, tem uma "primeira impressão do que deveria ser Sua resposta. Mais tarde, se Sua resposta é protelada, é fácil ficar impaciente e desanimado. Mas você não deve confiar nem no primeiro impulso nem nas emoções instáveis que podem seguir-se quando se propõe tomar uma decisão especial. Os sentimentos jamais são um guia seguro". O grupo intitulado "Campus Crusade" (Cruzada Evangelística para Universitários) tem um pequeno diagrama que usam para ilustrar este ponto. Pintam uma locomotiva, um vagão carvoeiro e um vagão de freio. A locomotiva é rotulada de realidade. O vagão carvoeiro é a fé. O vagão de freio chama-se sentimento. Se você tentar dirigir um trem pelo vagão de freio, entra em dificuldades. É a locomotiva que deve puxar o trem. E afinal, a locomotiva pode fazer a viagem com o vagão de freio ou sem ele. Os sentimentos podem incluir muita coisa. Está você com medo de realizar algo especial? Vai isto contra seus gostos pessoais? Parece isto emocionante? Você acha que seria divertido? Parece que você não está qualificado para a tarefa? É isto precisamente o que você sempre quis? A lista poderia prosseguir infindavelmente. Os sentimentos, tanto bons quanto maus, vêm em muitas variedades. Um motivo por que este segundo passo é tão importante é que ao tentar compreender a vontade de Deus em sua vida é importante considerar todos os oito passos, e não apenas um ou dois. Os oito passos provêem um sistema de cheques e saldos. Você pode errar em um passo, mas os outros passos podem mostrar-lhe onde você errou. Afinal, a decisão é tomada à base do peso da evidência, não baseada em qualquer passo único. Mas a advertência está aqui incluída sob o passo dois porque este passo é talvez aquele que é o mais fácil de considerar-se completo em si mesmo. É uma importante advertência porque os sentimentos, tanto positivos quanto negativos, podem ser incentivos muito poderosos. Contudo se você tentar dirigir sua vida espiritual baseado nos sentimentos, achar-se-á em tanta dificuldade como se tentasse dirigir o trem pelo vagão de freio. Não leva você a lugar nenhum. Todavia, não devemos desconsiderar completamente os sentimentos. Um dos métodos pelos quais o Senhor nos comunica Sua vontade é através das impressões do Espírito Santo sobre o coração. As impressões e os sentimentos podem ser muito semelhantes, não é? Como sabe você a diferença entre simples sentimentos, o impulso do momento, e a convicção do Espírito em sua mente? Reconheçamos primeiramente que há alguns sentimentos que são pecaminosos e outros que não são pecaminosos. Os sentimentos pecaminosos podem incluir temor, paixão, dúvida, ira ou cobiça. Os sentimentos que não são pecaminosos podem incluir coisas como esperança, felicidade, cansaço, fome ou tristeza. O diabo gosta de operar através dos nossos sentimentos para afastar-nos de Deus. Se estamos nos sentindo alegres e otimistas, ele nos tentará levar isto a extremos e tornar-nos envolvidos em fanatismo ou presunção, correndo adiante de Deus. E se estamos nos sentindo desanimados e tristes, ele tentará despertar o temor e a desconfiança, para que venhamos a ceder às suas tentações. Você pode ver isto acontecendo no caso de Elias. Ele foi possuído de alguns sentimentos muito positivos no cume do Carmelo. Chegara o final dos três anos e meio de fome, e com ele a demonstração entre Deus e Baal. Deve ter sido para ele uma tremenda emoção quando o fogo chamejante desceu do céu, consumindo o sacrifício e o altar e a água ao redor. Sua fé era forte. Ele creu que Deus responderia a fim de vindicar a Sua própria honra e o Seu nome diante do povo. Mas que tremendos sentimentos devem ter se avolumado por todo o seu ser ao estar ali e testemunhar o ocorrido! Depois Elias tomou a dianteira no juízo sobre os 400 profetas de Baal, o que certamente exigiu muito esforço de seu sistema nervoso! Seu coração deve ter sido dilacerado de tristeza, horror e agonia ante a tarefa que foi levada a desempenhar. Em seguida ele foi ao cume da montanha e começou a orar por chuva. Esta não veio imediatamente como o fogo do céu, e Elias ficou cheio de desconfiança própria. Ficou ali no topo da montanha, esquadrinhando o coração e continuando a insistir em suas petições até que seu servo voltou e relatou sobre uma pequena nuvem no horizonte. Isto era tudo. Elias se levantou e correu adiante dos carros de Acabe todo o caminho de volta para a cidade - a primeira maratona! Quando Elias foi dormir naquela noite em um calmo canto fora dos muros da cidade com seu manto enrolado em torno de si, deve ter estado tão emocionalmente esgotado como nenhum outro poderia estar. Estava também fisicamente exausto. Seus sentimentos devem ter sido despedaçados durante todo aquele longo e memorável dia. Agora o diabo se apressou para tirar vantagem dos sentimentos que não eram pecaminosos, a fim de levá-lo a sentimentos que eram. Elias foi despertado abruptamente e alisado de que Jezabel estava a postos para tirar-lhe a vida. A esta altura seu cansaço, fome e tristeza se transformaram em temor. Ele cruzou a linha para o território do diabo. O temor obtém más notas nas Escrituras. Leia isto em Apocalipse 21:8. Os temerosos estão entre aqueles que terão o seu lugar no lago de fogo, juntamente com alguns companheiros muito sórdidos. Apesar da vigorosa fé que o havia sustido nas horas anteriores do dia, Elias agora deu lugar a cego pânico e se dispôs a salvar-se a si mesmo. Fugiu para o deserto, abandonando seu posto do dever, tentando escapar das ameaças de Jezabel. Estava tão desanimado que acabou pedindo a morte, pensando ser o único que havia ficado em Israel fiel a Deus. Que contraste entre o temeroso e fugitivo Elias e o Elias do cume do monte Carmelo que bradou às multidões: "Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O." I Reis 18:21. Assim uma indicação de que seus sentimentos são ou não procedentes da convicção do Espírito Santo ou da sua própria natureza humana deve ser examinada, levando-se em conta se os sentimentos são ou não pecaminosos. O Espírito Santo jamais conduzirá através de sentimentos pecaminosos, não seria seguro afirmar? Diz II Timóteo 1:7: "Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação." Outro aspecto a considerar, ao tentar determinar se os seus sentimentos são ou não simplesmente sentimentos, ou as impressões do Espírito Santo sobre o coração, é olhar para a diferença entre convicção e culpa. A culpa sempre procede do diabo. A convicção sempre provém do Espírito Santo. À primeira vista, estes dois podem parecer muito semelhantes. Mas a culpa sempre nos deixa desesperançados e desesperados. Quando o diabo nos assalta com a culpa, ele está tentando levar-nos a perder a esperança e a dar-nos por vencido, tentando levar-nos a concluir que o nosso caso é irremediável. Por outro lado, a convicção que procede do Espírito Santo vem com esperança e coragem para enfrentar o amanhã. Nunca nos deixa em desespero. O Espírito Santo jamais nos leva à condição de convicção e reconhecimento de nossa profunda necessidade da graça divina, sem também levar-nos além desta condição, à solução encontrada no sacrifício de Jesus e Sua justiça a ser aceita em nosso favor. O Espírito Santo traz convicção, jamais condenação. Outro fator a ser considerado ao tentarmos distinguir entre nossos próprios sentimentos e as impressões ou convicções do Espírito Santo é a questão de quem é o centro focalizado. Nossos sentimentos podem levar-nos a pôr os nossos interesses em primeiro lugar e focalizar nossa atenção sobre o que é melhor para nós. O Espírito Santo nos levará a fazer da glória e honra de Deus e das necessidades daqueles que estão ao nosso redor a primeira consideração. João Batista tinha fortes sentimentos contra estar na prisão de Herodes. Estava acostumado a espaços amplamente abertos, tendo liberdade de ir e vir como bem lhe aprouvesse. Estivera acostumado a uma vida de atividades. Não estava mais satisfeito com ser aprisionado no escuro cárcere do que teria estado eu ou você. Se ele tivesse posto suas necessidades em primeiro lugar, teria rapidamente se retratado de seus severos reprovações e recuperado a liberdade. Mas ele pôs de lado seus próprios desejos, porque a lealdade a Deus exigia que ele falasse a verdade com destemor e deixasse com Deus as conseqüências de tal fidelidade. Pôs em primeiro lugar a glória e a honra de Deus, e a despeito da solidão e isolamento de sua vida na prisão, ele foi capaz de dizer: "Convém que Ele cresça e que eu diminua.'' S. João 3:30". Podemos às vezes ser capazes de ver a diferença entre nossos sentimentos e as impressões do Espírito Santo aplicando o teste da razão e do juízo. Podemos ser capazes de raciocinar de causa para efeito, de reconhecer quando estamos especialmente cansados ou sofrendo dos efeitos de extremo estresse. E Deus quer que exerçamos o bom discernimento e o bom senso nas decisões da vida. Mas a razão e o juízo podem não ser suficientes. Algumas das ações mais insensatas de toda a Bíblia foram praticadas por aqueles que estavam mais intimamente sob o controle de Deus. O que dizer de Gideão, atacando o inimigo com cântaros e tochas e 300 homens? O que dizer de Jônatas e seu escudeiro enfrentando sozinhos todo um exército? O que dizer de Davi, trajando as simples vestes de um menino pastor, saindo desarmado para enfrentar o gigante Golias, que estava coberto de armadura da cabeça aos pés? Ou de Josué, tentando tomar uma cidade caminhando em círculos ao redor da mesma e fazendo soar as trombetas? Se estivermos sob o controle de Deus e em sintonia com a Sua direção de nossa vida, Ele pode às vezes levar-nos a fazer coisas que aparentemente estão em completo desacordo com o bom senso e o senso comum. Assim, embora a razão e o juízo devam ser considerados, eles jamais podem ser uma prova final em prol ou contra a orientação divina. Podemos ser capazes de distinguir entre os simples sentimentos e as impressões do Espírito Santo aplicando o teste do tempo. Se há tempo antes que a decisão deva ser tomada, pode ser de real valor "consultar o travesseiro" quanto a ela, a fim de dar tempo à oração e meditação para determinar a fonte dos impulsos. Mas mesmo o teste do tempo pode não ser adequado. Pode não haver tempo suficiente para dar tal teste! O que dizer de Finéias, quando Israel estava prestes a atravessar o rio rumo à Terra Prometida? O plano de Balaão para amaldiçoar a Israel alcançara êxito e a rebelião tinha se tornado tão difundida que um dos líderes de Israel veio para o acampamento em plena luz do dia acompanhado por uma prostituta moabita e a levou abertamente para sua tenda. Finéias, filho do sumo sacerdote, não foi para casa a fim de refletir sobre isto e certificar-se de que não estava sendo impulsivo. Dirigiu-se à tenda e traspassou a ambos com um golpe de sua lança! Maria Madalena, naquela noite no banquete de Simão, não tomou tempo para esperar até ao dia seguinte para ver se o impulso de ungir a Jesus estava ainda por perto. Se tivesse feito isto, a oportunidade de ungir a Jesus não mais teria estado disponível. Quando o Espírito Santo impeliu Maria à ação, ela obedeceu instantaneamente. Não podia explicar por que havia escolhido aquela ocasião para honrar a Jesus. Quando começaram as acusações, ela ficou muda. Mas Jesus reconheceu o seu ato de amor e fez uma interessante promessa concernente ao mesmo. Ele afirmou que onde quer que o evangelho fosse pregado, enquanto o tempo durasse, a história da ação de Maria também seria repetida - e só aqui se fala em mais tempo. Assim há certas coisas que podemos considerar quando tentamos verificar se nossos sentimentos são meramente sentimentos, ou se eles são inspirados pelo Espírito Santo. Podemos considerar se eles são sentimentos pecaminosos. Podemos estar cientes da diferença entre culpa convicção. Podemos verificar se o centro de atenções está em nós mesmos ou na honra e glória de Deus. Podemos aplicar o teste da razão e do juízo - em um ponto. Podemos admitir o teste do tempo - Quando há tempo para tal teste. Mas o maior auxílio no reconhecimento da diferença entre simples sentimento e a voz interior do Espírito é conhecer a Deus. Como notamos no capítulo anterior, de S. João 10, as ovelhas reconhecem a voz do Pastor e distinguem esta voz da voz de um estranho, porque elas O conhecem. Abraão conhecia a Deus. Havia passado tempo lá fora sob as estrelas, comungando com o Deus do Céu, enquanto o resto do seu mundo estava adormecido. Quando Deus veio a ele e lhe ordenou que deixasse para trás o seu país e a sua parentela e fosse a algum destino desconhecido, ele foi avante, porque reconhecia a voz de Deus de seus contatos anteriores. Não se deixou levar pelos sentimentos. Foi guiado pelo que sabia ser as instruções divinas. Perto do final de sua vida, quando chegou o tempo da prova suprema, ele foi incapaz de ir pelos sentimentos. Tudo em seu coração de pai resistia à ordem de oferecer Isaque em sacrifício. Todas as suas esperanças e sonhos, todas as promessas de Deus feitas no passado, argüiam contra tal plano. Mas ele conhecia a voz de Deus e, desconsiderando seus sentimentos, a despeito de quão fortes eram, ele agiu novamente de acordo com a palavra do Senhor. Como você sabe, Abraão ouviu corretamente a voz de Deus, e quando foi plenamente provado, também foi provido um glorioso livramento, dando uma lição que falará através de todo o tempo e a todo o Universo, do amor de Deus em enviar Seu Filho para morrer em nosso lugar. Assim, quando importa em conhecer a vontade de Deus em nossa vida, é importante não decidir simplesmente à base do sentimento. É importante considerar todos os passos no conhecimento da orientação divina. Mas a maior certeza, atrás de todos os métodos para saber se você está seguindo Sua direção, é conhecê-Lo - e Ele lhe esclarecerá o que inclui Sua vontade para você. Conhecê-Lo, e conhecer a Sua voz, é essencial, se quisermos ter a certeza de que não estamos sendo levados por meros sentimentos. ![]() August 27 Quando Jesus aparece nas coisas comuns - Carlos Eduardo Félix![]() Quando Jesus aparece nas coisas comuns
Carlos Eduardo Félix Hoje é um dia comum. Uma manhã comum. Um raiar de sol comum. Muitos se levantam e vão para seus trabalhos comuns, mas nem tudo é tão comum para todo mundo. Deixe-me levá-lo a uma cidade ao sudeste de Nazaré chamada Naim, onde o comum passou à distância e o milagre passou por perto. Jesus sempre foi uma pessoa comum. Seu nome era comum, pois o nome Jesus era tão popular quanto Antônio ou Francisco nos dias de hoje. Sua vida era uma vida comum nos fundos de uma carpintaria, e tão pacata que ele poderia tirar uma soneca logo após o almoço. Jesus tinha amigos comuns, pais comuns, morava em uma casa comum em um mundo totalmente comum. Até que um dia Jesus foi convidado para um casamento comum. Lá, como não era comum, faltou vinho. “Eles não têm mais vinho” disse Maria, a mãe de Jesus. Então Jesus, das coisas comuns, fez o que não era comum às pessoas fazerem. Ele virou água em vinho. Incomum? Sem dúvida. Mas não é isso que Jesus adora fazer? Não foi isso que ele fez na cidade de Naim? Enquanto uma mulher contemplava o rosto pálido e frio de seu filho em um esquife, ela chorava. Ela tinha amado aquele filho com todo amor que uma pessoa pode ter por outra. Durante nove meses ela o carregou em seu ventre, seguro, aquecido e amado. Durante meses ela agüentou dores nas costas, noites mal dormidas, enjoou da sua comida favorita, deixou de usar seus vestidos mais charmosos. Durante meses ela viu a mudança em seu corpo e em sua vida. Mas ela amou cada minuto. Ela amou cada chute em sua barriga, e depois cada fralda trocada, cada noite de sono perdido e tardes explicando a tarefa escolar. Ela amou o seu filho com todas as suas qualidades e defeitos. Ela o amou e nada mais. Porque o que ela tinha era ele e nada mais. Agora aquele sorriso acabou, aquele brilho no olhar se extinguiu, aquela voz suave silenciou, porque aquele filho morreu. Durante todo esse tempo ela o acompanhou em sua vida e agora ela ia acompanhá-lo em sua morte. Lucas, que escreveu sobre aquele momento diz “...Estava saindo o enterro do filho único de uma viúva...”. O que estava sendo carregado para o sepulcro naquele dia era muito mais do que seu filho, era seu protetor, seu provedor e sua linhagem. Era tudo que ela tinha, e tudo que ela podia esperar que teria nesta vida. Para quem observava a passagem daquele cortejo funeral, era um dia comum, um momento comum, um funeral comum. Mas não ia ficar assim por muito tempo. Lucas conta “Ao vê-la, o Senhor se compadeceu dela e disse: ‘Não chore’.” Você diria isso para uma mãe que acabara de perder seu único filho? - “Não chore.” Você ousaria dizer estas palavras para um pai que acabara de perder sua família em um acidente? Você teria coragem de ir a um cemitério e dizer às pessoas para não chorarem? Creio que não. E nem eu. Mas, Jesus virou para o corpo daquele filho e disse “Jovem, eu lhe digo, levante-se!” O filho morto sentou-se e começou a conversar, e Jesus o entregou à sua mãe. Espere aí! Morto não se senta e nem tampouco conversa com alguém. Comum? Pode apostar que não. O incomum? Ele se chama “Jesus”. Temos um Jesus comum, mas que se faz incomum para chamar a sua atenção. Não foi isso que ele fez no casamento na Galiléia? Não foi isso que ele fez com a viúva de Naim? E com Lázaro, com o cego de Jericó, com a mulher adúltera, com Pedro andando sobre as águas e o mais incomum de todas as coisas – no Calvário quando o único filho de Deus foi morto por sua própria criação. Comum? Não. Jesus não foi comum quando se tratava de amor. O amor dele é fora deste mundo. É além da eternidade. É mais poderoso que a própria morte. E o que fazer quando o carpinteiro aparecer nas coisas que parecem comuns? Sorria. Pois, é em lugares assim, que um carpinteiro chamado Jesus gosta de aparecer. ![]() August 06 Queridos amigos / Conselhos Para PaisQueridos amigos,
Obrigada pelo carinho, emails, visitas, apoio, bem por tudo... Ainda vou ficar mais um pouquinho ausente. Fico com o coração apertado por não poder visita- los. Logo estarei de volta!!! Amo vocês!!! Beijos no coração de cada um. DEUS os proteja e os guarde com sua destra. ![]() Conselhos Para Pais
Charles Swindoll 1. Resista à tentação de dar coisas ao invés de dar de si mesmo - nossa presença, nosso envolvimento pessoal. Prover para a família é bíblico e temos um dever de providenciar para nossos filhos. 1 Tim. 5:8 chama aquele que fracassa em prover para sua família "pior que o descrente". Mas a tentação à qual estou me referindo vai além das necessidades básicas. É a batalha entre brinquedo versus tempo. Às vezes o pai deseja tentar compensar as longas horas que ele passa ausente com coisas materiais, ao invés de estar "lá" quando precisam dele. Não tem como substituir sua presença, seu tempo em: - festas da escola; - ajudar no dever de casa, quando há necessidade; - assistir o jogo quando o filho está competindo; - estar por perto, quando ele está aprendendo a jogar bola ou quando ela quer ajuda para fazer um desenho ou armar uma pipa. * Jesus veio aqui nos mostrar o amor de Deus pelos seus filhos. O que foi que Jesus deu aos seus discípulos? Roupas? Bens? Dinheiro? O que Jesus mais deu a seus discípulos foi seu tempo. Mat 28:20 "E eis que estou convosco todos os dias …." Vamos ver nessas seis dicas que Jesus tratou seus discípulos como nós pais devemos tratar nossos filhos. 2. Não dê o melhor no trabalho e apenas o que sobrar em casa. Todos nós temos limites de energia, entusiasmo, idéias, humor, e paixão pela vida. É fácil para os pais usar todas essas coisas no trabalho, deixando quase nada para o final do dia. Resultado, a esposa e os filhos recebem só os restos. Pais, nossas famílias merecem mais! Se você não reservar parte da sua energia e força para sua família, você chega lá no final do dia cansado, irritado e sem disposição para "dar" mais nada! Vamos ser homens que pensam primeiro no bem estar de nossas famílias. Vamos conservá-las como a prioridade nas nossas vidas. Vamos preservar o melhor que temos para nossas famílias. * Jesus ensinou muitas pessoas, às vezes milhares. Ele teve que enfrentar inimigos decididos a matá-lo. Mas, Jesus sempre guardou o melhor dele mesmo para seu tempo com seus discípulos. A passagem mais famosa nos ensinamentos de Jesus, o "Sermão do Monte" é direcionada não às multidões, mas aos discípulos. Em Mateus 5:1-2, quando Jesus viu o tamanho da tarefa diante dele, quando ele tinha muito trabalho a fazer, ele se dedicou a ensinar aqueles poucos que Deus tinha dado especialmente a ele. João 17 mostra o apego especial que Jesus tinha para com esses discípulos: João 17:6-9 "Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo. Eram teus, tu mos confiaste, e eles têm guardado a tua palavra. Agora, eles reconhecem que todas as coisas que me tens dado provêm de ti; porque eu lhes tenho transmitido as palavras que me deste, e eles as receberam, e verdadeiramente conheceram que saí de ti, e creram que tu me enviaste. É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus…" … v. 12 Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura." Jesus olhou para estes homens como uma dádiva preciosa de Deus. E nós ainda mais, devemos olhar nossos filhos assim! Jesus se esforçou para guardar, para preservar e para não perder nenhum. Vemos o carinho, a afeto que Jesus tinha para com seus discípulos. É verdade que Jesus não se casou, não teve filhos, nunca foi "pai" enquanto esteve aqui na terra. Mas, dizer que ele não sabia como um pai sente é esquecer que, se ele e Deus são um, então ele sente o que um pai sente. É assim que Deus quer que nós pais sintamos para com nossos filhos. 3. Ao invés de dar "sermões" sobre tudo que precisa mudar em seus filhos, que tal dar um bom exemplo através de uma atitude de escutar e aprender com a família. Tiago 1:19: "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar." Quando as coisas fogem do controle em casa, temos a tendência natural de inverter a ordem do que Tiago disse. Primeiro, ficamos com raiva. Daí gritamos (sempre a mesma coisa…"Quantas vezes eu tenho que lhe dizer para não mexer com a antena da televisão quando estou vendo o jogo…!!!.). Finalmente, nós ouvimos. Quando isso acontece, nós perdemos o mais importante. Nossos filhos podem parar. Pode ser que eles olhem para nós. Mas eles não estão ouvindo. Eles se calam. Eles param. Eles nos temem, mas, eles não nos respeitam. Nossa casa não é uma extensão do nosso escritório ou sala de trabalho. Sua esposa e filhos não são seus empregados. Talvez consigamos respeito automaticamente onde trabalhamos; mas em casa precisamos ganhá-lo à moda antiga: através de nosso exemplo. O difícil não é dominá-los, mas dominar a nós mesmos, e ganhar a luta contra nosso próprio temperamento. Em Lucas 9:46 Jesus viu os discípulos discutindo quem era maior. Talvez dois anos mais tarde a mesma discussão começa na hora da última ceia em Lucas 22:24 Suscitaram também entre si uma discussão sobre qual deles parecia ser o maior. 25 Mas Jesus lhes disse: Os reis dos povos dominam sobre eles, e os que exercem autoridade são chamados benfeitores. 26 Mas vós não sois assim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve. 27 Pois qual é maior: quem está à mesa ou quem serve? Porventura, não é quem está à mesa? Pois, no meio de vós, eu sou como quem serve. Qual a atitude de Jesus? Gritos? Desespero? Frustração? Jesus falou as mesmas palavras, com a mesma paciência que tinha falado dois ou três anos antes. Jesus lembrou os discípulos de seu exemplo. Como pais, não podemos ter exemplo melhor do que Jesus. Vamos tratar nossos filhos com a mesma paciência com a qual Jesus tratou seus discípulos. E, quem sabe, eles acabam um dia sendo igual àqueles mesmos discípulos do Mestre Jesus. 4. Vamos não exigir a plena perfeição dos nossos filhos. Nós pais às vezes exigimos demais, não é? Às vezes esperamos que nossos filhos sejam quase perfeitos em tudo. Se um terço dos chutes contra a rede de um jogador resultarem em gol, isso é o que? É um ótimo resultado! De fato, se ele mantiver essa marca, será um sucesso no campeonato. Mas nós muitas vezes esperamos demais de nossa esposa e filhos, como se todos os chutes deles tivessem que resultar em gols. Seu filho vai ter notas baixas, ele vai ter brigas com colegas. Ele vai esquecer de lhe dar um recado importante. Mas, tenha cuidado em como você reage às falhas dele. Col 3:20 "Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados." Uma criança irritada é alguém que não consegue saltar alto o suficiente, graças a um pai exigente, que por ignorância pensa que ser um bom técnico significa estar sempre subindo a barra. Já vimos na vida de Jesus como ele foi paciente com as falhas de seus discípulos. Não podemos esquecer que ele continua paciente para conosco. Devemos ter cuidado não somente no julgamento dos outros, mas de nossos filhos também: Mat 7:2 "Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também." 5. Resista à tentação de encontrar intimidade ou prazer fora da sua casa. Graças à nossa habilidade de racionalizar, nós homens podemos nos envolver nos casos mais ridículos que alguém pode imaginar. Eu já ouvi diversas estórias. Eu também já escutei os filhos dos adúlteros depois do ocorrido, que nunca conseguiram compreender, que sofrem mais do que podemos descrever, que carregam cicatrizes permanentes. O charme da paixão sedutora é incrivelmente forte, capaz de cegar até os santos. A tentação pode ser o suficiente para fazer um pai esquecer por um momento até sua família. O desejo pode fazê-lo menosprezar as conseqüências devastadoras do seu pecado. Mas, há conseqüências e elas podem destruir não somente sua família, mas seus filhos também. ** É por isso que eu sugiro que os pais carreguem consigo uma foto da sua família, e que a olhem com freqüência. É difícil ter fantasias sexuais enquanto se olha para os rostos sorridentes e crédulos dos seus familiares. Qual a atitude de Jesus perante as tentações que ele enfrentou? João 17:19 "E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade." Jesus se manteve puro e se negou, porque era certo e justo. Mas, também sabemos que ele fazia isso pensando nos seus discípulos e na importância disso para eles. 6. Assuma seu papel de líder espiritual da sua família. Sua esposa e filhos desejam que você os guie espiritualmente. Os filhos adoram saber que seu pai ama a Deus, anda com Deus e fala sobre Deus. Nunca esqueça seu valor como líder espiritual da família. Deut 4:10-11 Reúne este povo, e os farei ouvir as minhas palavras, a fim de que aprenda a temer-me todos os dias que na terra viver e as ensinará a seus filhos. Então, chegastes e vos pusestes ao pé do monte; e o monte ardia em fogo até ao meio dos céus, e havia trevas, e nuvens, e escuridão. Deut 6:1-7 Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o SENHOR, teu Deus, se te ensinassem, para que os cumprisses na terra a que passas para a possuir; para que temas ao SENHOR, teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida; e que teus dias sejam prolongados. Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Está pronto para um desafio? Comece a passar tempo com Deus, torne-se num homem de oração, ajude sua família a saber o quanto você ama a Cristo e deseja honrá-lO. Por que não começar hoje? Vamos lá, é um dos maiores presentes que um homem pode dar a sua família. E, não há dia melhor para começar do que no seu dia. Painho, Obrigada por sempre esta ao meu lado mesmo nos momentos em que é difícil aceitar minhas decisões... Obrigada por confiar em mim, mesmo que pra isso algumas vezes o senhor teve que engolir seu orgulho ou passar por cima de seus princípios pra ficar do meu lado... Obrigada por ser simplesmente meu PAI... Eu te amo demais... Karine Mota
July 12 O poder de Deus na fraqueza.![]()
O poder de Deus na fraqueza.
Lembrem-se... KGMC
June 22 Simplesmente Como Jesus
Simplesmente Como Jesus ![]() June 11 As Promessas de Jesus - Dennis Downing.![]() As Promessas de Jesus
Dennis Downing João 14:1-3 Jesus disse: —Não se abalem! Continuem confiando em Deus e continuem confiando em mim. ?Na casa de meu Pai há muitos cômodos. Se não fosse assim, eu já lhes teria dito, pois vou preparar um lugar para vocês. ?Depois de ir e preparar lugar para vocês, eu voltarei. Então levarei vocês comigo, para que possam estar onde eu estiver. v. 3 Depois de ir e preparar lugar para vocês, eu voltarei. Então levarei vocês comigo, para que possam estar onde eu estiver. Jesus fez várias promessas durante sua vida. Ele prometeu perdoar nossos pecados. Jesus prometeu nos dar uma nova vida. Ele prometeu dar a seus seguidores o Espírito Santo. Jesus fez várias promessas boas para nós. Mas, também, ele fez várias promessas sobre ele mesmo. Ele prometeu que certas coisas iriam acontecer com ele. Só que, a maioria destas promessas envolvia coisas terríveis, de muita dor e sofrimento. Jesus prometeu que seria traído. Lc 22:22; Mc 14:18 Jesus prometeu que seria escarnecido, ultrajado, que iriam cuspir nele. Lc 18:32 Ele prometeu que seria açoitado. Mt 20:19 Jesus prometeu que seria crucificado. Mt. 26:2 Se você parar para pensar, estas promessas são promessas estranhas. Normalmente prometemos coisas boas. Você promete brincar com seu filho depois do almoço no sábado. Você promete a sua esposa que vai concertar aquela porta ou janela quebrada. Você promete a seu chefe que vai alcançar aquela meta. Você promete a sua mãe que vai conseguir aquela nota na escola. Você promete a seu amigo devolver aquele dinheiro emprestado. Normalmente, promessas são de coisas boas. E, quando prometemos coisas ruins – é para os outros. Um menino na escola leva um tapa de um colega. Ele promete se vingar. Um homem é insultado por outro. Ele promete dar o troco. Uma mulher é ofendida pela vizinha. Ela promete “Você vai pagar por isso.” E assim vai. ... Quando nós fazemos promessas de coisas ruins, de sofrimento, de fazer alguém “pagar” – é para os outros. Prometemos que quem vai sofrer é o outro. Mas, não foi assim com Jesus. Jesus prometeu coisas duras, de muito sofrimento para si mesmo. Note como Jesus fez cumprir todas essas promessas. Jesus prometeu que seria traído, Marcos 14:18Quando estavam à mesa e comiam, disse Jesus: Em verdade vos digo que um dentre vós, o que come comigo, me trairá. Já pensou? Jesus prometeu – “eu vou ser traído por um de vocês.” Ele estava falando com seus inimigos? Eram pessoas que ele havia prejudicado? Não. Eram seus melhores amigos. Você já foi traído por um amigo ou parente? É uma das piores sensações que um ser humano pode sentir. Essa promessa de Jesus foi cumprida? Sim. Jesus foi traído por Judas Iscariotes, um dos seus amigos, um homem da confiança dele. Jesus prometeu que seria zombado e insultado, Luc 18:31-32 Tomando consigo os doze, disse-lhes Jesus: Eis que subimos para Jerusalém, e vai cumprir-se ali tudo quanto está escrito por intermédio dos profetas, no tocante ao Filho do Homem; pois será ele entregue aos gentios, escarnecido, ultrajado e cuspido; A versão Fácil de Ler diz “estes vão zombar, insultar, e cuspir nele” Alguém já zombou de você? Já foi insultado alguma vez? Alguém já cuspiu no seu rosto? Imagine você prometendo aos seus melhores amigos – tudo isso vai acontecer comigo na próxima Sexta Feira. A promessa foi cumprida? Sim. Jesus foi traído, entregue aos líderes religiosos. Estes bateram em Jesus e zombaram dele. Depois o entregaram à tropa de choque dos soldados Romanos. Estes cuspiram no seu rosto e bateram mais nele. Foi uma promessa de muito sofrimento e dor. Mas, Jesus cumpriu esta promessa. Jesus prometeu que seria açoitado, Mat 20:19 E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado Jesus prometeu que seria açoitado. Os judeus tinham uma lei que um homem só podia levar 40 açoites. Os Romanos não tinham esse limite. Relatos de historiadores como Josefo informam que algumas pessoas morreram ao serem açoitados, de tão severo que era esse castigo. Os Romanos usaram um açoite de três tiras de couro. Cada tira de couro tinha pedaços de osso, ferro, ou pedra. Estes pedaços serviam como estiletes para arrancar pedaços da pele da vítima. Às vezes, até os órgãos da vítima ficavam expostos. A maioria das pessoas que assistiram o novo filme “A Paixão” concordam que a pior parte é a dos açoites que Jesus levou. No final, toda a área dos ombros, das costas, da região lombar do Filho de Deus, é uma massa de pele rasgada e sangrenta. Sabe a palavra em grego para açoitar? É a palavra “mastigoo” Esta palavra lembra alguma palavra em português? Que tal “mastigar”? Pois é isso que o açoite fazia com a pele do homem. Jesus prometeu “Eu vou ser açoitado.” E, ele foi. Mais uma promessa de Jesus cumprida. Uma promessa de sofrimento e dor intensa – só para ele mesmo. Mas, Jesus cumpriu. Jesus prometeu que seria crucificado, Ainda em Mat 20:19 lemos “E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado” Só no Evangelho de Mateus, Jesus prometeu duas vezes que seu caminho era o caminho da cruz. Outras duas vezes ele prometeu explicitamente que seria crucificado em Jerusalém. E Jesus cumpriu esta promessa cruel e bárbara. Ele foi até a cruz. Os Romanos tinham o costume de quebrar as pernas dos homens crucificados para apressar a morte. Jesus agonizou durante horas, tentando elevar o corpo com as pernas para respirar, raspando suas costas açoitadas na madeira e rasgando mais ainda suas mãos e pés. Mais uma promessa de Jesus cumprida. Promessas de dor. Promessas de sofrimento. Promessas de crueldade. Tudo isso Jesus prometeu que ele passaria, ele mesmo. E ele cumpriu. Jesus prometeu sofrimento para si mesmo para nos poupar, Você esperaria que as promessas de crueldade, de dor e sofrimento de Jesus seriam reservadas para seus inimigos. Mas, não. Jesus reservou as piores promessas para si mesmo. Por que? Para que ele pudesse reservar o melhor para nós. Para que ele pudesse prometer a nós – “Estou indo preparar um lugar para você. E um dia eu voltarei.” (João 14:3) - Um dia voltarei para levar você para ficar no Paraíso comigo para sempre. A promessa de um pai Em 1989 um terremoto sacudiu o país da Armênia. O terremoto durou apenas 4 minutos, mas, foi tempo suficiente para arrasar a nação, matando 3,000 pessoas. Logo que terminou o tremor de terra, um pai correu para a escola primária para buscar seu filho. Para surpresa dele o prédio havia desabado nivelando-se ao solo. Olhando aquele monte de tijolos, pedras e ferros torcidos, o pai lembrou-se da promessa que fizera ao filho: "Aconteça o que acontecer, estarei sempre perto de você". Motivado pela promessa ao filho, o homem localizou a área onde ficava a sala de aula e começou a remover os escombros. Vários outros pais chegaram, chorando por seus filhos; "É tarde demais", diziam. "Eles estão mortos. Nada mais pode ser feito". Até mesmo a policia tentou impedir o homem. Mas o pai prosseguiu na busca. Escavou 8 horas, 16, 32, 36 horas. Suas mãos sangraram. Ele ficou exausto, mas não desistiu. Finalmente, depois de 38 horas exaustivas de trabalho ele afastou uma grande viga de concreto e começou a chamar por seu filho, "Arman! Arman!" Do meio dos escombros seu filho respondeu, "Papai, estou aqui!" O menino acrescentou uma frase que soou aos ouvidos do pai como a mais preciosa do mundo: "Eu falei aos outros meninos que não se preocupassem. Falei que se você estivesse vivo, você viria me salvar, e que, depois que eu fosse encontrado, eles também seriam salvos. Você me prometeu: 'Aconteça o que acontecer estarei sempre perto de você'" Deus também nos fez a mesma promessa. Ele nos deu a seguinte garantia: "Voltarei..." [1] O que as promessas de Jesus significam para nós, A terra pode tremer. O mundo pode desabar. Mas, Jesus voltará. Nas nossas vidas os terremotos têm vários nomes: Traição. Tumor. Desemprego. Câncer. Divórcio. Demissão. Drogas. Bebida. Penitenciária. Atropelamento. Assassinato. Enterro. Basta ler as manchetes para saber o que pode estremecer uma vida. Basta vir ao culto de oração de uma igreja como esta e escutar os pedidos de oração, para ver as vidas que foram sacudidas. Um pai, um homem como eu ou você, prometeu a seu filho. "Aconteça o que acontecer, estarei sempre perto de você". Graças a Deus ele pôde cumprir aquela promessa. Graças a Deus ele não desistiu de cavar até que encontrou seu filho. Mas, às vezes homens fazem promessas e não cumprem. O chefe promete “Sua vaga está garantida.” No mês seguinte você recebe o recado que foi demitido. O filho promete “Mãe, nunca vou usar drogas.” E, aos 16 anos ele é preso por tráfico de maconha. O marido promete honrar sua esposa e se conservar exclusivamente para ela enquanto estiver vivo. Com sete anos de casamento ela descobre que ele tem uma amante. Nós fazemos muitas promessas. Mas nem sempre as cumprimos. Por isso a gente se pergunta, eu devo confiar nas promessas de Jesus? Posso confiar nele? Ou, será que ele vai me trair também. Os piores sofrimentos possíveis que um ser humano podia passar, Jesus prometeu para si mesmo. E, todos estes, ele cumpriu. Ele passou por tudo isso por causa do grande amor dele por mim e por você. E, porque Jesus é fiel nas promessas. É natural que duvidemos das promessas de homens. Alguns prometem a lua e nos deixam na mão. Mas, Jesus é diferente. Ele prometeu tudo do pior para si mesmo. E, ele cumpriu. Por que ele passou por tudo isso? Porque era a única maneira de perdoar nossos pecados. Jesus fez isso por nós. Se Jesus foi fiel em tudo isso, ele não será fiel na promessa dEle de um dia voltar para você? Jesus já cumpriu o pior. Jesus já sofreu tudo por nós. João 14:3 “Depois de ir e preparar lugar para vocês, eu voltarei. Então levarei vocês comigo, para que possam estar onde eu estiver.” Creia em Jesus. Confie na promessa dele. Se ele prometeu todo aquele sofrimento para si e cumpriu, certamente ele vai cumprir as promessas boas que ele fez para nós. O que é que nos falta? Para algumas pessoas, só falta uma coisa – dizer para Jesus “Eu quero receber suas promessas para mim.” “Jesus, eu quero ir com você para o Paraíso, para o céu.” Nós fazemos isso com as nossas bocas. Mas precisamos fazer isso também com as nossas vidas. Precisamos seguir-lo na morte e na ressurreição. Isto ele nos permite fazer através do batismo. Precisamos permanecer nEle. Isso ele nos permite fazer na Igreja. Creia em Jesus, confie nEle. E seja o que for que falta para você receber as promessas dEle, não demore mais. Venha para Ele hoje! Jesus prometeu “Eu voltarei” Venha para ele, ainda hoje. E, um dia ele voltará para buscar você! [1] Adaptado de uma história em Max Lucado Quando Cristo Voltar.
May 19 COMO FICAR CHEIO DO ESPÍRITO SANTO - Billy Graham![]() Retirado do Livro
O PODER DO ESPÍRITO SANTO Billy Graham COMO FICAR CHEIO DO ESPÍRITO SANTO Freqüentemente pessoas me perguntam: "Como posso ficar cheio do Espírito?" Nós recebemos a ordem de ficar cheios, mas como vamos obedecer? Como a presença e o poder do Espírito Santo podem se tornar reais em nossa vida? Este é o ponto-chave do problema. Tudo que eu disse até aqui sobre ficar cheio do Espírito será somente um artigo interessante, sem relação direta com nossa vida, se não fizermos nós mesmos a experiência: ficar cheio do Espírito. É interessante que em nenhum lugar a Bíblia nos dá uma fórmula clara e concisa de como ficar cheio do Espírito. Eu creio que isto é assim porque a maioria dos crentes do primeiro século não precisavam que alguém lhes dissesse isto. Eles sabem que a vida normal do cristão é uma vida cheia do Espírito. O fato de nós estarmos tão confusos sobre este assunto hoje em dia é uma prova triste do baixo nível espiritual da nossa vida. Apesar de a Bíblia não dizer muita coisa sobre este assunto, quando tomamos o Novo Testamento como um todo sobrarão poucas dúvidas em nossa mente sobre o que significa ter uma vida cheia do Espírito, ou como ela pode se tornar real em nós. Eu creio que o ensino do Novo Testamento sobre como ficar cheio do Espírito Santo pode ser resumido em três expressões: compreensão, submissão e andar pela fé. Compreensão O primeiro passo para ficar cheio do Espírito é compreensão; há certas coisas que nós precisamos saber e compreender - verdades que Deus revelou em Sua Palavra, a Bíblia. Algumas destas verdades já foram mencionadas, mas vamos recapitulá-las para ter certeza de que as sabemos bem. Quais são elas? A primeira verdade que precisamos compreender é que Deus nos deu o Seu Espírito Santo, e que Ele mora em nós. Se eu aceitei a Cristo como meu Salvador, o Espírito de Deus habita em mim. Lembre-se - eu não preciso necessariamente sentir Sua presença, mas isto não quer dizer que Ele esteja ausente. Precisamos compreender que Sua presença é um fato. Deus prometeu que o Espírito viveria em todos os que pertencem a Cristo, e Deus não pode mentir. Nós aceitamos este fato pela fé. Também devemos compreender que Deus ordena que nós fiquemos cheios do Espírito. Isto significa que é Sua vontade que você fique cheio - e recusar-se a ser cheio é agir contra a vontade de Deus. É uma ordem Sua, e por isso é Sua vontade. Talvez assim fique ainda mais claro: Deus quer nos encher com Seu Espírito. Isto é algo maravilhoso para mim. Deus não nos dá uma medida cheia do Espírito resmungando ou de má vontade. Não, Ele quer que nossas vidas sejam controladas e guiadas pelo Espírito Santo. "Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo aos que lho pedirem" (Lucas11:13). Se você não está cheio do Espírito, tenha certeza de que não é porque Deus não quer. A culpa é totalmente sua. Isto nos leva a outro ponto que devemos compreender, que é a presença do pecado em nossa vida. O que é que bloqueia a atuação do Espírito em nossa vida? É o pecado. Antes de podermos ficar cheios do Espírito Santo, temos de resolver honesta e completamente todos os pecados conhecidos em nossa vida. Isto pode ser doloroso, quando nos dispomos a encarar coisas que temas escondido ou nem mesmo reconhecido em nossa vida. Mas sem uma purificação dos pecados não podemos ficar cheios do Espírito, e o primeiro passo para a limpeza é reconhecer a presença do pecado. A maioria de nós deve, uma vez ou outra, ter feito a experiência de ter canos entupidos em casa, de modo que a água só saía a conta-gotas, ou cessava de todo. Onde eu moro, no norte da Califórnia, raramente fica bem frio, mas eu me lembro de uma vez em que a temperatura desceu abaixo de zero. Apesar de os anos que trazem a água da fonte na montanha estarem bem fundo abaixo da terra, eles congelaram totalmente. Tivemos de cavar a terra dura e esquentar uma junta do cano com um maçarico, para derreter o gelo. O pecado em nossa vida é como este gelo - nossa vida espiritual foi "congelada" por um mundo hostil. Só há uma solução: arrepender-se, para abrir o bloqueio e restaurar a fluência do Espírito. Todos nós sabemos que o "endurecimento das artérias" (arteriosclerose) é uma das doenças perigosas que matam grande parte das pessoas. As artérias vão ficando entupidas com substâncias que ainda confundem os especialistas. Eles ainda não sabem como desentupir estas artérias, de maneira que o sangue possa fluir livremente de novo. A solução mais comum é "fazer um desvio", mas as opiniões dos médicos divergem sobre este método. Em muitos países são gastas grandes somas todo ano em pesquisa médica, para descobrir uma substância química que desobstrua as artérias e livre da morte milhões de pessoas. Nossa vida, da mesma forma, precisa da substância que é o sangue de Cristo para desentupir canos ou artérias em nó, para que a seiva vital possa fluir por eles. O pecado é o grande obstáculo, e o sangue de Cristo é o potente agente de limpeza, quando aplicado em arrependimento e fé. Às vezes novos crentes ficam confundidos ao descobrir que ainda são pecadores e que não só continuam sendo tentados, mas até cedem à tentação. Na verdade isto não deveria nos surpreender, porque a velha natureza de pecado ainda está em nós. Antes de alguém vir a Cristo, só uma força está atuando dentro dele, a velha natureza carnal. Quando aceitamos a Cristo, o Espírito Santo vem morar em nossa vida, e agora há duas naturezas atuando em nós: a natureza pecaminosa que quer que nós vivamos para o "eu", e a nova natureza espiritual que quer que nós vivamos para Deus. A questão é: Qual destas naturezas decidirá nossas ações? É por isto que é tão importante ser cheio do Espírito. Se o Espírito não controlar nossa vida, a velha natureza pecaminosa nos dominará. A atuação do Espírito estará bloqueada enquanto permitirmos ao pecado que fique. Portanto, temos de acabar com o pecado em nossa vida para saber como é ser cheio do Espírito. Isto não é fácil, por diversas razões. Uma, que pode ser muito penoso encarar o pendo. Geralmente a raiz dos nossos pecados é o orgulho, e nosso orgulho fica profundamente ferido quando admitimos honestamente, diante de Deus e diante dos homens, que não somos tão bons como pensávamos que fôssemos. Também é difícil acabar com o pecado porque (como veremos adiante) não é suficiente conhecer o pecado, mas temos de nos arrepender dele. Alguns de nós possivelmente estão escondendo pecados, tolerando-os, não querendo deixar deles. Como o jovem rico legalista, em Marcos 10, nós queremos o que Jesus nos oferece, mas queremos ainda mais nos apegar a nosso pecado. Ainda há outra razão que dificulta a extirpação do pecado do nosso coração, que é muito simples: o pecado nos cega espiritualmente, e ficamos cegos principalmente quanto ao horror do pecado. Não vemos o quanto ele penetrou em cada área do nosso ser, e como infeccionou tudo que dizemos, fazemos e pensamos. É muito fácil confessar os pecados que podemos ver claramente, mas pode haver muitos outros pecados, que não estamos veado, e que nos impedem até mais diretamente de andar com o Senhor. Esta é a razão de a Bíblia ser tão inflexível neste assunto. Não devemos nos contentar com um exame superficial, achando que só os pecados que mais nos incomodam devem ser confessados. O Espírito Santo nos convencerá de outras áreas de pecado que precisamos confessar a Deus, à medida que estudamos a Palavra de Deus em oração - lembre-se que Ele é o Autor da Bíblia. Temos de confessar não só o que nós acharmos que é pecado, mas também o que o Espírito Santo indica ser pecado, quando de fato ouvirmos Sua voz pela Palavra de Deus. "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça" (2 Tim. 3:16). A confissão deve abranger todos os pecados. Os Cantares de Salomão nos advertem das "raposinhas, que devastam os vinhedos" (2:15). Isto é um exemplo de como "pecadinhos" porem destruir nosso fruto para o Senhor. Pode haver orgulho, inveja ou amargura em nós. Pode ser fofoca, impaciência, indelicadeza ou um temperamento não controlado - tudo que faça a vida dos que vivem ao nosso redor mais difícil. Talvez você deva trazer pensamentos impuros ao Senhor, para que Ele o limpe deles. Glutonaria ou preguiça devem ser enfrentadas. Talvez o Espírito Santo esteja nos chamando à atenção pelo uso do nosso tempo, ou do nosso dinheiro, ou sobre o nosso estilo de vida, ou sobre o uso (ou abuso) de algum dom que Ele nos deu. Pode ser que estejamos tratando com frieza e indiferença uma pessoa chegada a nós. Em outras palavras, devemos trazer a Deus qualquer pecado que consigamos identificar, para que seja confessado. O pecado existe sob qualquer forma, e o Espírito deve nos guiar quando examinamos nossa vida em oração. Recentemente um jovem veio falar comigo, dizendo que tinha perdido o Espírito Santo. Eu lhe respondi que ele não tinha perdido o Espírito Santo, mas talvez O tenha entristecido com algum pecado específico. Ele disse que não Se lembrava de nenhuma coisinha que pudesse estar entre ele e Deus. Eu lhe perguntei: "Como está seu relacionamento com seus pais?" "Bem, não é dos melhores", foi sua resposta. Eu cavei mais fundo e perguntei: "Você honra seu pai?" Ele concordou que tinha pecado nesta área. Eu disse a ele: "Por que você não vai e tem uma conversa franca e direta com ele, confessando seu pecado, caso você esteja errado?" Ele fez isto, e alguns dias depois voltou com um grande sorriso, dizendo: "Relacionamento restabelecido". Há ainda outra afirmação a ser feita sobre confissão de pecados. Temos de ser honestas quanto aos vários pecados que cometemos, mas o maior de todas é - que não deixamos Cristo governar nossa vida. A pergunta mais básica que um cristão pode fazer é esta: Quem está dirigindo minha vida, eu ou Cristo? Enquanto tentarmos manter o "eu" no centro das nossas vidas, o pecado será sempre um problema sem solução, e nossa vida será marcada por derrotas e desânimo. É impressionante quantos cristãos não querem se submeter ao senhorio de Cristo, e o Novo Testamento está cheio de afirmações de Cristo exigindo nossa entrega total. "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz, e siga-me" (Lucas 9:23). Como é fácil para nós fixar nossos próprios objetivos, agir conforme nossos próprios objetivos, agir conforme nossos próprios motivos, satisfazer nassas próprios desejos, sem sequer perguntar a Deus qual é Sua vontade. Ele nos diz que devemos renunciar a nossos planos e hábitos, e seguir a Ele. Ele nos diz que devemos abdicar do governo da nossa vida, e deixá-Lo governar tudo que somos e fazemos. "Ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou" (2 Cor. 5:15). Você reconheceu a maneira completa - e trágica - com que o pecado dominou sua vida, e está disposto a submeter tudo à autoridade e à direção de Cristo? Temos de compreender também que o Espírito Santo está em nós, e que Deus quer que nossa vida seja controlada por Ele. Antes temos de compreender nosso pecado em toda sua dimensão. E o que mais precisamos é responder à pergunta crucial: Quem está controlando nossa vida - nós ou Cristo? Só quando compreendermos tudo isto poderemos passar para o segundo passo. Submissão O segundo passo para ser cheio do Espírito Santo é o que nós podemos chamar de submissão. O que eu quero dizer com isto? Com submissão eu me refiro à renúncia aos nossos métodos, procurando acima de tudo submeter-nos a Cristo como Senhor, ser governados por Ele em todas as áreas da nossa vida. Vemos a importância disto no que foi dito antes sobre a maneira com que o pecado bloqueia o controle do Espírito Santo. A essência do pecado é a vontade própria - egocentrismo, ao invés de Cristocentrismo. Para sermos cheios do Espírito, controlados e dominados por Ele, temos de colocar a Cristo no centro da nossa vida, e tirar de lá o "eu", ou seja, submeter-nos a Ele - permitir que Ele Se torne Senhor em nossa vida. Como concretizar isto? Há duas etapas para conseguir isto, a meu ver. Em primeiro lugar, arrepender-se e confessar. Acabamos de constatar que uma das coisas que temos de compreender é a profundeza do nosso pecado. Mas só compreender não é suficiente. Temos de confessar o pecado a Deus, e nos arrepender dele. Muitas pessoas sabem que são pecadoras, podem até fazer uma lista dos pecados que são um problema para elas. Às vezes ficam tristes com a situação e gostariam que as coisas fossem diferentes, mas nunca mudam. Por quê? Porque nunca confessaram os pecados a Deus, arrependendo-se deles. Há uma diferença entre confessar e se arrepender, embora a Bíblia veja as duas coisas muito próximas uma da outra, como dois lados de uma moeda. Confessar é reconhecer o pecado. É admitir diante de Deus que eu sei que sou pendor, porque há certos pecados que eu sei que cometi. O maravilhoso da questão é que Deus prometeu nos perdoar quando formos a Ele em humilde confissão. Uma das grandes promessas da Bíblia está em 1 João 1:9: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça". Arrepender quer dizer renunciar ao pecado. No grego (a língua em que o original do Novo Testamento foi escrito) a palavra "arrepender-se" implica em uma mudança completa e radical de atitude. É mais do que ficar sentido com o que fez, mais que confessar: arrepender-me dos meus pecados é voltar as costas a eles e olhar para Cristo e Sua vontade. Se eu estou culpado de pensamentos maus, eu renuncio a eles quando me arrependo deles, e decido, pela graça de Deus, encher minha mente com coisas que O honrem. Se eu maltratei alguém ou o tratei de maneira pouco amorosa, eu decido fazer tudo o que for necessário para substituir minha indelicadeza por atitudes amáveis. Se meu estilo de vida não está agradando o Deus, eu vou mudá-lo para encaixá-lo mais na vontade de Deus. Arrependimento é conscientemente voltar as costas para os pecados. "Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te" (Apoc. 2:5). Depois de confessar cada pecado conhecido e se arrepender dele, a segunda etapa da submissão é sujeitar-se a Deus e à Sua vontade. A confissão e o arrependimento podem ser chamados de o lado negativo da submissão; implicam em livrar-se de tudo que impede que Deus controle a nossa vida. Sujeitar-se a Deus podemos chamar de o lado positivo: envolve colocarmo-nos total e completamente (da melhor maneira que podemos) nas mãos de Deus, em completa submissão à Sua vontade para nossa vida. No capítulo 6 de Romanos esta etapa de sujeição é apresentada com clareza. Paulo fala primeiro de como o pecado nos governou no passado. Mas agora nós pertencemos a Cristo - não vivemos mais para nosso antigo dono, o pecado - vivemos agora para Cristo, nosso novo Dono. Por isso não devemos ceder ao pecado, mas nos sujeitar a Deus. "Nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado como instrumentos de iniqüidade; mas oferecei-vos a Deus como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros como instrumentos de justiça" (Rom. 6:13). Paulo continua, dizendo-nos que nós fomos libertados da escravidão ao pecado - não pertencemos mais ao pecado. Mudamos de dono. No primeiro século um escravo podia sem comprado a qualquer momento e assim ser propriedade de outro; da mesma maneira nós fomos comprados pelo sangue de Cristo, e agora pertencemos a Deus. "Uma vez libertados do pendo, fostes feitos servos da justiça" (Rom. 6:18). As palavras traduzidas por "oferecei-vos a Deus" têm um significado muito bonito na língua grega original. Outras versões as traduziram de diversas maneiras: "Ponham-se nas mãos de Deus" (Phillips); "Entreguem-se a Deus" (BLH); "Apresentai-vos a Deus" (IBB). O significado mais exato da palavra "oferecer-se" é "colocar-se à disposição de alguém". Em outras palavras, quando nós nos entregamos a Cristo não simplesmente nos sentamos e esperamos que Deus faça alguma coisa através de nós. Não, nós nos colocamos à Sua disposição - dizemos, com efeito: "Senhor, eu sou Teu, para ser usado da maneira que Tu quiseres. Estou à Tua disposição, Tu podes fazer comigo o que Te aprouver. Eu quero a Tua vontade para minha vida, não a minha vontade." "Ponham-se à disposição de Deus!" (Rom. 6:13 em outra versão). O mesmo termo é usado em Romanos 12:1: "Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus." Isto inclui todas as áreas do nosso ser. Nossas capacidades, nossos dons, nossos bens, nossa família - mente, vontade, emoções. Nada está excluída, não podemos reter nada. Por princípio Ele deve dominar sobre nós no todo e em parte. Este versículo nos recorda os sacrifícios do Antigo Testamento, aqueles que o israelita apresentava totalmente a Deus. Ele não podia ficar com nenhuma parte, tudo era consumido no altar. Nossa submissão deve ser exatamente assim - sujeição, entrega total. É uma rendição incondicional. Eu estou reconhecendo cada vez mais que esta sujeição é uma ação nossa definida e consciente, em obediência à Palavra de Deus. Na verdade isto deveria acontecer na hora da nossa conversão, quando nos arrependemos e recebemos a Cristo não somente como Salvador, mas como Senhor. Mas para muitas pessoas a sujeição só vem num momento de crise, depois da conversão. No começo talvez não compreendamos inteiramente o que significa seguir a Cristo como Senhor. Mas mais tarde começamos a ver que o chamado de Jesus Cristo não é simplesmente para crer nEle, mas para segui-Lo sem reservas, como Seus discípulos. Quando estamos confusos quanto ao senhorio de Cristo, devemos partir imediatamente à ação. Nossa intenção deve ser de submissão completa e definitiva, em princípio, mesmo se o Espírito Santo, nos meses seguintes, nos mostrar outras áreas em nossa vida que devem ser entregues. Na verdade esta é uma das provas de que nos submetemos - colocando-nos à disposição de Deus, Ele nos dirige a novas áreas que devem Ser entregues. O Espírito Santo vai nos testar muitas vezes, para ver se estamos mesmo falando sério. Ele pode até nos pedir que entreguemos algo em princípio, que realmente Ele não quer que entreguemos, mas que estejamos dispostos a entregar. Nós devemos Lhe dar liberdade para fazer o que quiser em e através de nossa vida. Algumas ilustrações nos ajudarão a compreender melhor esta questão de entrega à vontade de Deus. Em Romanos 6 (como vimos acima), Paulo usa a ilustração de um escravo que agora pertence a um novo dono. O prof. William Barclay nos traz á mente o significado real da analogia de Paulo: "Quando nós ouvimos a palavra servo, ou empregado, logo imaginamos um homem que dá uma parte do seu tempo a um empregador, contra uma remuneração combinada. Durante este tempo ele está à disposição e sob as ordens do seu empregador. Passado o tempo, ele pode fazer o que quiser. No tempo de Paulo, um "servo" tinha um status bem diferente. Ele não tinha, literalmente, nenhum tempo para si. Ele não era livre por nenhum momento. Cada minuto de sua vida pertencia ao seu dono. Ele era propriedade exclusiva de seu dono, não tinha nenhuma oportunidade em toda sua vida para fazer o que quisesse, No tempo de Paulo um escravo nunca poderia fazer o que quisesse; era-lhe impossível servir a dois senhores, porque era propriedade exclusiva de um só. Este é o quadro que Paulo tem em meme."1 O paralelo entre o escravo do tempo de Paulo e o cristão não é bem exato, como o próprio Paulo diz, porque em um sentido o cristão é a pessoa mais livre do mundo, desde que conheça a liberdade espiritual que Cristo traz. Por outro lado, você e eu somos convocados para pertencer a Deus e a Seu povo. Somos chamados para estar à Sua disposição, prontos e dispostos para fazer Sua vontade. Paulo disse a Tito que Cristo "deu a si mesmo por nós, para nos livrar de toda maldade e fazer de nós um povo puro, que pertence somente a ele, e que Se dedica a fazer o bem" (Tito 2:14, BLH). Uma outra ilustração talvez nos ajude a compreender completamente o que estou querendo dizer. O princípio da entrega a Cristo é como o compromisso que noivo e noiva assumem quando se unem no casamento. É criada uma situação nova, que se torna realidade duradoura. Em princípio é uma ação completa e definitiva, a partir do momento em que repetiram os votos e consumaram o casamento. Estão casados, de fato e em princípio, mas - e isto é crucial - na prática marido e esposa descobrem que têm de entregar constantemente suas vidas um ao outro, além do compromisso inicial que assumiram ao casar. Duas pessoas não deixam de estar casadas só porque suas vidas não são perfeitas e aparecem problemas no dia-a-dia. Ambos vão ficando mais maduros, aprendendo sempre mais o que significa amar e ajustar-se um ao outro, em conseqüência deste amor. De maneira semelhante, em nossa peregrinação terrestre descobrimos pecados que minam o nosso relacionamento com Deus, mas existe um compromisso de alcançar um padrão mais elevado, baseado em uma entrega a Deus de todo o coração. Você já submeteu Sua vida a Deus? Já confessou alguma vez seu pecado a Ele, arrependendo-se dele da melhor maneira que você sabe? Você está ciente de pecados específicos que são obstáculo para uma entrega completa? Será que em Sua vida há outros pecados que você ainda nem admitiu que o sejam? E, mais importante que tudo, você já disse uma vez a Deus - da maneira mais simples e completa que você sabe - que você deseja Sua vontade para sua vida, qualquer que seja? Existem pessoas que sugerem que nós devemos orar a Deus para que Ele nos encha com Seu Santo Espírito. Isto pode ser válido, mas eu vejo pouco ou nada disto no Novo Testamento. Eu acho que, ao invés disto, nós devemos orar que Deus tome total e completamente conta da nossa vida. Devemos orar que o "eu" seja tirado do nosso coração - amor próprio, vontade própria, auto-ambição - e que nós estejamos completamente à Sua disposição. Se você nunca deu este passo de submissão a Deus e à Sua vontade, eu acho indispensável que você se ponha de joelhos antes de passar para a próxima página, e entregue sem reservas sua vida a seu Senhor e Dono. "Sê, pois, zeloso (abandona a tua indiferença, NTV), e arrepende-te." Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo" (Apoc. 3:19, 20). Fé Chegamos agora à última etapa do ficar cheio do Espírito Santo, que eu gosto de chamar "andar pela fé". Primeiro temos de compreender certas coisas, depois temos de nos submeter e entregar a Deus - e então temos de aprender o segredo de andar pela fé. O ponto central é este: quando estamos entregues a Deus e à Sua vontade, nós estamos cheias do Espírito Santo. O Espírito Santo nos controla e domina. Agora, a partir desta verdade, temos de agir, e andar ou viver na certeza plena de que Deus já nos encheu e que estarmos sob Seu controle. O apóstolo Paulo põe isto nestes termos: "Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus" (Rom. 6:11). O termo grego traduzido por "considerar" era às vezes usado no comércio e na matemática. Depois de uma transação comercial, por exemplo, a soma em dinheiro era registrada nos livros contábeis. Este ato era evidência de que o negócio estava concluído e que o pagamento havia sido feito. Quando nós nos entregamos a Cristo e O seguimos como Senhor de nossa vida, nós sabemos que alguma coisa aconteceu. O Espírito Santo tomou conta de nós para nos guiar e dar poder. Vivemos agora pela fé, considerando-nos mortos para o pecado e vivos para Deus. Nós estamos cheios do Espírito Santo; agora devemos viver à luz desta verdade. Não é fazer de conta; é agir com base na promessa de Deus. O Dr. John Stott explica isto assim: "Considerar não é fazer crer. Não é forçar nossa fé a crer em algo que nós não cremos. Não devemos fazer de conta que nossa velha natureza está morta, quando sabemos perfeitamente que ela não está. ... Nós só devemos "considerá-la" assim - não fazer de conta, mas compreender isto, porque é um fato. Temos de nos agarrar a isto. Temos de pensar e meditar nisto até que esta realidade se fixe em nossa mente." Dr. Stott continua: "Uma mulher casada pode viver como se ainda fosse menina? Bem, pode ser que sim. Não é impossível. Mas deixe-a sentir aquele anel no quarto dedo de sua mão esquerda, o símbolo da sua vida nova, o símbolo da sua identificação com seu marido, deixe-a lembrar o que ela é, e viver de acordo... Da mesma forma a nossa mente deve compreender o fato e o significado da nossa morte e ressurreição com Cristo, e que uma volta à vida antiga é impensável. Um cristão renascido deve ter tanta vontade de voltar à vida amiga quanto uma pessoa adulta tem de voltar à infância, um homem casado à vida de solteiro ou um prisioneiro libertado à sua cela na prisão."2 Se você preencheu os requisitos bíblicos para ficar cheio do Espírito - especialmente arrependimento e confissão, de que nós falamos - então você pode dizer para si mesmo: "Pela fé eu sei que eu estou cheio do Espírito Santo." Eu nunca vi alguém que eu considerava cheio do Espírito Santo fazer alarde disto, tentando chamar a atenção para si. As outras pessoas logo notarão se nós estamos cheios do Espírito, porque quem está cheio do Espírito produz o fruto do Espírito. Nós talvez nem nos demos conta disto. Alguns dos maiores homens de Deus confidenciaram que quanta mais perto de Cristo estavam, mais pecadores se sentiam. Roy Gustafson, meu amigo e sócio, disse uma vez: "O Espírito Santo não veio para nos fazer conscientes do Espírito Santo, mas conscientes de Cristo." Assim, quando dizemos a nós mesmos que estarmos cheios do Espírito, isto significa que coda pecado e obstáculo conhecido está fora do caminho; depois podemos dizer, pela fé, que estarmos cheios. A esta altura há diversas coisas que devemos relembrar, a meu ver. Em primeiro lugar temos de nos lembrar que a plenitude do Espírito não é questão de sentimento, mas de fé. Podemos ou não sentir fortemente a presença de Deus quando estamos cheios do Espírito. Não devemos confiar em nossos sentidos, mas nas promessas de Deus. Temos de nos considerar cheios do Seu Espírito. James McConkey põe isto nestes termos: "Nada é mais doloroso do que inspecionar constantemente nosso interior para verificar se Deus está cumprindo Sua promessa, ou se nós a estamos experimentando. É como aquela criança que todo dia cava no canteiro para ver se a semente já está brotando. A questão de experimentar a plenitude do Espírito compete a Deus."3 Temos de nos lembrar também que a plenitude do Espírito não garante que sejamos perfeitos e sem pecado. Significa que estarmos sendo controlados pelo Espírito, mas o pecado continua sendo real, espiando atrás da esquina para dar o bote na primeira oportunidade. Podemos ser irrepreensíveis em nosso desejo de servir a Cristo, mas isto não faz com que não erremos. Um pregador escocês, tempos atrás, explicou isto assim: "Aqui ao meu lado, sobre a mesa, está uma carta que ilustrara o que quero dizer. Eu a recebi quando estava em viagem missionária à Nova Zelândia, em 1891, da minha filha mais velha, que então tinha cinco anos de idade. Diz assim: 'Querido pai, eu mesma escrevi tudo isto. Elsinha manda um beijo'. Na verdade isto não é escrever, mas uma tentativa, com grandes letras de imprensa, todas desproporcionais; em toda a página não há uma linha reta. ... Bem, esta carta que eu gosto tanto não é algo "sem defeito"; tem tantos defeitos como tem letras. Mas ela é, sem dúvida, 'irrepreensível'. Eu não repreendi minha filha por seus riscos tortos, nem ralhei com ela, porque julguei seu trabalho pelos motivos. Sabia que ela tinha feito o melhor que podia, com todo o amor de seu pequeno coração. Queria fazer algo que me agradasse, e conseguiu. Pela graça do Cristo que esta em nós ... assim é que nossa vida diária com seus afazeres deve ser: irrepreensivel."4 Isto nos leva á última verdade sobre a plenitude do Espirito: ficar cheio do Espírito não deve ser um acontecimento único, uma vez, mas um fato real e contínuo, cada dia da nossa vida. É um processo. Temos de nos entregar a Ele todo dia, diariamente temos de decidir ficar submissos. Em cada situação de conflito entre o "eu" e a vontade de Deus temos de tomar nossas decisões com base na nossa submissão contínua a Cristo. Como já disse, o verbo grego que Paulo usa em seu mandamento de Efésios 5:18 - "enchei-vos do Espírito" - traz em si a idéia de que devemos continuar nos enchendo do Espírito. Já somos o templo de Deus, o Espírito Santo já habita em nós, mas Ele quer nos encher dEle. Isto só é possível naqueles que se esvaziam do "eu" e se entregam a Ele. Esta é a razão de a entrega ter de ser diária, tanto das coisas pequenas como das mais importantes. Quando pecamos, temos de nos arrepender para que Ele possa nos encher novamente. Quando estivermos expostos ocasionalmente a uma pressão incomum, temos de orar pedindo sua ajuda adicional. Concluindo, as quatro etapas abordadas até aqui não são só o começo, mas são um processo. Cada dia devemos nos empenhar para compreender mais da Palavra de Deus. Devemos orar a Deus que nos ajude a reconhecer nosso pecado. Devermos confessar e nos arrepender todo dia. Submeter nossa vontade à Sua todo dia. Andar pela fé de uma maneira que Ele esteja nos enchendo continuamente, à medida que nos submetemos a Ele. E devemos passar cada dia na obediência à Sua Palavra. Eu pessoalmente acho que ajuda muito começar cada dia entregando-o silenciosamente nas mãos de Deus. Eu Lhe agradeço que sou Seu, e por Ele saber o que o dia trará para mim. Eu Lhe peço que tome minha vida neste dia nas Suas mãos e a use para Sua glória. Peço-Lhe que me limpe de qualquer coisa que impeça a Sua atuação em mim neste dia. E depois inicio as atividades do dia pela fé, sabendo que Seu Santo Espírito me está enchendo continuamente, enquanto eu confiar nEle e obedecer à Sua Palavra. Durante o dia às vezes eu não estou consciente da Sua presença; outras vezes estou. Mas no fim do dia eu posso olhar para trás e Lhe agradecer, porque vejo Sua mão atuando. Ele prometera estar comigo neste dá - e esteve! Você pode experimentar a mesma coisa, submetendo-se diariamente ao senhorio de Jesus Cristo. Entreguem cada dia a Ele! E que você possa no fim de cada dia olhar para trás e reconhecer que Seu Santo Espírito tem sido seu guia e Sua força, estando você sujeito a Ele. Sou feliz porque tenho Jesus!!!
May 13 Planejado para agradar a deus - Rick Warren![]() Planejado para agradar a deus. Rick Warren Tu criaste todas as coisas, e é para o teu agrado que elas existem e foram criadas. Apocalipse 4.11; NLT Pois o SENHOR está contente com o seu povo. Salmos 149.4; NTLH Você foi planejado para agradar a Deus. No instante em que você nasceu neste mundo, Deus estava lá como testemunha invisível, sorrindo ao assistir seu nascimento. Ele quis que você vivesse, e sua chegada lhe deu enorme prazer. Deus não precisava criar você, mas escolheu criá-lo para a satisfação dele. Você existe para benefício, glória, propósito e prazer de Deus. Dar satisfação a Deus, vivendo para seu prazer, é o primeiro propósito de sua vida. Quando você tiver compreendido plenamente essa verdade, jamais voltará a se sentir insignificante, pois isso prova o valor que você tem. Se você é tão importante para Deus, e ele o considera valioso o suficiente para mantê-lo consigo por toda a eternidade, que maior relevância você poderia alcançar? Você é um filho de Deus e proporciona prazer ao coração dele como nada mais que ele já tenha criado. A Bíblia diz: Deus já havia resolvido que nos tornaria seus filhos, por meio de Jesus Cristo, pois este era o seu prazer e a sua vontade. Um dos maiores dons que Deus lhe deu foi a capacidade de apreciar o prazer. Ele o dotou com cinco sentidos e emoções, para que você pudesse experimentá-lo. Ele deseja que você aprecie a vida, não se limitando a apenas suportá-la. O motivo pelo qual você pode sentir prazer é que Deus o fez à sua imagem. Nós nos esquecemos com freqüência de que Deus também tem emoções. Ele possui sentimentos intensos. A Bíblia diz que Deus sofre, fica enciumado e encolerizado, sente compaixão, piedade, tristeza e comiseração, bem como alegria, regozijo e satisfação. Deus ama, se deleita, sente prazer, exulta, desfruta e até mesmo ri! Dar prazer a Deus é o que se chama "adorar". A Bíblia diz: O SENHOR se agrada somente daqueles que o adoram e confiam em seu amor. Qualquer atitude sua que venha agradar a Deus é um ato de adoração. Como o diamante, a adoração apresenta várias facetas. Seriam necessários vários livros para abordar tudo que precisamos compreender a respeito da adoração; mas nesta parte estudaremos os aspectos principais da adoração. Os antropólogos perceberam que a adoração é um impulso universal, posto por Deus na estrutura de nosso ser - uma necessidade intrínseca de nos ligarmos a Deus. Adorar é tão natural quanto comer e respirar. Quando não conseguimos adorar a Deus, sempre achamos um substituto, ainda que no fim sejamos nós mesmos. A razão pela qual Deus nos fez com esse desejo é que ele anseia por adoradores! Jesus disse: São estes os adoradores que o Pai procura. Dependendo de sua formação religiosa, pode ser que você precise ampliar sua compreensão do termo "adorar". Você talvez imagine cultos na igreja em que haja cânticos, orações e se escute uma pregação. Ou talvez você imagine um cerimonial, velas e uma ceia. Ou talvez ainda imagine curas, milagres e experiências arrebatadoras. A adoração pode incluir esses elementos, mas vai muito além dessas manifestações. Adorar é um estilo de vida. Adoração é muito mais do que música. Para muitas pessoas, adorar é apenas sinônimo de música. Elas dizem: "Em nossa igreja temos primeiro a adoração e depois o ensinamento". Esse é um grande mal-entendido. Todos os momentos do culto em uma igreja são um ato de adoração: a oração, a leitura da Bíblia, os cânticos, a declaração de fé, o silêncio, manter-se quieto, ouvir uma pregação, tomar notas, ofertar, assinar um cartão de compromisso e até mesmo saudar outros adoradores. Na verdade, a adoração é anterior à música. Adão adorou no jardim do Éden, mas não há nenhuma menção à música antes de Gênesis 4.21, com o nascimento de Jubal. Se adoração fosse somente música, então os que nunca se utilizaram da música jamais adoraram. Adoração é muito mais do que música. De modo ainda mais grave, o termo "adoração" é muitas vezes utilizado erroneamente em alusão a um estilo musical específico: "Primeiro cantamos um hino, depois uma canção de louvor e adoração". Ou: "Gosto das canções de louvor mais rápidas, mas prefiro as canções de adoração mais lentas". De acordo com essa convenção, se uma canção for rápida, alta ou usar metais, é considerada "louvor". Mas, se for lenta, tranqüila e intimista, talvez acompanhada por um violão, é "adoração". Esse é um uso inadequado e bastante comum da palavra "adoração". Adoração não tem relação com o estilo, volume ou andamento da música. Deus ama todos os tipos de música porque ele inventou todas - rápidas e lentas, altas e suaves, antigas e modernas. É provável que você não goste de todas, mas Deus gosta! Se ela é oferecida a Deus em espírito e em verdade, então é um ato de adoração. Os cristãos freqüentemente discordam quanto ao estilo de música a ser utilizado na adoração, defendendo apaixonadamente seus estilos preferidos como se fossem os mais bíblicos ou reverentes a Deus. Mas não existe um estilo bíblico! Não existem notas musicais na Bíblia, e nós nem temos os instrumentos que eles utilizavam nos tempos bíblicos. Para ser sincero, o estilo musical que você prefere diz mais sobre você - sua formação e personalidade - do que sobre Deus. O som de um grupo étnico pode soar barulho para outro. Mas Deus gosta de diversidade e aprecia a todos. Não existe nada como música "cristã"; existe apenas letra cristã. É a letra que torna uma canção sagrada, e não a melodia. Não existem melodias espirituais. Se eu tocasse para você uma música sem a letra, não haveria como saber se é uma canção "cristã". A adoração não é para nosso benefício. Como pastor, recebo bilhetes dizendo: "Eu amei a adoração de hoje. Foi muito bom para mim". Esse é outro mal-entendido a respeito da adoração. Ela não é para nosso benefício. Quando adoramos, nosso objetivo é agradar a Deus, não a nós mesmos. Se você alguma vez já disse "Não aproveitei em nada a adoração de hoje", você adorou pelos motivos errados. A adoração não é para você, é para Deus. Logicamente, a maioria dos cultos de adoração também tem elementos de comunhão entre os irmãos, edificação e evangelização; e existem benefícios na adoração, mas nós não adoramos para nossa satisfação. Nossa motivação é glorificar e agradar ao nosso Criador. No capítulo 29 de Isaías, Deus reclama de uma adoração sem entusiasmo e hipócrita. As pessoas estavam oferecendo a Deus orações insípidas, louvores fingidos, palavras vazias e rituais artificiais sem que seu significado fosse levado em consideração. O coração de Deus não é tocado pela tradição na adoração, mas pela paixão e pelo empenho. A Bíblia diz: O SENHOR diz: "Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A adoração que me prestam é feita só de regras ensinadas por homens". A adoração não é parte de sua vida; ela é a sua vida. Não o adore somente nos cultos na igreja, pois nos foi dito: Procurem a ajuda do SENHOR; estejam sempre na sua presença e Cantem glórias e louvem ao Senhor desde o nascer até o pôr-do-sol. Na Bíblia, as pessoas louvavam a Deus no trabalho, em casa, na batalha, na prisão e até mesmo na cama! Louvar deveria ser sua primeira atividade, assim que abrisse os olhos pela manhã, e sua última atividade, ao fechá-los à noite. Davi disse: Eu agradecerei ao SENHOR O tempo todo. Minha boca sempre o louvará. Cada atividade pode ser transformada em ato de adoração, quando você a faz para louvar, glorificar e agradar a Deus. A Bíblia diz: Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus. Martinho Lutero disse: "Uma ordenhadora pode tirar o leite das vacas para a glória de Deus". Como é possível fazer tudo para a glória de Deus? Ao fazer tudo como se estivesse fazendo para Jesus e mantendo uma conversa contínua com ele durante sua atividade. A Bíblia diz: Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens. Este é o segredo de um estilo de vida em adoração - fazer todas as coisas como se fosse para Jesus. A Bíblia, na paráfrase The Message [A Mensagem], diz: Pegue sua vida diária e comum - seu dormir, comer, trabalhar e passear - e ponha diante do Senhor como oferta. O trabalho se torna adoração quando você o dedica a Deus e o realiza consciente de sua presença. Logo que me apaixonei pela minha esposa, pensava nela o tempo todo: no café da manhã, dirigindo para a escola, assistindo às aulas, na fila do supermercado, abastecendo o carro - eu não conseguia parar de pensar nessa mulher! Eu constantemente falava com meus botões sobre ela e pensava sobre as coisas que eu amava nela. Isso fazia com que eu me sentisse perto de Kay mesmo quando estávamos separados por vários quilômetros de distância e íamos para faculdades diferentes. Pensando nela constantemente, eu estava permanecendo no seu amor. Esta é a verdadeira adoração - apaixonar-se por Jesus. May 10 A HONRA DE SER MÃE - Pr Walter Pacheco da Silveira
A HONRA DE SER MÃE
May 09 P vc, minha querida SOL ( Luluasol)
Amizade é Somar DEUS TE ABENÇOE SEMPRE. May 04 Dia das Mães: A missão especial das mães
Dia das Mães: A missão especial das mães May 01 O Grande Amor de Deus.
O Grande Amor de Deus. April 30 Todas as Coisas Realmente Cooperam para o Bem?
Todas as Coisas Realmente
April 29 A Bênção do Livro de Ester.![]() A Bênção do Livro de Ester.
Dorian Anderson Soutto No primeiro capítulo do pequeno livro de Ester nem se fala na própria Ester. Apenas relata-se um acontecimento entre o rei Assuero e rainha Vasti. Uma festa no palácio, o rei festejando com os príncipes e servos, e Vasti em outra sala festejando com as mulheres. Bebam à vontade! - dizia o rei - tem vinho real em abundância! Depois de quatro dias de festa o rei já estava com o pé redondo, cara cheia, ou embriagado, para os mais cultos. Ou melhor ainda, com coração alegre do vinho, como cita a Bíblia. Como em toda festa que tem álcool, o resultado sempre tende a ser desastroso, o rei começa a se exibir. Vamos imaginar a cena: - Mulher é aquilo que eu tenho em casa! O resto é conversa! - Pede pra este povo que está aí sem fazer nada (eunucos) trazer minha esposa, para eu mostrar pra galera o que é mulher de verdade! - Bota umas roupas decente, hein! Não esqueça da coroa. Com certeza não foram estas palavras. Mas podemos imaginar que para uma pessoa bêbada, não deve ter sido muito diferente disto. A rainha Vasti, porém, recusou a atender à ordem do rei, pelo que o rei muito se enfureceu. O rei deve ter ficado com a cara no chão. Então perguntou aos "sábios" o que fazer, e obteve a seguinte resposta: - Olha, majestade, o que sua esposa fez foi muito feio, e sem falar que ela deu um testemunho horrível! Já imaginou o que nossas esposas vão pensar? Não vai ter mulher neste reino que vai obedecer aos seus maridos.Se eu fosse vossa excelência, dava uma lição na rainha, para servir de exemplo para todas as mulheres. Vossa excelência nunca mais deveria olhar para esta mulher e deveria encontrar outra que seja melhor do que ela para ser a nova rainha. E assim fez o rei... E cadê a Ester nesta história? É ai que vem a melhor parte! Ester nem em sonho imaginava o que estava acontecendo no palácio. Ela estava levando sua vida junto ao primo Mordecai, pois seus pais tinham morrido e o primo a havia adotado. Ester era esbelta e formosa. Devia ser daquelas que paravam o trânsito de camelos na época. O que devemos atentar aqui é o fato de duas histórias estarem acontecendo ao mesmo tempo: a órfã Ester de um lado, e os bochichos no palácio do outro. Mas desde a antiguidade já se via e ouvia falar de um Deus que trabalha enquanto dormimos. Um Deus que conhece nosso passado, trabalha com o nosso presente e prepara-nos um futuro de paz e esperança. Nem Ester e nem o rei imaginavam o que estava por vir, mas O Guarda de Israel, aquele que não dormita, estava atento e já preparava a salvação de seu povo, assim como fez com a cruz, a qual preparou antes mesmo da fundação do mundo. E agora exatamente neste minuto, eu não sei o que está acontecendo ao meu redor. Existe ou vai existir uma trama para acabar com o meu povo ou comigo? Está para acontecer outra catástrofe como o ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro? Outra onda gigante? Quem saberá responder? Não precisamos destas resposta quando sabemos em quem temos crido, quando podemos crer no amanhã. Deus já está lá preparando tudo para que seus filhos cheguem em segurança, senão ele não teria dito “vou lhes preparar um lugar”. Assim como Ester, vivemos nossas vidas sem saber o que está acontecendo no oculto. Mas Aquele ao qual todas as coisas estão nuas e patentes diante de Seus olhos sabe, conhece aqueles que intentam mal contra seus filhos, e os livra. Voltando a história: Passando a ressaca do rei, ele se lembrou que estava sem rainha e mandou promover um concurso de beleza onde ele elegeria a mais nova rainha. Como Ester era formosa, os guardas a levaram junto com outras donzelas para o palácio. Mas Ester não revelou de qual povo pertencia, a pedido de seu primo. Ester teve tratamento vip no palácio, pois Deus sempre abre as portas quando é propósito dEle, assim como fez com Daniel e seus amigos, e com José no Egito. Logo chegou o grande dia da escolha. Adivinha! E o rei amou a Ester mais do que a todas mulheres, e ela alcançou graça e favor diante dele mais do que todas as virgens; de sorte que lhe pôs sobre a cabeça a coroa real, e a fez rainha em lugar de Vasti. (Ester 2:17). Creio que temos aqui nesta situação algo implícito que podemos aproveitar. Deus não tira alguém do anonimato e coloca junto aos príncipes só para agradar a carne. Mas podemos ter certeza que é para cumprir um propósito dEle. Mas o que Ester não sabia é que ela tinha um inimigo cujo nome era Hamã. Ele não era inimigo direto dela, mas sim de todo o povo escolhido, assim como nosso inimigo hoje. Hamã odiava Mordecai, o primo de Ester, por ele não inclinar-se perante ele. E isto não é nada diferente do nosso inimigo atual, que desejou que nosso Mestre se prostrasse diante de seus pés, e nos odeia quando não nos prostramos diante dele através das coisas deste mundo. Hamã elaborou um plano diabólico para destruir o povo de Deus. Mas como sempre, Deus já havia antecipado em preparar a provisão para o Seu povo. Deus tirou o sono do rei durante a noite, para que ele lesse o livro das crônicas e achasse o nome de Mordecai, primo de Ester, e descobrisse que estava em dívida para com ele, pois Mordecai tinha salvo a vida do rei em outras épocas. Como nós somos pretensiosos para com os planos de Deus, às vezes esperamos que a salvação virá através de um anjo com espada flamejante, ou fogo do céu. Mas um detalhe que poderia passar desapercebido por todos, pode mostrar as ações de Deus. Não é à toa que Ele nos exorta em Is.55:8 "Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos,os meus pensamentos mais altos do que os vossos". Seria porque Ele é Deus e nós não? Quantas vezes reclamamos por um pneu furado, sem saber que pode ser a ação de Deus para nos proteger de algo pior. Quantas reclamações por chaves perdidas, doenças e coisas que até parecem ruins no momento, mas logo descobrimos que foram para nosso bem. Quem não tem uma história deste tipo, que levante e atire a primeira pedra da incredulidade! Não é por acaso que a palavra nos exorta a dar graças em tudo. Devemos nos lembrar que Ele já está lá. E sendo um Deus bom, não podemos esperar nada que não seja bom, proveniente da sua divina bondade, sua benignidade eterna. Devemos nos prostrar com os rostos no chão e pedir perdão ao nosso Pai por muitas vezes duvidar disto com as nossas reclamações. Ester uniu-se com o primo para proteger seu povo. Quantas bênçãos encontramos quando protegemos e cuidamos do povo de Deus, o nosso povo! “Apascenta minhas ovelhas”, foi o pedido de nosso Mestre para demonstrarmos nosso amor para com Ele. - “Quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha?” Embora o nome de Deus não seja mencionado em todo o livro de Ester, a presença do Senhor está evidente na fé de Mordecai e no seu reconhecimento de que ela chegou no palácio com um propósito. Olho para onde me encontro neste momento e faço esta pergunta a mim mesmo: Quem sabe não foi para um propósito maior do que eu possa imaginar, que Deus me colocou neste lugar ou nesta situação? Para o filho remido que deseja fazer a vontade do Pai, não tem hora e nem lugar. Sabe que, se está respirando, tem projeto de Deus para sua vida; nunca coloca a benção acima do abençoador, mas procura usar a benção para ser abençoador. Ao final deste livro temos como resultado o inimigo humilhado, os filhos sendo usados para a salvação de um povo, e um povo festejando a vitória sobre o inimigo e a salvação. Que receita maravilhosa! Como é magnífica a escritura! Como relata a realidade do povo eleito e escolhido pelo nosso Maravilhoso Deus! Posso ir para cama hoje e dormir o sono dos justos. Amanhã é outro dia e meu Pai já terá passado por lá e preparado o caminho. Estará comigo amanhã, como está agora e esteve ontem. Este é o tipo de coisa que somente um filho pode entender. Coisa que para o mundo é ilógico, mas por ser ilógico é que necessita de fé. De fé em fé lá vamos nós! Nosso Pai é soberano, tem o controle de todas as coisas. Não me preocupo se tem alguém tramando o mal contra mim. Não tenho controle sobre todas as coisas. Na realidade, não tenho controle sobre nada! Por isto descanso no meu Senhor. Quem impedirá o Seu agir? As coisas ocultas pertencem a Deus. Eu tenho paz, a verdadeira paz. Sabe por que? A resposta esta aqui: "Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti". (Is 26:3) Eu bem sei em quem tenho crido. Aleluia!
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