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Karine Mota

Deus é Fiel!

Karine Mota Mota

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M.A. Ce sabe que te amo! Perdoe-me por ter te enviado de volta pro ninho.Havia falado pra você que não seria fácil, e que você não suportaria ver, sentir o sofrimento de quem íamos ajudar de alguma forma. Você sabe do compromisso que tenho com a escolha que eu fiz, por favor ajude - me, mesmo que pra isso seja preciso ficarmos distante. K

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Image and video hosting by TinyPic ...Não se deixe abalar pelo fato de um dia ter demonstrado seus sentimentos para quem não soube valorizá - los, o que importa é que você soube assumi - los sem medo e essa pessoa um dia vai ver o quanto perdeu; ás vezes, construímos pequenos sonhos em cima de grandes pessoas, mas com o passar do tempo, percebemos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para eles...

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surf "Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais fortes, dos cafés mais amargos, dos pensamentos mais complexos e dos sentimentos mais intensos. Tenho um apetite feroz e os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: E daí?... Eu adoro voar!" Obrigada, M.A... Aprendi com você!!! Karine Mota...

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Image and video hosting by TinyPic ... Nós estamos condicionados a pensar que nossas vidas giram em torno de grandes momentos. Todavia, os grandes momentos frequentemente nos pegam desprevenidos e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância. AS PESSOAS PODEM NÃO LEMBRAR EXATAMENTE O QUE VOCÊ FEZ, OU O QUE VOCÊ DISSE, MAS ELAS SEMPRE LEMBRARÃO COMO VOCÊ AS FEZ SENTIR... Karine Mota.

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Image and video hosting by TinyPic " ... Não quero mais sentimentos insustentáveis de menas valia. Quero falar de alegrias e de palpáveis desvaneios. Quero o homem amado, saciado, repousando nos meus seios!" Karine Mota...

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Presente do meu querido amigo Marco. Te amo!!! Image and video hosting by TinyPic  My Music

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December 19

Feliz Natal!

 
 
 

Amados amigos que saudades!!! Devido alguns acontecimentos e a falta de tempo tem sido impossível visitá-los. Então resolvi passar por aqui e desejar a cada visitante e amigo um Feliz Natal e Ano Novo recheado de bênçãos... Beijos carinhosos da amiga de sempre...

 

Karine Mota

 
 
 
 
 

Natal na presença de Deus...  

 

'...Eu sou o Deus Todo-Poderoso, anda em minha presença e sê perfeito.'

(Gênesis 17:1).  

 

A paz do Senhor seja com você e com os seus hoje e eternamente.  

 

O nosso Deus é tão maravilhoso que reserva pra nós sempre o melhor.  

 

Ao pedir que andemos em sua presença, Ele está a nos oferecer completa alegria porque ainda que, por alguma razão nos encontremos entristecidos, quando estamos em sua presença, a tristeza é transformada e salta de prazer. (JÓ 41:22). 

 

 

A alegria é fruto do Espírito Santo. (Gálatas 5:22). Ela deve ser constante em nossa vida, pois esta alegria que vem de Deus nos faz fortes para enfrentarmos as lutas do dia-a-dia. (Nemias 8:10). 

 

 

Deus deseja que os nossos corações estejam continuamente alegres para que em nós haja sempre formosura e saúde. (Provérbios 15:13 e 17:22). 

 

 

Quando estamos na presença de Deus e a sentimos, nos quebrantamos diante dele e Ele não nos despreza, antes nos ouve, nos toma em tuas mãos e nos refaz. (Salmos 51:17 e Jeremias 18:1-6). 

 

 

Com o coração quebrantado na presença do Senhor, confessamos os nossos pecados e somos perdoados e purificados de toda  injustiça.   (I João:1-9).  

 

A presença de Deus é tudo em nossas vidas por isso devemos priorizá-la, pois quando buscamos primeiro o seu reino, a sua presença, não precisamos nos preocupar com nada porque com certeza o Senhor proverá e nos acrescentará tudo aquilo que precisamos. E quanto mais nos deleitamos com a presença do Senhor em nós, Ele concede o desejo do nosso coração. (Mateus 6:33 e Salmos  37:4).  

 

"Todos os dias temos provas da existência de Deus: a luz do sol, as flores no jardim...mas foi na noite de dezembro, a mais de 2000 anos atrás, que Ele se mostrou misericordioso conosco, colocando o Filho de Seu amor entre nós. Por isso espero que essa essência desta chama divina esteja sempre em seu coração e que ela traga um natal de paz e um ano novo de alegrias."  

 

 

FELIZ NATAL!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

September 12

Amados amigos / A Vontade de DEUS e seus sentimentos - Morris Venden

 
 
 
 
 
Amados amigos e visitantes, vim desejar a todos vocês com muito carinho, UM LINDO FIM DE SEMANA. Estou com saudades. Deus os abençoe sempre. Beijos carinhosos e até breve.  
Karine Mota 
 
************** 
 
 
 
A  VONTADE  DE  DEUS  E  SEUS  SENTIMENTOS   
Morris Venden   
   
Suponha que você recebeu pelo correio um cheque de algum multimilionário, preenchido em seu nome, com a quantia de dez mil dólares. Provavelmente você se sentiria muito emocionado, não é? Sentir-se-ia, igualmente, um pouco cético. Mas o cheque está preenchido, e efetivamente, se destina a você. Você se sente exultante e mostra-o aos amigos e vizinhos. Planeja como irá gastá-lo ou investi-lo ou economizá-lo para alguma ocasião futura. E finalmente chega o dia em que você está pronto a levá-lo ao banco e descontá-lo.    
Mas naquele dia você não está se sentindo muito bem. A emoção se esgotou. Você adoece de um resfriado e sua garganta está inflamada. Talvez você esteja se sentindo um pouco culpado, percebendo que não fez nada para merecer este presente de dez mil dólares. Talvez você ainda tenha a sensação de que isto é bom demais para ser verdade. Mas você vai ao banco e depois de estar na fila por alguns minutos, chega a sua vez no caixa. A esta altura você está se sentindo completamente indisposto. Mas você ainda tem dez mil dólares.    
O caixa e o banco não estão preocupados com seus sentimentos. Você pode estar alegre ou deprimido; isto não faz diferença. O fator decisivo quanto a se o dinheiro é seu ou não se baseia completamente no valor do cheque e na assinatura da pessoa que lho deu. Seus sentimentos são irrelevantes.     
O passo dois no conhecimento da vontade de Deus em sua vida e na compreensão de Sua orientação é mais uma advertência do que um processo real. É que você não deve se deixar guiar pelos sentimentos.    
Esta é uma advertência válida, porque muitas vezes a tentação consiste em fazer exatamente isto. Talvez quando você pela primeira vez começa a buscar a vontade de Deus sobre um assunto, tem uma "primeira impressão do que deveria ser Sua resposta. Mais tarde, se Sua resposta é protelada, é fácil ficar impaciente e desanimado. Mas você não deve confiar nem no primeiro impulso nem nas emoções instáveis que podem seguir-se quando se propõe tomar uma decisão especial. Os sentimentos jamais são um guia seguro".    
O grupo intitulado "Campus Crusade" (Cruzada Evangelística para Universitários) tem um pequeno diagrama que usam para ilustrar este ponto. Pintam uma locomotiva, um vagão carvoeiro e um vagão de freio. A locomotiva é rotulada de realidade. O vagão carvoeiro é a fé. O vagão de freio chama-se sentimento. Se você tentar dirigir um trem pelo vagão de freio, entra em dificuldades. É a locomotiva que deve puxar o trem. E afinal, a locomotiva pode fazer a viagem com o vagão de freio ou sem ele.    
Os sentimentos podem incluir muita coisa. Está você com medo de realizar algo especial? Vai isto contra seus gostos pessoais? Parece isto emocionante? Você acha que seria divertido? Parece que você não está qualificado para a tarefa? É isto precisamente o que você sempre quis? A lista poderia prosseguir infindavelmente. Os sentimentos, tanto bons quanto maus, vêm em muitas variedades.    
Um motivo por que este segundo passo é tão importante é que ao tentar compreender a vontade de Deus em sua vida é importante considerar todos os oito passos, e não apenas um ou dois. Os oito passos provêem um sistema de cheques e saldos. Você pode errar em um passo, mas os outros passos podem mostrar-lhe onde você errou. Afinal, a decisão é tomada à base do peso da evidência, não baseada em qualquer passo único. Mas a advertência está aqui incluída sob o passo dois porque este passo é talvez aquele que é o mais fácil de considerar-se completo em si mesmo. É uma importante advertência porque os sentimentos, tanto positivos quanto negativos, podem ser incentivos muito poderosos. Contudo se você tentar dirigir sua vida espiritual baseado nos sentimentos, achar-se-á em tanta dificuldade como se tentasse dirigir o trem pelo vagão de freio. Não leva você a lugar nenhum.    
Todavia, não devemos desconsiderar completamente os sentimentos. Um dos métodos pelos quais o Senhor nos comunica Sua vontade é através das impressões do Espírito Santo sobre o coração. As impressões e os sentimentos podem ser muito semelhantes, não é? Como sabe você a diferença entre simples sentimentos, o impulso do momento, e a convicção do Espírito em sua mente?    
Reconheçamos primeiramente que há alguns sentimentos que são pecaminosos e outros que não são pecaminosos. Os sentimentos pecaminosos podem incluir temor, paixão, dúvida, ira ou cobiça. Os sentimentos que não são pecaminosos podem incluir coisas como esperança, felicidade, cansaço, fome ou tristeza.    
O diabo gosta de operar através dos nossos sentimentos para afastar-nos de Deus. Se estamos nos sentindo alegres e otimistas, ele nos tentará levar isto a extremos e tornar-nos envolvidos em fanatismo ou presunção, correndo adiante de Deus. E se estamos nos sentindo desanimados e tristes, ele tentará despertar o temor e a desconfiança, para que venhamos a ceder às suas tentações.    
Você pode ver isto acontecendo no caso de Elias. Ele foi possuído de alguns sentimentos muito positivos no cume do Carmelo. Chegara o final dos três anos e meio de fome, e com ele a demonstração entre Deus e Baal. Deve ter sido para ele uma tremenda emoção quando o fogo chamejante desceu do céu, consumindo o sacrifício e o altar e a água ao redor. Sua fé era forte. Ele creu que Deus responderia a fim de vindicar a Sua própria honra e o Seu nome diante do povo. Mas que tremendos sentimentos devem ter se avolumado por todo o seu ser ao estar ali e testemunhar o ocorrido!    
Depois Elias tomou a dianteira no juízo sobre os 400 profetas de Baal, o que certamente exigiu muito esforço de seu sistema nervoso! Seu coração deve ter sido dilacerado de tristeza, horror e agonia ante a tarefa que foi levada a desempenhar.    
Em seguida ele foi ao cume da montanha e começou a orar por chuva. Esta não veio imediatamente como o fogo do céu, e Elias ficou cheio de desconfiança própria. Ficou ali no topo da montanha, esquadrinhando o coração e continuando a insistir em suas petições até que seu servo voltou e relatou sobre uma pequena nuvem no horizonte. Isto era tudo. Elias se levantou e correu adiante dos carros de Acabe todo o caminho de volta para a cidade - a primeira maratona!    
Quando Elias foi dormir naquela noite em um calmo canto fora dos muros da cidade com seu manto enrolado em torno de si, deve ter estado tão emocionalmente esgotado como nenhum outro poderia estar. Estava também fisicamente exausto. Seus sentimentos devem ter sido despedaçados durante todo aquele longo e memorável dia. Agora o diabo se apressou para tirar vantagem dos sentimentos que não eram pecaminosos, a fim de levá-lo a sentimentos que eram.    
Elias foi despertado abruptamente e alisado de que Jezabel estava a postos para tirar-lhe a vida. A esta altura seu cansaço, fome e tristeza se transformaram em temor. Ele cruzou a linha para o território do diabo. O temor obtém más notas nas Escrituras. Leia isto em Apocalipse 21:8. Os temerosos estão entre aqueles que terão o seu lugar no lago de fogo, juntamente com alguns companheiros muito sórdidos. Apesar da vigorosa fé que o havia sustido nas horas anteriores do dia, Elias agora deu lugar a cego pânico e se dispôs a salvar-se a si mesmo. Fugiu para o deserto, abandonando seu posto do dever, tentando escapar das ameaças de Jezabel. Estava tão desanimado que acabou pedindo a morte, pensando ser o único que havia ficado em Israel fiel a Deus. Que contraste entre o temeroso e fugitivo Elias e o Elias do cume do monte Carmelo que bradou às multidões: "Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O." I Reis 18:21.    
Assim uma indicação de que seus sentimentos são ou não procedentes da convicção do Espírito Santo ou da sua própria natureza humana deve ser examinada, levando-se em conta se os sentimentos são ou não pecaminosos. O Espírito Santo jamais conduzirá através de sentimentos pecaminosos, não seria seguro afirmar? Diz II Timóteo 1:7: "Porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação."    
Outro aspecto a considerar, ao tentar determinar se os seus sentimentos são ou não simplesmente sentimentos, ou as impressões do Espírito Santo sobre o coração, é olhar para a diferença entre convicção e culpa. A culpa sempre procede do diabo. A convicção sempre provém do Espírito Santo. À primeira vista, estes dois podem parecer muito semelhantes. Mas a culpa sempre nos deixa desesperançados e desesperados. Quando o diabo nos assalta com a culpa, ele está tentando levar-nos a perder a esperança e a dar-nos por vencido, tentando levar-nos a concluir que o nosso caso é irremediável.    
Por outro lado, a convicção que procede do Espírito Santo vem com esperança e coragem para enfrentar o amanhã. Nunca nos deixa em desespero. O Espírito Santo jamais nos leva à condição de convicção e reconhecimento de nossa profunda necessidade da graça divina, sem também levar-nos além desta condição, à solução encontrada no sacrifício de Jesus e Sua justiça a ser aceita em nosso favor. O Espírito Santo traz convicção, jamais condenação.    
Outro fator a ser considerado ao tentarmos distinguir entre nossos próprios sentimentos e as impressões ou convicções do Espírito Santo é a questão de quem é o centro focalizado. Nossos sentimentos podem levar-nos a pôr os nossos interesses em primeiro lugar e focalizar nossa atenção sobre o que é melhor para nós. O Espírito Santo nos levará a fazer da glória e honra de Deus e das necessidades daqueles que estão ao nosso redor a primeira consideração.    
João Batista tinha fortes sentimentos contra estar na prisão de Herodes. Estava acostumado a espaços amplamente abertos, tendo liberdade de ir e vir como bem lhe aprouvesse. Estivera acostumado a uma vida de atividades. Não estava mais satisfeito com ser aprisionado no escuro cárcere do que teria estado eu ou você. Se ele tivesse posto suas necessidades em primeiro lugar, teria rapidamente se retratado de seus severos reprovações e recuperado a liberdade. Mas ele pôs de lado seus próprios desejos, porque a lealdade a Deus exigia que ele falasse a verdade com destemor e deixasse com Deus as conseqüências de tal fidelidade. Pôs em primeiro lugar a glória e a honra de Deus, e a despeito da solidão e isolamento de sua vida na prisão, ele foi capaz de dizer: "Convém que Ele cresça e que eu diminua.'' S. João 3:30".    
Podemos às vezes ser capazes de ver a diferença entre nossos sentimentos e as impressões do Espírito Santo aplicando o teste da razão e do juízo. Podemos ser capazes de raciocinar de causa para efeito, de reconhecer quando estamos especialmente cansados ou sofrendo dos efeitos de extremo estresse. E Deus quer que exerçamos o bom discernimento e o bom senso nas decisões da vida.    
Mas a razão e o juízo podem não ser suficientes. Algumas das ações mais insensatas de toda a Bíblia foram praticadas por aqueles que estavam mais intimamente sob o controle de Deus. O que dizer de Gideão, atacando o inimigo com cântaros e tochas e 300 homens? O que dizer de Jônatas e seu escudeiro enfrentando sozinhos todo um exército? O que dizer de Davi, trajando as simples vestes de um menino pastor, saindo desarmado para enfrentar o gigante Golias, que estava coberto de armadura da cabeça aos pés? Ou de Josué, tentando tomar uma cidade caminhando em círculos ao redor da mesma e fazendo soar as trombetas?    
Se estivermos sob o controle de Deus e em sintonia com a Sua direção de nossa vida, Ele pode às vezes levar-nos a fazer coisas que aparentemente estão em completo desacordo com o bom senso e o senso comum. Assim, embora a razão e o juízo devam ser considerados, eles jamais podem ser uma prova final em prol ou contra a orientação divina.    
Podemos ser capazes de distinguir entre os simples sentimentos e as impressões do Espírito Santo aplicando o teste do tempo. Se há tempo antes que a decisão deva ser tomada, pode ser de real valor "consultar o travesseiro" quanto a ela, a fim de dar tempo à oração e meditação para determinar a fonte dos impulsos. Mas mesmo o teste do tempo pode não ser adequado. Pode não haver tempo suficiente para dar tal teste! O que dizer de Finéias, quando Israel estava prestes a atravessar o rio rumo à Terra Prometida? O plano de Balaão para amaldiçoar a Israel alcançara êxito e a rebelião tinha se tornado tão difundida que um dos líderes de Israel veio para o acampamento em plena luz do dia acompanhado por uma prostituta moabita e a levou abertamente para sua tenda.    
Finéias, filho do sumo sacerdote, não foi para casa a fim de refletir sobre isto e certificar-se de que não estava sendo impulsivo. Dirigiu-se à tenda e traspassou a ambos com um golpe de sua lança!    
Maria Madalena, naquela noite no banquete de Simão, não tomou tempo para esperar até ao dia seguinte para ver se o impulso de ungir a Jesus estava ainda por perto. Se tivesse feito isto, a oportunidade de ungir a Jesus não mais teria estado disponível. Quando o Espírito Santo impeliu Maria à ação, ela obedeceu instantaneamente.    
Não podia explicar por que havia escolhido aquela ocasião para honrar a Jesus. Quando começaram as acusações, ela ficou muda. Mas Jesus reconheceu o seu ato de amor e fez uma interessante promessa concernente ao mesmo. Ele afirmou que onde quer que o evangelho fosse pregado, enquanto o tempo durasse, a história da ação de Maria também seria repetida - e só aqui se fala em mais tempo.    
Assim há certas coisas que podemos considerar quando tentamos verificar se nossos sentimentos são meramente sentimentos, ou se eles são inspirados pelo Espírito Santo. Podemos considerar se eles são sentimentos pecaminosos. Podemos estar cientes da diferença entre culpa convicção. Podemos verificar se o centro de atenções está em nós mesmos ou na honra e glória de Deus. Podemos aplicar o teste da razão e do juízo - em um ponto. Podemos admitir o teste do tempo - Quando há tempo para tal teste.    
Mas o maior auxílio no reconhecimento da diferença entre simples sentimento e a voz interior do Espírito é conhecer a Deus. Como notamos no capítulo anterior, de S. João 10, as ovelhas reconhecem a voz do Pastor e distinguem esta voz da voz de um estranho, porque elas O conhecem.    
Abraão conhecia a Deus. Havia passado tempo lá fora sob as estrelas, comungando com o Deus do Céu, enquanto o resto do seu mundo estava adormecido. Quando Deus veio a ele e lhe ordenou que deixasse para trás o seu país e a sua parentela e fosse a algum destino desconhecido, ele foi avante, porque reconhecia a voz de Deus de seus contatos anteriores. Não se deixou levar pelos sentimentos. Foi guiado pelo que sabia ser as instruções divinas.    
Perto do final de sua vida, quando chegou o tempo da prova suprema, ele foi incapaz de ir pelos sentimentos. Tudo em seu coração de pai resistia à ordem de oferecer Isaque em sacrifício. Todas as suas esperanças e sonhos, todas as promessas de Deus feitas no passado, argüiam contra tal plano. Mas ele conhecia a voz de Deus e, desconsiderando seus sentimentos, a despeito de quão fortes eram, ele agiu novamente de acordo com a palavra do Senhor.    
Como você sabe, Abraão ouviu corretamente a voz de Deus, e quando foi plenamente provado, também foi provido um glorioso livramento, dando uma lição que falará através de todo o tempo e a todo o Universo, do amor de Deus em enviar Seu Filho para morrer em nosso lugar.    
Assim, quando importa em conhecer a vontade de Deus em nossa vida, é importante não decidir simplesmente à base do sentimento. É importante considerar todos os passos no conhecimento da orientação divina. Mas a maior certeza, atrás de todos os métodos para saber se você está seguindo Sua direção, é conhecê-Lo - e Ele lhe esclarecerá o que inclui Sua vontade para você. Conhecê-Lo, e conhecer a Sua voz, é essencial, se quisermos ter a certeza de que não estamos sendo levados por meros sentimentos.   
 
 
 
Religioso Recados para Orkut
 
August 27

Quando Jesus aparece nas coisas comuns - Carlos Eduardo Félix

 
 
 
Quando Jesus aparece nas coisas comuns 
Carlos Eduardo Félix 
   
  
Hoje é um dia comum. 
Uma manhã comum. 
Um raiar de sol comum. 
Muitos se levantam e vão para seus trabalhos comuns, mas nem tudo é tão comum para todo mundo.  
 
Deixe-me levá-lo a uma cidade ao sudeste de Nazaré chamada Naim, onde o comum passou à distância e o milagre passou por perto.  
 
Jesus sempre foi uma pessoa comum. 
Seu nome era comum, pois o nome Jesus era tão popular quanto Antônio ou Francisco nos dias de hoje.  
 
Sua vida era uma vida comum nos fundos de uma carpintaria, e tão pacata que ele poderia tirar uma soneca logo após o almoço. 
Jesus tinha amigos comuns, pais comuns, morava em uma casa comum em um mundo totalmente comum.  
 
Até que um dia Jesus foi convidado para um casamento comum. 
Lá, como não era comum, faltou vinho.  
 
“Eles não têm mais vinho” disse Maria, a mãe de Jesus.  
 
Então Jesus, das coisas comuns, fez o que não era comum às pessoas fazerem. Ele virou água em vinho.  
 
Incomum? Sem dúvida. 
Mas não é isso que Jesus adora fazer? 
Não foi isso que ele fez na cidade de Naim?  
 
Enquanto uma mulher contemplava o rosto pálido e frio de seu filho em um esquife, ela chorava. 
Ela tinha amado aquele filho com todo amor que uma pessoa pode ter por outra.  
 
Durante nove meses ela o carregou em seu ventre, seguro, aquecido e amado. 
Durante meses ela agüentou dores nas costas, noites mal dormidas, enjoou da sua comida favorita, deixou de usar seus vestidos mais charmosos. 
Durante meses ela viu a mudança em seu corpo e em sua vida.  
 
Mas ela amou cada minuto. Ela amou cada chute em sua barriga, e depois cada fralda trocada, cada noite de sono perdido e tardes explicando a tarefa escolar. 
Ela amou o seu filho com todas as suas qualidades e defeitos. 
Ela o amou e nada mais. 
Porque o que ela tinha era ele e nada mais.  
 
Agora aquele sorriso acabou, aquele brilho no olhar se extinguiu, aquela voz suave silenciou, porque aquele filho morreu. 
Durante todo esse tempo ela o acompanhou em sua vida e agora ela ia acompanhá-lo em sua morte.  
 
Lucas, que escreveu sobre aquele momento diz “...Estava saindo o enterro do filho único de uma viúva...”.  
 
O que estava sendo carregado para o sepulcro naquele dia era muito mais do que seu filho, era seu protetor, seu provedor e sua linhagem. 
Era tudo que ela tinha, e tudo que ela podia esperar que teria nesta vida.  
 
Para quem observava a passagem daquele cortejo funeral, era um dia comum, um momento comum, um funeral comum. 
Mas não ia ficar assim por muito tempo.  
 
Lucas conta “Ao vê-la, o Senhor se compadeceu dela e disse: ‘Não chore’.”  
 
Você diria isso para uma mãe que acabara de perder seu único filho? 
- “Não chore.”  
 
Você ousaria dizer estas palavras para um pai que acabara de perder sua família em um acidente? 
Você teria coragem de ir a um cemitério e dizer às pessoas para não chorarem? 
Creio que não. 
E nem eu.  
 
Mas, Jesus virou para o corpo daquele filho e disse “Jovem, eu lhe digo, levante-se!” O filho morto sentou-se e começou a conversar, e Jesus o entregou à sua mãe.  
 
Espere aí! 
Morto não se senta e nem tampouco conversa com alguém.  
 
Comum? 
Pode apostar que não.  
 
O incomum? 
Ele se chama “Jesus”.  
 
Temos um Jesus comum, mas que se faz incomum para chamar a sua atenção. 
Não foi isso que ele fez no casamento na Galiléia? 
Não foi isso que ele fez com a viúva de Naim? 
E com Lázaro, com o cego de Jericó, com a mulher adúltera, com Pedro andando sobre as águas e o mais incomum de todas as coisas – no Calvário quando o único filho de Deus foi morto por sua própria criação.  
 
Comum? 
Não. 
Jesus não foi comum quando se tratava de amor.  
 
O amor dele é fora deste mundo. 
É além da eternidade. 
É mais poderoso que a própria morte.  
 
E o que fazer quando o carpinteiro aparecer nas coisas que parecem comuns? 
Sorria. Pois, é em lugares assim, que um carpinteiro chamado Jesus gosta de aparecer.  
 
 
 
Religioso Recados para Orkut
 
 
 
 
 
 
August 06

Queridos amigos / Conselhos Para Pais

 
 
Queridos amigos,   
Obrigada pelo carinho, emails, visitas, apoio, bem por tudo...   
Ainda vou ficar mais um pouquinho ausente. Fico com o coração apertado por não poder visita- los. Logo estarei de volta!!! Amo vocês!!!   
Beijos no coração de cada um.   
DEUS os proteja e os guarde com sua destra. 
 
 
 
 
 
 
Conselhos Para Pais   
Charles Swindoll    
   
   
1. Resista à tentação de dar coisas ao invés de dar de si mesmo - nossa presença, nosso envolvimento pessoal.    
   
Prover para a família é bíblico e temos um dever de providenciar para nossos filhos. 1 Tim. 5:8 chama aquele que fracassa em prover para sua família "pior que o descrente".    
Mas a tentação à qual estou me referindo vai além das necessidades básicas. É a batalha entre brinquedo versus tempo.    
   
Às vezes o pai deseja tentar compensar as longas horas que ele passa ausente com coisas materiais, ao invés de estar "lá" quando precisam dele.    
   
Não tem como substituir sua presença, seu tempo em:     
- festas da escola;     
- ajudar no dever de casa, quando há necessidade;     
- assistir o jogo quando o filho está competindo;     
- estar por perto, quando ele está aprendendo a jogar bola ou quando ela quer ajuda para fazer um desenho ou armar uma pipa.   
   
* Jesus veio aqui nos mostrar o amor de Deus pelos seus filhos.    
O que foi que Jesus deu aos seus discípulos? Roupas? Bens? Dinheiro? O que Jesus mais deu a seus discípulos foi seu tempo.    
   
Mat 28:20 "E eis que estou convosco todos os dias …."    
Vamos ver nessas seis dicas que Jesus tratou seus discípulos como nós pais devemos tratar nossos filhos.     
   
2. Não dê o melhor no trabalho e apenas o que sobrar em casa.    
   
Todos nós temos limites de energia, entusiasmo, idéias, humor, e paixão pela vida.    
É fácil para os pais usar todas essas coisas no trabalho, deixando quase nada para o final do dia.    
Resultado, a esposa e os filhos recebem só os restos.    
   
Pais, nossas famílias merecem mais! Se você não reservar parte da sua energia e força para sua família, você chega lá no final do dia cansado, irritado e sem disposição para "dar" mais nada!    
   
Vamos ser homens que pensam primeiro no bem estar de nossas famílias.    
Vamos conservá-las como a prioridade nas nossas vidas.    
Vamos preservar o melhor que temos para nossas famílias.    
   
* Jesus ensinou muitas pessoas, às vezes milhares.    
Ele teve que enfrentar inimigos decididos a matá-lo.    
Mas, Jesus sempre guardou o melhor dele mesmo para seu tempo com seus discípulos.    
A passagem mais famosa nos ensinamentos de Jesus, o "Sermão do Monte" é direcionada não às multidões, mas aos discípulos.    
   
Em Mateus 5:1-2, quando Jesus viu o tamanho da tarefa diante dele, quando ele tinha muito trabalho a fazer, ele se dedicou a ensinar aqueles poucos que Deus tinha dado especialmente a ele.   
   
João 17 mostra o apego especial que Jesus tinha para com esses discípulos:    
   
João 17:6-9 "Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo. Eram teus, tu mos confiaste, e eles têm guardado a tua palavra. Agora, eles reconhecem que todas as coisas que me tens dado provêm de ti; porque eu lhes tenho transmitido as palavras que me deste, e eles as receberam, e verdadeiramente conheceram que saí de ti, e creram que tu me enviaste. É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus…"    
… v. 12 Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura."    
   
Jesus olhou para estes homens como uma dádiva preciosa de Deus. E nós ainda mais, devemos olhar nossos filhos assim!    
Jesus se esforçou para guardar, para preservar e para não perder nenhum.    
Vemos o carinho, a afeto que Jesus tinha para com seus discípulos.    
   
É verdade que Jesus não se casou, não teve filhos, nunca foi "pai" enquanto esteve aqui na terra.    
Mas, dizer que ele não sabia como um pai sente é esquecer que, se ele e Deus são um, então ele sente o que um pai sente.    
É assim que Deus quer que nós pais sintamos para com nossos filhos.     
   
3. Ao invés de dar "sermões" sobre tudo que precisa mudar em seus filhos, que tal dar um bom exemplo através de uma atitude de escutar e aprender com a família.    
   
Tiago 1:19: "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar."    
   
Quando as coisas fogem do controle em casa, temos a tendência natural de inverter a ordem do que Tiago disse.    
Primeiro, ficamos com raiva.    
Daí gritamos (sempre a mesma coisa…"Quantas vezes eu tenho que lhe dizer para não mexer com a antena da televisão quando estou vendo o jogo…!!!.).    
Finalmente, nós ouvimos.    
   
Quando isso acontece, nós perdemos o mais importante.    
Nossos filhos podem parar. Pode ser que eles olhem para nós.    
Mas eles não estão ouvindo.    
Eles se calam. Eles param. Eles nos temem, mas, eles não nos respeitam.    
Nossa casa não é uma extensão do nosso escritório ou sala de trabalho.    
Sua esposa e filhos não são seus empregados.    
   
Talvez consigamos respeito automaticamente onde trabalhamos; mas em casa precisamos ganhá-lo à moda antiga: através de nosso exemplo.    
   
O difícil não é dominá-los, mas dominar a nós mesmos, e ganhar a luta contra nosso próprio temperamento.    
   
Em Lucas 9:46 Jesus viu os discípulos discutindo quem era maior.    
Talvez dois anos mais tarde a mesma discussão começa na hora da última ceia em    
Lucas 22:24    
Suscitaram também entre si uma discussão sobre qual deles parecia ser o maior. 25 Mas Jesus lhes disse: Os reis dos povos dominam sobre eles, e os que exercem autoridade são chamados benfeitores. 26 Mas vós não sois assim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve. 27 Pois qual é maior: quem está à mesa ou quem serve? Porventura, não é quem está à mesa? Pois, no meio de vós, eu sou como quem serve.    
   
Qual a atitude de Jesus? Gritos? Desespero? Frustração?    
Jesus falou as mesmas palavras, com a mesma paciência que tinha falado dois ou três anos antes.    
   
Jesus lembrou os discípulos de seu exemplo.    
Como pais, não podemos ter exemplo melhor do que Jesus. Vamos tratar nossos filhos com a mesma paciência com a qual Jesus tratou seus discípulos.    
E, quem sabe, eles acabam um dia sendo igual àqueles mesmos discípulos do Mestre Jesus.      
   
4. Vamos não exigir a plena perfeição dos nossos filhos.    
   
Nós pais às vezes exigimos demais, não é?    
Às vezes esperamos que nossos filhos sejam quase perfeitos em tudo.    
Se um terço dos chutes contra a rede de um jogador resultarem em gol, isso é o que?    
É um ótimo resultado!    
De fato, se ele mantiver essa marca, será um sucesso no campeonato.    
Mas nós muitas vezes esperamos demais de nossa esposa e filhos, como se todos os chutes deles tivessem que resultar em gols.    
   
Seu filho vai ter notas baixas, ele vai ter brigas com colegas.    
Ele vai esquecer de lhe dar um recado importante.    
Mas, tenha cuidado em como você reage às falhas dele.    
   
Col 3:20 "Pais, não irriteis os vossos filhos, para que não fiquem desanimados."    
   
Uma criança irritada é alguém que não consegue saltar alto o suficiente, graças a um pai exigente, que por ignorância pensa que ser um bom técnico significa estar sempre subindo a barra.    
Já vimos na vida de Jesus como ele foi paciente com as falhas de seus discípulos.    
Não podemos esquecer que ele continua paciente para conosco.    
Devemos ter cuidado não somente no julgamento dos outros, mas de nossos filhos também:    
   
Mat 7:2 "Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também."     
   
5. Resista à tentação de encontrar intimidade ou prazer fora da sua casa.    
   
Graças à nossa habilidade de racionalizar, nós homens podemos nos envolver nos casos mais ridículos que alguém pode imaginar. Eu já ouvi diversas estórias.    
Eu também já escutei os filhos dos adúlteros depois do ocorrido, que nunca conseguiram compreender, que sofrem mais do que podemos descrever, que carregam cicatrizes permanentes.    
   
O charme da paixão sedutora é incrivelmente forte, capaz de cegar até os santos.    
A tentação pode ser o suficiente para fazer um pai esquecer por um momento até sua família.    
   
O desejo pode fazê-lo menosprezar as conseqüências devastadoras do seu pecado.    
Mas, há conseqüências e elas podem destruir não somente sua família, mas seus filhos também.    
   
** É por isso que eu sugiro que os pais carreguem consigo uma foto da sua família, e que a olhem com freqüência.    
É difícil ter fantasias sexuais enquanto se olha para os rostos sorridentes e crédulos dos seus familiares.    
Qual a atitude de Jesus perante as tentações que ele enfrentou?    
   
João 17:19 "E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade."    
   
Jesus se manteve puro e se negou, porque era certo e justo.    
Mas, também sabemos que ele fazia isso pensando nos seus discípulos e na importância disso para eles.     
   
6. Assuma seu papel de líder espiritual da sua família.    
   
Sua esposa e filhos desejam que você os guie espiritualmente.    
Os filhos adoram saber que seu pai ama a Deus, anda com Deus e fala sobre Deus.    
Nunca esqueça seu valor como líder espiritual da família.    
Deut 4:10-11    
Reúne este povo, e os farei ouvir as minhas palavras, a fim de que aprenda a temer-me todos os dias que na terra viver e as ensinará a seus filhos. Então, chegastes e vos pusestes ao pé do monte; e o monte ardia em fogo até ao meio dos céus, e havia trevas, e nuvens, e escuridão.    
   
Deut 6:1-7    
Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o SENHOR, teu Deus, se te ensinassem, para que os cumprisses na terra a que passas para a possuir;    
para que temas ao SENHOR, teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida; e que teus dias sejam prolongados. Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR. Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te.    
   
Está pronto para um desafio?    
Comece a passar tempo com Deus, torne-se num homem de oração, ajude sua família a saber o quanto você ama a Cristo e deseja honrá-lO.    
   
Por que não começar hoje?    
Vamos lá, é um dos maiores presentes que um homem pode dar a sua família.    
   
E, não há dia melhor para começar do que no seu dia.    
   
   
Painho,     
Obrigada por sempre esta ao meu lado mesmo nos momentos em que é difícil aceitar   
minhas decisões... Obrigada por confiar em mim, mesmo que pra isso algumas vezes o senhor teve que engolir seu orgulho ou passar por cima de seus princípios pra ficar do meu lado... Obrigada por ser simplesmente meu PAI... Eu te amo demais...   
   
Karine Mota
 
 
   

Bênção: 4

 


July 12

O poder de Deus na fraqueza.

 
 
 
 
 

 

 O poder de Deus na fraqueza.   
Rick Warren   
   
Somos fracos mas, pelo poder de Deus, viveremos com ele para servir vocês.   
2 Coríntios 13.4; NVI   
   
Eu estou com você; isso é tudo que você precisa.   
2 Coríntios 12.9a; BV   
   
Deus realmente gosta de usar pessoas fracas.   
Todo o mundo tem fraquezas. Na verdade, você tem uma coleção de defeitos e imperfeições: físicas, emocionais, intelectuais e espirituais. Você também pode viver situações incontroláveis que o enfraquecem, como obstáculos financeiros e de relacionamentos. O mais importante é o que você faz com isso. Normalmente, negamos nossas fraquezas, as defendemos, damos desculpas, escondemos - e tornamos a senti-las. Isso impede que Deus as use da forma que deseja.   
Deus tem uma perspectiva diferente de sua fraqueza. Ele diz: Os meus caminhos são mais altos do que os seus caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os seus pensamentos; então, ele muitas vezes age de forma diametralmente oposta ao que esperamos. Imaginamos que Deus quer usar somente nossos pontos fortes; mas ele também quer usar nossas fraquezas para sua glória.   
A Bíblia diz: Deus escolheu  para envergonhar os poderosos  o que o mundo acha fraco. Suas fraquezas não são um acidente. Deus as permitiu em sua vida deliberadamente, a fim de demonstrar seu poder por meio de você.   
Deus nunca ficou impressionado com a força ou a auto-suficiência. Aliás, ele é atraído por pessoas que são fracas e admitem isso. Jesus considera os que reconhecem as próprias necessidades, "pobres em espírito". Essa foi a primeira atitude a ser abençoada por ele.   
   
A Bíblia é cheia de exemplos sobre como Deus adora usar pessoas comuns e imperfeitas para realizar coisas extraordinárias, a despeito de suas fraquezas. Se Deus só utilizasse pessoas perfeitas, nada jamais seria realizado, porque nenhum de nós é impecável. Deus utiliza pessoas imperfeitas: esse é um fato animador para todos nós.   
A fraqueza, ou "espinho", como Paulo a chamou, não é um pecado ou vício de caráter que você possa mudar, como, por exemplo, exagerar na comida ou ser impaciente. A fraqueza é qualquer limitação que você herdou ou não tem meios de alterar. Poderá ser uma limitação física, como uma deficiência, uma doença crônica, a vitalidade naturalmente baixa ou uma inaptidão. Poderá também ser uma limitação emocional, como a seqüela de um trauma, uma lembrança dolorosa, um comportamento peculiar ou algum fator hereditário. Ou poderá ainda ser uma limitação intelectual ou de suas habilidades. Nem todos somos absolutamente brilhantes ou talentosos.   
Quando você pensa nas limitações de sua vida, pode sentir-se tentado a concluir: "Deus nunca poderia me usar". Mas Deus jamais fica limitado pelas nossas limitações. Aliás, ele gosta de pôr seu grande poder em embalagens comuns. A Bíblia diz: Somos como vasos de barro nos quais esse tesouro é armazenado. O poder real vem de Deus, e não de nós. Como a cerâmica comum, somos frágeis, falhos e quebramos com facilidade. Mas Deus irá nos usar, se permitirmos que ele trabalhe por meio das nossas fraquezas. Para que isso aconteça, devemos seguir o exemplo de Paulo.   
   
Admita as suas fraquezas. Confesse suas imperfeições. Pare de fingir que é perfeito e seja honesto sobre si mesmo. Em vez de viver dando desculpas e se recusando a aceitar, identifique sem pressa suas fraquezas pessoais. Você pode até fazer uma lista delas.   
Duas grandes confissões do Novo Testamento demonstram o que é necessário para uma vida saudável. A primeira foi de Pedro, que disse a Jesus: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. A segunda confissão foi feita por Paulo, que disse a uma multidão que o idolatrava: Nós também somos humanos como vocês. Se você quer que Deus o use, deve saber quem é Deus e quem é você. Muitos cristãos, principalmente líderes, esquecem da segunda verdade: somos apenas humanos! Se forem necessários problemas graves para que você admita isso, Deus não irá hesitar em permiti-los, porque ele ama você.   
   
Regozije-se na sua fraqueza. Paulo disse: Portanto, eu me sinto muito feliz em me gabar das minhas fraquezas, para que assim a proteção do poder de Cristo esteja comigo. Eu me alegro também com as fraquezas pelas quais passo por causa de Cristo. Em princípio, isso não faz nenhum sentido. Queremos ser libertos de nossas fraquezas, e não nos regozijarmos nelas! Mas o regozijo é uma manifestação da fé na bondade de Deus. É como se ele dissesse: "Deus, eu sei que você me ama e sabe o que é melhor para mim".   
Paulo nos dá várias razões para ficarmos felizes com as fraquezas que nasceram conosco. Primeiro, elas nos fazem depender de Deus. Falando a respeito da própria fraqueza, que Deus se recusou a eliminar, Paulo disse: Já que eu sei que tudo é para o bem de Cristo, sinto-me bem feliz com o "espinho", e com os insultos, as durezas, as perseguições e as dificuldades; porque, quando estou fraco, então sou forte - quanto menos tenho, mais dependo dele. Sempre que se sentir fraco, Deus o estará relembrando de que você depende dele.   
 
Nossas fraquezas também previnem a arrogância. Elas nos mantêm humildes. Paulo disse: Para que eu não ficasse muito orgulhoso, me foi dado o dom de uma deficiência, para me colocar em constante contato com minhas limitações. Deus em muitos casos junta uma grande fraqueza com uma grande força para manter nosso ego sob controle. A limitação pode agir como o controlador que nos impede de ir rápido demais e passar à frente de Deus.   
Quando Gideão recrutou um exército de 32 mil homens para combater os midianitas, Deus os reduziu a apenas trezentos homens. Isso fez que suas chances no combate contra as tropas inimigas, que possuía 135 mil homens, ficassem reduzidas à proporção de 1 para 450. Isso, aparentemente, era a receita para a ruína, mas Deus agiu assim para que Israel soubesse que havia sido o poder de Deus, e não a força deles, que os havia salvado.   
   
Nossas fraquezas também incentivam a comunhão entre os crentes. Enquanto a força gera um espírito independente ("Não preciso de mais ninguém"), nossas limitações demonstram quanto precisamos uns dos outros. Quando tecemos as frágeis fibras de nossa vida, uns com os outros, surge uma corda de grande força. Vance Havner brincava: "Os cristãos são como flocos de neve: isolados, são frágeis, mas, juntos, param o trânsito".   
Acima de tudo, nossas fraquezas aumentam nossa capacidade de ministrar e de sentir compaixão. Elas nos tornam mais propensos a ser atenciosos e a sentir compaixão pelas fraquezas dos outros. Deus quer que você tenha sobre a terra um ministério semelhante ao de Cristo. Isso significa que as outras pessoas deverão achar cura em suas feridas. Suas mais profundas mensagens de vida e seu ministério mais eficiente surgirão de suas dores mais profundas. As coisas que o deixam mais constrangido, mais envergonhado, as quais você reluta em partilhar, são os mesmos instrumentos que Deus usará com mais poder para curar os outros.   
   
O grande missionário Hudson Taylor disse: "Todos os gigantes de Deus são pessoas fracas". A fraqueza de Moisés era seu gênio. Em virtude de seu temperamento, ele assassinou um egípcio, feriu a rocha com a qual deveria conversar e quebrou as tábuas dos Dez Mandamentos. Ainda assim, Deus transformou Moisés em um homem muito paciente, mais do que qualquer outro que havia na terra.   
As fraquezas de Gideão eram a baixa auto-estima e profunda insegurança, mas Deus o transformou em um ... poderoso homem de valor. A fraqueza de Abraão era o medo. Não uma, mas duas vezes, ele afirmou que a esposa era sua irmã para se proteger. Mas Deus transformou Abraão no pai de todos os que crêem. Impulsivo e sem força de vontade, Pedro se tornou pedra, o adúltero Davi se tornou homem segundo o meu coração e João, um dos arrogantes "Filhos do Trovão", se tornou o "Apóstolo do Amor".   
A lista poderia seguir interminavelmente. Não tenho tempo para falar de Gideão, Baraque, Sansão, Jefté, Davi, Samuel e os profetas, os quais pela fé da fraqueza tiraram força. Deus é especialista em transformar fraqueza em força. Ele quer pegar sua maior fraqueza e transformá-la.   
   
Partilhe suas fraquezas de forma sincera. O ministério começa com a vulnerabilidade. Quanto mais você abaixa a guarda, tira a máscara e conta suas lutas, mais Deus poderá usá-lo para servir aos outros. Paulo foi um exemplo de vulnerabilidade em todas as suas cartas. Ele contava abertamente.   
   
Suas falhas: Quando quero fazer o bem, não o faço e, quando tento não cometer erros, acabo errando do mesmo jeito.   
Seus sentimentos: Meus queridos amigos de Corinto! Eu contei-lhes tudo quanto sentia; eu os amo de todo o coração.   
Suas frustrações: Fomos esmagados e totalmente oprimidos. Pensamos que jamais iríamos sobreviver àquela situação.   
Seus medos: Quando vim até vocês, eu estava fraco, amedrontado e trêmulo.   
   
É lógico que a vulnerabilidade é arriscada. Pode ser assustador baixar as defesas e abrir a vida aos outros. Quando você expõe seus fracassos, sentimentos, frustrações e temores, você arrisca ser rejeitado. Mas os benefícios valem o risco. A vulnerabilidade liberta emocionalmente. Quando nos abrimos, aliviamos a tensão e dissipamos nossos medos, o que é o primeiro passo rumo à libertação.   
Nós já vimos que Deus "dá graça ao humilde", mas muitos não compreendem a humildade. Ter humildade não é se rebaixar ou negar a própria força, mas ser sincero sobre suas fraquezas. Quanto mais franco você for, mais terá da graça de Deus. E também receberá graça dos outros. A vulnerabilidade é uma qualidade cativante. Somos naturalmente atraídos por pessoas humildes. A pretensão traz aversão, mas a autenticidade atrai, e a vulnerabilidade é o caminho para a intimidade.   
É por isso que Deus quer usar suas fraquezas, e não apenas seus pontos fortes. Se as pessoas só puderem ver seus pontos fortes, irão desanimar e pensar: "Bem, melhor para ele; mas nunca poderei fazer isso". Entretanto, quando vêem Deus usá-lo apesar de suas fraquezas, animam-se e pensam: "Talvez Deus também possa usar-me"! Nossos pontos fortes criam competição, mas nossas fraquezas criam a vida em comunidade.   
   
Em algum ponto da vida, você terá de decidir se quer impressionar ou influenciar as pessoas. Você pode impressionar as pessoas de longe, mas tem de chegar perto para influenciá-las; e, quando você fizer isso, elas poderão ver suas imperfeições. Não há nenhum problema. A qualidade essencial em um líder não é a perfeição, mas a credibilidade. As pessoas devem ser capazes de confiar em você, caso contrário não o seguirão. Como você constrói credibilidade? Não fingindo ser perfeito, mas sendo sincero.   
   
Glorie-se na sua fraqueza. Paulo disse: Duma experiência assim vale a pena gloriar-se, porém não vou fazê-lo. Vou apenas gloriar-me de quão fraco sou e quão grandioso é Deus para usar uma fraqueza dessas para sua glória. Em vez de posar como ícone de invencibilidade e autoconfiança, veja a si mesmo como um troféu da graça de Deus. Quando Satanás apontar as fraquezas que você tem, concorde com ele e encha o coração de louvores a Jesus, que compreende todas as nossas fraquezas,22 e ao Espírito Santo, que nos ajuda em nossa fraqueza.23   
Algumas vezes, entretanto, Deus transforma um ponto forte em fraqueza, a fim de nos usar ainda mais. Jacó foi um manipulador, passou a vida conspirando e então fugindo das conseqüências. Certa noite, ele lutou com Deus e disse: "Eu não o deixarei ir enquanto não me abençoar". Deus disse "Tudo bem", mas então lhe deslocou a coxa do quadril. O que significa tudo isso?   
Deus tocou a força de Jacó (o músculo da coxa é o mais forte do corpo humano) e a transformou em fraqueza. Daquele dia em diante, Jacó passou a mancar, para que jamais voltasse a fugir. Isso o forçou a depender de Deus, quer desejasse, quer não. Se você quer que Deus o abençoe e o use de forma poderosa, deverá estar disposto a mancar pelo resto da vida, pois Deus usa pessoas fracas.        
    
   
Deus opera melhor quando admito minhas fraquezas.   
   
Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza (2 Coríntios 12.9a; NVI).  

 

 

 

Lembrem-se...   
Nos dias de provação, efetivamente, não seriam razoáveis    
quaisquer espetáculos de bom humor, entretanto, o bom ânimo    
e a esperança são luzes e bênçãos em qualquer lugar.   

KGMC 

 

 

 

           
      

 

 

 


June 22

Simplesmente Como Jesus

 
 
 
 
 

 

 

Simplesmente Como Jesus   
Max Lucado   
   
   
UM CORAÇÃO COMO O SEU   
   
Que aconteceria se por um dia Jesus se convertesse em você?   
Que tal se por vinte e quatro horas Jesus se levantasse de sua cama, andasse com seus sapatos, vivesse em sua casa, e seguisse seu horário? Seu chefe seria o chefe dEle, sua mãe seria a mãe Dele, suas dores seriam as dEle? Com uma exceção, nada em sua vida muda. Sua saúde não muda. Suas circunstâncias não mudam. Seu horário não se altera. Seus problemas não se resolvem. Só ocorre uma mudança.   
Que tal se, por um dia e uma noite, Jesus vivesse sua vida com o coração dEle? O coração que você tem no peito tem o dia livre e sua vida é dirigida pelo coração de Cristo. As prioridades dEle governam suas ações. As paixões dEle impulsionam suas decisões. O amor de Cristo dirige sua conduta.   
Como seria? As pessoas notariam alguma mudança? Sua família, veria algo novo? Seus colegas de trabalho, perceberiam alguma diferença? Que tal os menos afortunados? os trataria da mesma maneira? Que tal seus amigos? Detectariam mais alegria? Que tal seus inimigos? Receberiam mais misericórdia do coração de Cristo que do seu?   
E você? Como se sentiria? O que essa mudança alteraria no seu nível de tensão? Em seu aspecto? Em suas explosões temperamentais? Dormiria melhor? Veria o pôr-do-sol diferente? A morte? Os impostos? Necessitaria de menos aspirinas e calmantes? Que tal sua reação às demoras no trânsito? (Isso dói, não?) Temeria ainda o que hoje teme? Melhor ainda, continuaria fazendo o que está fazendo?   
Faria o que você planejou pelas próximas vinte e quatro horas? Detenha-se e pense em seu horário. Obrigações, encontros, saídas, compromissos. Com Jesus apoderando-se de seu coração, mudaria alguma coisa?   
Continue pensando nisto por um momento. Ajuste a lente da sua imaginação até que tenha um quadro claro de Jesus guiando sua vida, então aperte o obturador e fotografe a imagem. O que você vê é o que Deus quer. Ele quer que você pense e atue como Jesus Cristo (Veja Filipenses 2.5).   
O plano de Deus não é nada menos que um novo coração. Se você fosse um carro, Deus iria querer controlar seu motor. Se fosse um computador, Deus controlaria os programas e o disco rígido. Se fosse um aeroplano, tomaria assento na cabine de comando. Mas você é uma pessoa, então Deus quer mudar seu coração.   
Paulo diz:   
"E vos renoveis no espírito da vossa mente; E vos revistais do novo homem [que é ter um novo coração], que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade" (Efésios 4.23-24).   
   
Deus quer que você seja como Jesus. Quer que tenha um coração como o Dele.   
Vou correr um risco. É perigoso resumir em uma só declaração verdades grandiosas, mas vou tentar fazê-lo. Se uma frase ou duas pudessem captar o desejo de Deus para cada um de nós, diria o seguinte:   
Deus o ama tal como você é, mas se recusa a deixá-lo assim. Ele quer que você seja simplesmente como Jesus.   
Deus o ama tal como você é. Se pensa que Seu amor por você seria maior, se a sua fé fosse maior, está enganado. Se pensa que Seu amor seria mais profundo se os seus pensamentos o fossem, equivoca-se de novo. Não confunda o amor de Deus com o carinho das pessoas. O carinho das pessoas em geral aumenta com o desempenho e diminui com os enganos. Mas não é assim com o amor de Deus. Deus o ama exatamente como você é. Cito o autor favorito de minha esposa:   
   
"O amor de Deus nunca cessa. Jamais. Ainda quando o desprezamos, o ignoramos, o rejeitamos, o menosprezamos, o desobedeçamos, Ele não muda. Nosso mal não pode diminuir Seu amor. Nossa bondade não pode aumentá-lo. nossa fé não ganha Seu amor, assim como a nossa torpeza não o incomoda. Deus não nos ama menos porque fracassamos, nem mais porque triunfamos. O amor de Deus nunca cessa".     
   
Deus ama você tal como você é, porém se recusa a deixá-lo assim.   
Quando minha filha Jenna tinha aproximadamente dois anos, eu costumava levá-la a um parque perto de nosso apartamento. Certo dia ela estava brincando num monte de areia, e um vendedor de sorvetes se aproximou. Comprei o doce, e quando me virei para entregá-lo a ela, percebi que ela estava com a boca cheia de areia. Onde eu queria pôr algo saboroso, ela tinha colocado terra.   
A amei com sua boca suja? É claro que sim. Era ela menos filha minha porque sua boca estava cheia de areia? Lógico que não. Eu a deixaria com areia na sua boca? Nem pensar. Eu a amava exatamente como ela era, porém me recusei a deixá-la como estava. A levei até uma torneira e lhe lavei a boca. Por quê? Porque a amava.   
Deus faz o mesmo conosco. Nos carrega até a fonte. "Cuspa a terra, meu bem", nosso Pai nos insta. "Tenho coisa melhor para você". Então nos limpa de nossa imundícia: imoralidade, falta de honra, prejuízos, amargura, avareza. Não gostamos que nos limpe; algumas vezes preferimos a terra em vez do sorvete. "Posso comer terra se quiser!", proclamamos e nos acabrunhamos. O que é verdade; podemos. Mas se o fizermos, nós é que sairemos perdendo. Deus tem uma oferta melhor. Quer que sejamos como Jesus.   
   
Não são boas notícias? Você não está entalado em sua personalidade atual. Não está condenado ao "reino dos resmungões". Você é maleável. Ainda que se tenha esmerado todos os dias de sua vida, não precisa esforçar-se exageradamente o resto de sua vida. E daí se você nasceu intolerante? Não precisa morrer assim.   
De onde tiramos a idéia de que não podemos mudar? De onde vêm afirmações como "A preocupação faz parte da minha natureza", ou "Sempre fui pessimista. Eu sou assim mesmo", ou "Tenho gênio ruim. Não posso evitar". Quem disse? Será que diríamos coisas similares a respeito do nosso corpo? "É minha natureza ter uma perna quebrada. Não posso fazer nada para evitar". Com certeza não. Se nossos corpos funcionam mal, buscamos ajuda. Não deveríamos fazer o mesmo com nossos corações? Não deveríamos procurar ajuda para nossas atitudes azedas? Não podemos pedir tratamento para nossos ataques de egoísmo? Com certeza podemos; Jesus pode mudar nossos corações. Ele deseja que ganhemos um coração como o dEle.   
Consegue imaginar uma oferta melhor?   
   
O CORAÇÃO DE CRISTO   
   
O coração de Jesus foi puro. Milhares adoravam o Salvador, porém Ele estava feliz com uma vida simples. Havia mulheres que o atendiam (Lc 8:1-3), contudo jamais foi acusado de pensamentos luxuriosos; sua própria criação o desprezou, porém voluntariamente os perdoou, antes mesmo que pedissem misericórdia. Pedro, que acompanhou Jesus por três anos e meio, o descreve como "um cordeiro sem mácula e sem contaminação" (1 Pedro 1:19). Depois de passar o mesmo tempo com Jesus, João concluiu: "não há pecado nEle" (1 Jo 3:5).   
   
O coração de Jesus foi pacífico. Os discípulos se preocuparam como a necessidade de alimentar milhares de pessoas, mas Jesus não. Agradeceu a Deus pelo problema. Os discípulos gritaram de medo diante da tempestade, mas Jesus não. Ele dormia. Pedro levantou sua espada para enfrentar os soldados, mas Jesus não. Jesus levantou sua mão para curar. Seu coração tinha paz. Quando seus discípulos o abandonaram, Ele se zangou e foi embora? Quando Pedro o negou, Jesus perdeu a paciência? Quando os soldados cuspiram no seu rosto, vomitou fogo sobre eles? Nem pensar. Tinha paz. Os perdoou. Recusou a se deixar levar pela vingança.   
   
Também recusou se deixar levar por nada que não fosse seu chamado do alto. Seu coração estava cheio de propósitos. A maioria das vidas não se planejam para nada em particular, e nada conseguem. Jesus se planejou para uma única meta: salvar a humanidade de seus pecados. Pôde resumir sua vida com uma frase: "o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido" (Lc 19:10, ). Jesus se concentrou de tal modo na sua tarefa que soube quando devia dizer: "Ainda não é chegada a minha hora" (Jo 2:4, ) e quando "Está consumado" (Jo 19:30, ). Mas não se concentrou em seu objetivo a ponto de ser desagradável. Ao contrário. Que agradáveis foram seus pensamentos! As crianças amavam sua companhia. Jesus pôde achar beleza nos lírios, alegria na adoração e possibilidades nos problemas. Podia passar dias com multidões de doentes e ainda sentir compaixão deles. Passou mais de três décadas vadeando entre o lodo e o lamaçal de nosso pecado, e ainda assim viu em nós suficiente beleza para morrer pelos nossos erros.   
   
Mas o tributo que coroa a Cristo é este: seu coração foi espiritual. Seus pensamentos refletiam sua íntima relação com o Pai. "Estou no Pai, e o Pai em mim", afirmou (Jo 14:11,). Seu primeiro sermão registrado começa com as palavras: "O Espírito do Senhor é sobre mim" (Lc 4:18, ). Era "conduzido Jesus pelo Espírito" (Mt 4:1,), e estava "cheio do Espírito Santo" (Lc 4:1,). Do deserto voltou "pela virtude do Espírito" (Lc 4:14, ).   
   
Jesus recebia suas instruções de Deus. Era seu hábito ir adorar (Lucas 4:16). Era seu costume memorizar as Escrituras (Lucas 4:4). Lucas diz que Jesus "retirava-se para os desertos, e ali orava" (Lc 5:16, ). Seus momentos de oração o guiavam. Uma vez regressou depois de orar e anunciou que era tempo de passar para outra cidade (Mc 1:38). Outro tempo de oração resultou na seleção dos discípulos (Lc 6:12-13). Jesus era guiado por uma mão invisível. "Tudo quanto ele [o Pai] faz, o Filho o faz igualmente" (Jo 5:19,). No mesmo capítulo afirmou: "Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma. Como ouço, assim julgo" (Jo 5:30, ).   
O coração de Jesus foi espiritual.   
   
O CORAÇÃO DA HUMANIDADE   
   
Nossos corações parecem estar muito longe do de Jesus. Ele é puro; nós somos cobiçosos. Ele é pacífico; nós somos veementes. Ele é cheio de propósitos; nós nos distraímos. Ele é agradável; nós somos rebeldes. Ele é espiritual; nós nos apegamos a esta terra. A distância entre nossos corações e o dEle parece ser imensa. Como poderemos sequer pensar em ter o coração de Jesus?   
Preparado para uma surpresa? Já o tem. Você já tem o coração de Cristo. Por que está me olhando assim? Acha que eu brincaria assim neste assunto? Se você está em Cristo, então já tem o coração de Cristo. Uma das promessas supremas, e da qual nos apercebemos, é simplesmente esta: se você entregou sua vida a Jesus, Jesus se deu a si mesmo. Fez do seu coração a sua morada. Seria difícil dizer isso de uma forma mais concisa do que Paulo: "Cristo vive em mim" (Gl 2:20,).   
Mesmo correndo o risco de ser repetitivo, me permita voltar a dizer: se você já entregou sua vida a Jesus, Ele mesmo se deu a você. Mudou-se para sua vida, desempacotou sua bagagem e está pronto para mudá-lo "de glória em glória na mesma imagem" (2 Co 3:18,). Embora pareça estranho, os que cremos em Cristo na verdade temos dentro de nós uma porção dos mesmos pensamentos e mente de Cristo (veja 1 Coríntios 2:16).   
Estranho é a palavra. Se tenho a mente de Jesus, por que ainda penso tanto como eu? Se tenho o coração de Jesus, por que ainda tenho as manhas de Max? Se Jesus mora em mim, por que ainda detesto os engarrafamentos de trânsito?   
Parte da resposta está ilustrada na história de uma senhora que tinha uma casinha perto de uma praia na Irlanda, no princípio do século. Era bem acomodada, porém também muito frugal. Por isso as pessoas se surpreenderam quando decidiu ser uma das primeiras a ter eletricidade em sua casa.   
Várias semanas depois da instalação, um funcionário chegou à sua porta para ler o medidor. Perguntou-lhe se a eletricidade estava funcionando bem, e ela assegurou-lhe que sim.   
- Poderia me explicar uma coisa? - disse o homem -. Seu medidor indica que não usou quase nada de eletricidade. Você está usando-a?   
- Mas é claro - respondeu ela - Todas as noites, ao pôr-do-sol, ligo as luzes enquanto acendo as velas; depois as desligo.    
Tinha instalado a eletricidade, mas não a utilizava. Sua casa tinha as instalações, mas não havia acontecido nenhuma mudança. Nós não cometemos o mesmo erro? Nós também, com nossas almas salvas mas com corações sem mudança, estamos conectados, mas sem alteração alguma. Confiamos em Cristo para a salvação, mas resistimos à transformação. Ocasionalmente ligamos o interruptor, mas na maior parte do tempo nos conformamos com as trevas.   
Que aconteceria se deixássemos a luz acessa? Que aconteceria se não só ligássemos o interruptor, mas que vivêssemos na luz? Que mudanças sucederiam se nos dedicássemos a viver sob o brilho de Cristo?   
Na há dúvidas a respeito: Deus tem um plano ambicioso para nós. O mesmo que salvou sua alma deseja refazer seu coração. Seu plano é nada menos que uma transformação total: Paulo diz que desde o princípio Deus decidiu moldar as vidas dos que o amam, de acordo com a forma de seu Filho (veja Romanos 8:29).   
Você se revestiu "do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou" (Colossenses 3:10, ).   
Deus está disposto a mudar-nos à semelhança do Salvador. Aceitaremos sua oferta? Eu sugiro o seguinte: Vamos imaginar o que significa ser como Jesus. Examinar atentamente o coração de Cristo. Passar alguns capítulos considerando sua compaixão, refletindo sobre sua intimidade com o Pai, admirando seu enfoque, meditando sobre sua resistência. Como Ele perdoou? Quando orou? O que o tornava tão agradável? Por que não desistiu? Fitemos "os olhos em Jesus" (Hb 12:2, ). Talvez ao fitá-lo, vejamos o que podemos chegar a ser.   
   
"Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também" Colossenses 3:13.  

 
 
 
 
         

June 11

As Promessas de Jesus - Dennis Downing.

 
 
 
 
As Promessas de Jesus 
Dennis Downing 
 
João 14:1-3 
Jesus disse: —Não se abalem! Continuem confiando em Deus e continuem confiando em mim. ?Na casa de meu Pai há muitos cômodos. Se não fosse assim, eu já lhes teria dito, pois vou preparar um lugar para vocês. ?Depois de ir e preparar lugar para vocês, eu voltarei. Então levarei vocês comigo, para que possam estar onde eu estiver.  
 
v. 3 Depois de ir e preparar lugar para vocês, eu voltarei. Então levarei vocês comigo, para que possam estar onde eu estiver.  
 
Jesus fez várias promessas durante sua vida.  
 
Ele prometeu perdoar nossos pecados. 
 
Jesus prometeu nos dar uma nova vida. 
 
Ele prometeu dar a seus seguidores o Espírito Santo.  
 
Jesus fez várias promessas boas para nós.  
 
Mas, também, ele fez várias promessas sobre ele mesmo. 
 
Ele prometeu que certas coisas iriam acontecer com ele. 
 
Só que, a maioria destas promessas envolvia coisas terríveis, 
 
de muita dor e sofrimento.  
 
Jesus prometeu que seria traído. Lc 22:22; Mc 14:18 
 
Jesus prometeu que seria escarnecido, ultrajado, que iriam cuspir nele. Lc 18:32 
 
Ele prometeu que seria açoitado. Mt 20:19 
 
Jesus prometeu que seria crucificado. Mt. 26:2  
 
Se você parar para pensar, estas promessas são promessas estranhas. 
 
Normalmente prometemos coisas boas.  
 
Você promete brincar com seu filho depois do almoço no sábado. 
 
Você promete a sua esposa que vai concertar aquela porta ou janela quebrada.  
 
Você promete a seu chefe que vai alcançar aquela meta. 
 
Você promete a sua mãe que vai conseguir aquela nota na escola. 
 
Você promete a seu amigo devolver aquele dinheiro emprestado.  
 
Normalmente, promessas são de coisas boas. 
 
E, quando prometemos coisas ruins – é para os outros.  
 
Um menino na escola leva um tapa de um colega. 
 
Ele promete se vingar.  
 
Um homem é insultado por outro. 
 
Ele promete dar o troco.  
 
Uma mulher é ofendida pela vizinha. 
 
Ela promete “Você vai pagar por isso.”  
 
E assim vai. ...  
 
Quando nós fazemos promessas de coisas ruins, de sofrimento, de fazer alguém “pagar” – é para os outros.  
 
Prometemos que quem vai sofrer é o outro.  
 
Mas, não foi assim com Jesus. 
 
Jesus prometeu coisas duras, de muito sofrimento para si mesmo.  
 
Note como Jesus fez cumprir todas essas promessas.  
 
Jesus prometeu que seria traído, 
Marcos 14:18Quando estavam à mesa e comiam, disse Jesus: Em verdade vos digo que um dentre vós, o que come comigo, me trairá.  
 
Já pensou? 
 
Jesus prometeu – “eu vou ser traído por um de vocês.”  
 
Ele estava falando com seus inimigos? 
 
Eram pessoas que ele havia prejudicado?  
 
Não. Eram seus melhores amigos.  
 
Você já foi traído por um amigo ou parente? 
 
É uma das piores sensações que um ser humano pode sentir.  
 
Essa promessa de Jesus foi cumprida? Sim.  
 
Jesus foi traído por Judas Iscariotes, um dos seus amigos, 
 
um homem da confiança dele.  
 
Jesus prometeu que seria zombado e insultado, 
Luc 18:31-32 Tomando consigo os doze, disse-lhes Jesus: Eis que subimos para Jerusalém, e vai cumprir-se ali tudo quanto está escrito por intermédio dos profetas, no tocante ao Filho do Homem; pois será ele entregue aos gentios, escarnecido, ultrajado e cuspido;  
 
A versão Fácil de Ler diz “estes vão zombar, insultar, e cuspir nele”  
 
Alguém já zombou de você? 
 
Já foi insultado alguma vez? 
 
Alguém já cuspiu no seu rosto?  
 
Imagine você prometendo aos seus melhores amigos – tudo isso vai acontecer comigo na próxima Sexta Feira. 
 
A promessa foi cumprida? Sim.  
 
Jesus foi traído, entregue aos líderes religiosos. 
 
Estes bateram em Jesus e zombaram dele.  
 
Depois o entregaram à tropa de choque dos soldados Romanos. 
 
Estes cuspiram no seu rosto e bateram mais nele.  
 
Foi uma promessa de muito sofrimento e dor. 
 
Mas, Jesus cumpriu esta promessa.   
 
Jesus prometeu que seria açoitado, 
Mat 20:19 E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado  
 
Jesus prometeu que seria açoitado. 
 
Os judeus tinham uma lei que um homem só podia levar 40 açoites. 
 
Os Romanos não tinham esse limite.  
 
Relatos de historiadores como Josefo informam que algumas pessoas morreram ao serem açoitados, de tão severo que era esse castigo.  
 
Os Romanos usaram um açoite de três tiras de couro. 
 
Cada tira de couro tinha pedaços de osso, ferro, ou pedra.  
 
Estes pedaços serviam como estiletes para arrancar pedaços da pele da vítima.  
 
Às vezes, até os órgãos da vítima ficavam expostos. 
 
A maioria das pessoas que assistiram o novo filme “A Paixão” concordam que a pior parte é a dos açoites que Jesus levou. 
 
No final, toda a área dos ombros, das costas, da região lombar do Filho de Deus, é uma massa de pele rasgada e sangrenta.  
 
Sabe a palavra em grego para açoitar?  É a palavra “mastigoo”  
 
Esta palavra lembra alguma palavra em português? 
 
Que tal “mastigar”? 
 
Pois é isso que o açoite fazia com a pele do homem.  
 
Jesus prometeu “Eu vou ser açoitado.” 
 
E, ele foi. 
 
Mais uma promessa de Jesus cumprida.  
 
Uma promessa de sofrimento e dor intensa – só para ele mesmo. 
 
Mas, Jesus cumpriu. 
 
Jesus prometeu que seria crucificado, 
Ainda em Mat 20:19 lemos “E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado”  
 
Só no Evangelho de Mateus, Jesus prometeu duas vezes que seu caminho era o caminho da cruz. 
 
Outras duas vezes ele prometeu explicitamente que seria crucificado em Jerusalém. 
 
E Jesus cumpriu esta promessa cruel e bárbara. 
 
Ele foi até a cruz.  
 
Os Romanos tinham o costume de quebrar as pernas dos homens crucificados para apressar a morte.  
 
Jesus agonizou durante horas, tentando elevar o corpo com as pernas para respirar, raspando suas costas açoitadas na madeira e rasgando mais ainda suas mãos e pés.  
 
Mais uma  promessa de Jesus cumprida. 
 
Promessas de dor. 
 
Promessas de sofrimento. 
 
Promessas de crueldade.  
 
Tudo isso Jesus prometeu que ele passaria, ele mesmo. 
 
E ele cumpriu. 
 
Jesus prometeu sofrimento para si mesmo para nos poupar, 
Você esperaria que as promessas de crueldade, de dor e sofrimento de Jesus seriam reservadas para seus inimigos. 
 
Mas, não. 
 
Jesus reservou as piores promessas para si mesmo.  
 
Por que? 
 
Para que ele pudesse reservar o melhor para nós.  
 
Para que ele pudesse prometer a nós – “Estou indo preparar um lugar para você. E um dia eu voltarei.” (João 14:3) 
 
- Um dia voltarei para levar você para ficar no Paraíso comigo para sempre.   
 
A promessa de um pai 
Em 1989 um terremoto sacudiu o país da Armênia. 
 
O terremoto durou apenas 4 minutos, mas, foi tempo suficiente para arrasar a nação, matando 3,000 pessoas.  
 
Logo que terminou o tremor de terra, um pai correu para a escola primária para buscar seu filho.  
 
Para surpresa dele o prédio havia desabado nivelando-se ao solo.  
 
Olhando aquele monte de tijolos, pedras e ferros torcidos, 
 
o pai lembrou-se da promessa que fizera ao filho: 
 
"Aconteça o que acontecer, estarei sempre perto de você".  
 
Motivado pela promessa ao filho, o homem localizou a área onde ficava a sala de aula e começou a remover os escombros.  
 
Vários outros pais chegaram, chorando por seus filhos;  
 
"É tarde demais", diziam. "Eles estão mortos. Nada mais pode ser feito".  
 
Até mesmo a policia tentou impedir o homem.  
 
Mas o pai prosseguiu na busca. 
 
Escavou 8 horas, 16, 32, 36 horas.  
 
Suas mãos sangraram. Ele ficou exausto, mas não desistiu.  
 
Finalmente, depois de 38 horas exaustivas de trabalho ele afastou uma grande viga de concreto e começou a chamar por seu filho, "Arman! Arman!"  
 
Do meio dos escombros seu filho respondeu, "Papai, estou aqui!" 
 
O menino acrescentou uma frase que soou aos ouvidos do pai como a mais preciosa do mundo:  
 
"Eu falei aos outros meninos que não se preocupassem. Falei que se você estivesse vivo, você viria me salvar, e que, depois que eu fosse encontrado, eles também seriam salvos. Você me prometeu: 'Aconteça o que acontecer estarei sempre perto de você'"  
 
Deus também nos fez a mesma promessa.  
 
Ele nos deu a seguinte garantia: "Voltarei..." [1]   
 
O que as promessas de Jesus significam para nós, 
 
A terra pode tremer. 
 
O mundo pode desabar. 
 
Mas, Jesus voltará.  
 
Nas nossas vidas os terremotos têm vários nomes: 
 
Traição. Tumor. Desemprego. 
 
Câncer. Divórcio. Demissão. 
 
Drogas. Bebida. Penitenciária. 
 
Atropelamento. Assassinato. Enterro.  
 
Basta ler as manchetes para saber o que pode estremecer uma vida. 
 
Basta vir ao culto de oração de uma igreja como esta e escutar os pedidos de oração, para ver as vidas que foram sacudidas.  
 
Um pai, um homem como eu ou você, prometeu a seu filho. 
 
"Aconteça o que acontecer, estarei sempre perto de você".  
 
Graças a Deus ele pôde cumprir aquela promessa. 
 
Graças a Deus ele não desistiu de cavar até que encontrou seu filho.  
 
Mas, às vezes homens fazem promessas e não cumprem.  
 
O chefe promete “Sua vaga está garantida.” 
 
No mês seguinte você recebe o recado que foi demitido.  
 
O filho promete “Mãe, nunca vou usar drogas.” 
 
E, aos 16 anos ele é preso por tráfico de maconha.  
 
O marido promete honrar sua esposa e se conservar exclusivamente para ela enquanto estiver vivo. 
 
Com sete anos de casamento ela descobre que ele tem uma amante.  
 
Nós fazemos muitas promessas. 
 
Mas nem sempre as cumprimos.  
 
Por isso a gente se pergunta, eu devo confiar nas promessas de Jesus? 
 
Posso confiar nele? 
 
Ou, será que ele vai me trair também.  
 
Os piores sofrimentos possíveis que um ser humano podia passar, Jesus prometeu para si mesmo. 
 
E, todos estes, ele cumpriu.  
 
Ele passou por tudo isso por causa do grande amor dele 
 
por mim e por você. 
 
E, porque Jesus é fiel nas promessas.  
 
É natural que duvidemos das promessas de homens. 
 
Alguns prometem a lua e nos deixam na mão.  
 
Mas, Jesus é diferente. 
 
Ele prometeu tudo do pior para si mesmo. 
 
E, ele cumpriu.  
 
Por que ele passou por tudo isso? 
 
Porque era a única maneira de perdoar nossos pecados.  
 
Jesus fez isso por nós.  
 
Se Jesus foi fiel em tudo isso, ele não será fiel na promessa dEle de um dia voltar para você? 
 
Jesus já cumpriu o pior. 
 
Jesus já sofreu tudo por nós.  
 
João 14:3 “Depois de ir e preparar lugar para vocês, eu voltarei. Então levarei vocês comigo, para que possam estar onde eu estiver.”  
 
Creia em Jesus. 
 
Confie na promessa dele.  
 
Se ele prometeu todo aquele sofrimento para si e cumpriu, certamente ele vai cumprir as promessas boas que ele fez para nós.  
 
O que é que nos falta? 
Para algumas pessoas, só falta uma coisa – dizer para Jesus 
 
“Eu quero receber suas promessas para mim.” 
 
“Jesus, eu quero ir com você para o Paraíso, para o céu.” 
 
Nós fazemos isso com as nossas bocas. 
 
Mas precisamos fazer isso também com as nossas vidas. 
 
Precisamos seguir-lo na morte e na ressurreição. 
 
Isto ele nos permite fazer através do batismo. 
 
Precisamos permanecer nEle. 
 
Isso ele nos permite fazer na Igreja.  
 
Creia em Jesus, confie nEle. 
 
E seja o que for que falta para você receber as promessas dEle,  
               não demore mais.                
 
Venha para Ele hoje! 
 
Jesus prometeu “Eu voltarei” 
 
Venha para ele, ainda hoje. 
 
E, um dia ele voltará para buscar você! 
 
[1] Adaptado de uma história em Max Lucado Quando Cristo Voltar. 

 

 

   


May 19

COMO FICAR CHEIO DO ESPÍRITO SANTO - Billy Graham

 
 
 
 
Retirado do Livro  
O PODER DO ESPÍRITO  SANTO 
Billy Graham 
 
COMO  FICAR  CHEIO  DO  ESPÍRITO  SANTO  
 
Freqüentemente pessoas me perguntam: "Como posso ficar cheio do Espírito?" Nós recebemos a ordem de ficar cheios, mas como vamos obedecer? Como a presença e o poder do Espírito Santo podem se tornar reais em nossa vida? Este é o ponto-chave do problema. Tudo que eu disse até aqui sobre ficar cheio do Espírito será somente um artigo interessante, sem relação direta com nossa vida, se não fizermos nós mesmos a experiência: ficar cheio do Espírito.  
É interessante que em nenhum lugar a Bíblia nos dá uma fórmula clara e concisa de como ficar cheio do Espírito. Eu creio que isto é assim porque a maioria dos crentes do primeiro século não precisavam que alguém lhes dissesse isto. Eles sabem que a vida normal do cristão é uma vida cheia do Espírito. O fato de nós estarmos tão confusos sobre este assunto hoje em dia é uma prova triste do baixo nível espiritual da nossa vida.  
Apesar de a Bíblia não dizer muita coisa sobre este assunto, quando tomamos o Novo Testamento como um todo sobrarão poucas dúvidas em nossa mente sobre o que significa ter uma vida cheia do Espírito, ou como ela pode se tornar real em nós. Eu creio que o ensino do Novo Testamento sobre como ficar cheio do Espírito Santo pode ser resumido em três expressões: compreensão, submissão e andar pela fé.  
 
Compreensão  
 
O primeiro passo para ficar cheio do Espírito é compreensão; há certas coisas que nós precisamos saber e compreender - verdades que Deus revelou em Sua Palavra, a Bíblia. Algumas destas verdades já foram mencionadas, mas vamos recapitulá-las para ter certeza de que as sabemos bem. Quais são elas?  
A primeira verdade que precisamos compreender é que Deus nos deu o Seu Espírito Santo, e que Ele mora em nós. Se eu aceitei a Cristo como meu Salvador, o Espírito de Deus habita em mim. Lembre-se - eu não preciso necessariamente sentir Sua presença, mas isto não quer dizer que Ele esteja ausente. Precisamos compreender que Sua presença é um fato. Deus prometeu que o Espírito viveria em todos os que pertencem a Cristo, e Deus não pode mentir. Nós aceitamos este fato pela fé.  
Também devemos compreender que Deus ordena que nós fiquemos cheios do Espírito. Isto significa que é Sua vontade que você fique cheio - e recusar-se a ser cheio é agir contra a vontade de Deus. É uma ordem Sua, e por isso é Sua vontade. Talvez assim fique ainda mais claro: Deus quer nos encher com Seu Espírito. Isto é algo maravilhoso para mim. Deus não nos dá uma medida cheia do Espírito resmungando ou de má vontade. Não, Ele quer que nossas vidas sejam controladas e guiadas pelo Espírito Santo. "Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo aos que lho pedirem" (Lucas11:13). Se você não está cheio do Espírito, tenha certeza de que não é porque Deus não quer. A culpa é totalmente sua.  
Isto nos leva a outro ponto que devemos compreender, que é a presença do pecado em nossa vida. O que é que bloqueia a atuação do Espírito em nossa vida? É o pecado. Antes de podermos ficar cheios do Espírito Santo, temos de resolver honesta e completamente todos os pecados conhecidos em nossa vida. Isto pode ser doloroso, quando nos dispomos a encarar coisas que temas escondido ou nem mesmo reconhecido em nossa vida. Mas sem uma purificação dos pecados não podemos ficar cheios do Espírito, e o primeiro passo para a limpeza é reconhecer a presença do pecado.  
A maioria de nós deve, uma vez ou outra, ter feito a experiência de ter canos entupidos em casa, de modo que a água só saía a conta-gotas, ou cessava de todo. Onde eu moro, no norte da Califórnia, raramente fica bem frio, mas eu me lembro de uma vez em que a temperatura desceu abaixo de zero. Apesar de os anos que trazem a água da fonte na montanha estarem bem fundo abaixo da terra, eles congelaram totalmente. Tivemos de cavar a terra dura e esquentar uma junta do cano com um maçarico, para derreter o gelo. O pecado em nossa vida é como este gelo - nossa vida espiritual foi "congelada" por um mundo hostil. Só há uma solução: arrepender-se, para abrir o bloqueio e restaurar a fluência do Espírito.  
Todos nós sabemos que o "endurecimento das artérias" (arteriosclerose) é uma das doenças perigosas que matam grande parte das pessoas. As artérias vão ficando entupidas com substâncias que ainda confundem os especialistas. Eles ainda não sabem como desentupir estas artérias, de maneira que o sangue possa fluir livremente de novo. A solução mais comum é "fazer um desvio", mas as opiniões dos médicos divergem sobre este método. Em muitos países são gastas grandes somas todo ano em pesquisa médica, para descobrir uma substância química que desobstrua as artérias e livre da morte milhões de pessoas.  
Nossa vida, da mesma forma, precisa da substância que é o sangue de Cristo para desentupir canos ou artérias em nó, para que a seiva vital possa fluir por eles. O pecado é o grande obstáculo, e o sangue de Cristo é o potente agente de limpeza, quando aplicado em arrependimento e fé.  
Às vezes novos crentes ficam confundidos ao descobrir que ainda são pecadores e que não só continuam sendo tentados, mas até cedem à tentação. Na verdade isto não deveria nos surpreender, porque a velha natureza de pecado ainda está em nós. Antes de alguém vir a Cristo, só uma força está atuando dentro dele, a velha natureza carnal. Quando aceitamos a Cristo, o Espírito Santo vem morar em nossa vida, e agora há duas naturezas atuando em nós: a natureza pecaminosa que quer que nós vivamos para o "eu", e a nova natureza espiritual que quer que nós vivamos para Deus. A questão é: Qual destas naturezas decidirá nossas ações? É por isto que é tão importante ser cheio do Espírito. Se o Espírito não controlar nossa vida, a velha natureza pecaminosa nos dominará. A atuação do Espírito estará bloqueada enquanto permitirmos ao pecado que fique.  
Portanto, temos de acabar com o pecado em nossa vida para saber como é ser cheio do Espírito. Isto não é fácil, por diversas razões. Uma, que pode ser muito penoso encarar o pendo. Geralmente a raiz dos nossos pecados é o orgulho, e nosso orgulho fica profundamente ferido quando admitimos honestamente, diante de Deus e diante dos homens, que não somos tão bons como pensávamos que fôssemos.  
Também é difícil acabar com o pecado porque (como veremos adiante) não é suficiente conhecer o pecado, mas temos de nos arrepender dele. Alguns de nós possivelmente estão escondendo pecados, tolerando-os, não querendo deixar deles. Como o jovem rico legalista, em Marcos 10, nós queremos o que Jesus nos oferece, mas queremos ainda mais nos apegar a nosso pecado.  
Ainda há outra razão que dificulta a extirpação do pecado do nosso coração, que é muito simples: o pecado nos cega espiritualmente, e ficamos cegos principalmente quanto ao horror do pecado. Não vemos o quanto ele penetrou em cada área do nosso ser, e como infeccionou tudo que dizemos, fazemos e pensamos. É muito fácil confessar os pecados que podemos ver claramente, mas pode haver muitos outros pecados, que não estamos veado, e que nos impedem até mais diretamente de andar com o Senhor.  
Esta é a razão de a Bíblia ser tão inflexível neste assunto. Não devemos nos contentar com um exame superficial, achando que só os pecados que mais nos incomodam devem ser confessados. O Espírito Santo nos convencerá de outras áreas de pecado que precisamos confessar a Deus, à medida que estudamos a Palavra de Deus em oração - lembre-se que Ele é o Autor da Bíblia. Temos de confessar não só o que nós acharmos que é pecado, mas também o que o Espírito Santo indica ser pecado, quando de fato ouvirmos Sua voz pela Palavra de Deus. "Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça" (2 Tim. 3:16).  
A confissão deve abranger todos os pecados. Os Cantares de Salomão nos advertem das "raposinhas, que devastam os vinhedos" (2:15). Isto é um exemplo de como "pecadinhos" porem destruir nosso fruto para o Senhor. Pode haver orgulho, inveja ou amargura em nós. Pode ser fofoca, impaciência, indelicadeza ou um temperamento não controlado - tudo que faça a vida dos que vivem ao nosso redor mais difícil. Talvez você deva trazer pensamentos impuros ao Senhor, para que Ele o limpe deles. Glutonaria ou preguiça devem ser enfrentadas.  
Talvez o Espírito Santo esteja nos chamando à atenção pelo uso do nosso tempo, ou do nosso dinheiro, ou sobre o nosso estilo de vida, ou sobre o uso (ou abuso) de algum dom que Ele nos deu. Pode ser que estejamos tratando com frieza e indiferença uma pessoa chegada a nós. Em outras palavras, devemos trazer a Deus qualquer pecado que consigamos identificar, para que seja confessado. O pecado existe sob qualquer forma, e o Espírito deve nos guiar quando examinamos nossa vida em oração.  
Recentemente um jovem veio falar comigo, dizendo que tinha perdido o Espírito Santo. Eu lhe respondi que ele não tinha perdido o Espírito Santo, mas talvez O tenha entristecido com algum pecado específico. Ele disse que não Se lembrava de nenhuma coisinha que pudesse estar entre ele e Deus. Eu lhe perguntei: "Como está seu relacionamento com seus pais?" "Bem, não é dos melhores", foi sua resposta. Eu cavei mais fundo e perguntei: "Você honra seu pai?" Ele concordou que tinha pecado nesta área. Eu disse a ele: "Por que você não vai e tem uma conversa franca e direta com ele, confessando seu pecado, caso você esteja errado?" Ele fez isto, e alguns dias depois voltou com um grande sorriso, dizendo: "Relacionamento restabelecido".  
Há ainda outra afirmação a ser feita sobre confissão de pecados. Temos de ser honestas quanto aos vários pecados que cometemos, mas o maior de todas é - que não deixamos Cristo governar nossa vida. A pergunta mais básica que um cristão pode fazer é esta: Quem está dirigindo minha vida, eu ou Cristo?  
Enquanto tentarmos manter o "eu" no centro das nossas vidas, o pecado será sempre um problema sem solução, e nossa vida será marcada por derrotas e desânimo. É impressionante quantos cristãos não querem se submeter ao senhorio de Cristo, e o Novo Testamento está cheio de afirmações de Cristo exigindo nossa entrega total. "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz, e siga-me" (Lucas 9:23). Como é fácil para nós fixar nossos próprios objetivos, agir conforme nossos próprios objetivos, agir conforme nossos próprios motivos, satisfazer nassas próprios desejos, sem sequer perguntar a Deus qual é Sua vontade. Ele nos diz que devemos renunciar a nossos planos e hábitos, e seguir a Ele. Ele nos diz que devemos abdicar do governo da nossa vida, e deixá-Lo governar tudo que somos e fazemos. "Ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou" (2 Cor. 5:15). Você reconheceu a maneira completa - e trágica - com que o pecado dominou sua vida, e está disposto a submeter tudo à autoridade e à direção de Cristo?  
Temos de compreender também que o Espírito Santo está em nós, e que Deus quer que nossa vida seja controlada por Ele. Antes temos de compreender nosso pecado em toda sua dimensão. E o que mais precisamos é responder à pergunta crucial: Quem está controlando nossa vida - nós ou Cristo? Só quando compreendermos tudo isto poderemos passar para o segundo passo.  
 
Submissão  
 
O segundo passo para ser cheio do Espírito Santo é o que nós podemos chamar de submissão. O que eu quero dizer com isto? Com submissão eu me refiro à renúncia aos nossos métodos, procurando acima de tudo submeter-nos a Cristo como Senhor, ser governados por Ele em todas as áreas da nossa vida.  
Vemos a importância disto no que foi dito antes sobre a maneira com que o pecado bloqueia o controle do Espírito Santo. A essência do pecado é a vontade própria - egocentrismo, ao invés de Cristocentrismo. Para sermos cheios do Espírito, controlados e dominados por Ele, temos de colocar a Cristo no centro da nossa vida, e tirar de lá o "eu", ou seja, submeter-nos a Ele - permitir que Ele Se torne Senhor em nossa vida.  
Como concretizar isto? Há duas etapas para conseguir isto, a meu ver.  
Em primeiro lugar, arrepender-se e confessar. Acabamos de constatar que uma das coisas que temos de compreender é a profundeza do nosso pecado. Mas só compreender não é suficiente. Temos de confessar o pecado a Deus, e nos arrepender dele. Muitas pessoas sabem que são pecadoras, podem até fazer uma lista dos pecados que são um problema para elas.  Às vezes ficam tristes com a situação e gostariam que as coisas fossem diferentes, mas nunca mudam. Por quê? Porque nunca confessaram os pecados a Deus, arrependendo-se deles.  
Há uma diferença entre confessar e se arrepender, embora a Bíblia veja as duas coisas muito próximas uma da outra, como dois lados de uma moeda. Confessar é reconhecer o pecado. É admitir diante de Deus que eu sei que sou pendor, porque há certos pecados que eu sei que cometi. O maravilhoso da questão é que Deus prometeu nos perdoar quando formos a Ele em humilde confissão. Uma das grandes promessas da Bíblia está em 1 João 1:9: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça".  
Arrepender quer dizer renunciar ao pecado. No grego (a língua em que o original do Novo Testamento foi escrito) a palavra "arrepender-se" implica em uma mudança completa e radical de atitude. É mais do que ficar sentido com o que fez, mais que confessar: arrepender-me dos meus pecados é voltar as costas a eles e olhar para Cristo e Sua vontade.  
Se eu estou culpado de pensamentos maus, eu renuncio a eles quando me arrependo deles, e decido, pela graça de Deus, encher minha mente com coisas que O honrem. Se eu maltratei alguém ou o tratei de maneira pouco amorosa, eu decido fazer tudo o que for necessário para substituir minha indelicadeza por atitudes amáveis. Se meu estilo de vida não está agradando o Deus, eu vou mudá-lo para encaixá-lo mais na vontade de Deus. Arrependimento é conscientemente voltar as costas para os pecados. "Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te" (Apoc. 2:5).  
Depois de confessar cada pecado conhecido e se arrepender dele, a segunda etapa da submissão é sujeitar-se a Deus e à Sua vontade. A confissão e o arrependimento podem ser chamados de o lado negativo da submissão; implicam em livrar-se de tudo que impede que Deus controle a nossa vida. Sujeitar-se a Deus podemos chamar de o lado positivo: envolve colocarmo-nos total e completamente (da melhor maneira que podemos) nas mãos de Deus, em completa submissão à Sua vontade para nossa vida.  
No capítulo 6 de Romanos esta etapa de sujeição é apresentada com clareza. Paulo fala primeiro de como o pecado nos governou no passado. Mas agora nós pertencemos a Cristo - não vivemos mais para nosso antigo dono, o pecado - vivemos agora para Cristo, nosso novo Dono. Por isso não devemos ceder ao pecado, mas nos sujeitar a Deus. "Nem ofereçais cada um os membros do seu corpo ao pecado como instrumentos de iniqüidade; mas oferecei-vos a Deus como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros como instrumentos de justiça" (Rom. 6:13). Paulo continua, dizendo-nos que nós fomos libertados da escravidão ao pecado - não pertencemos mais ao pecado. Mudamos de dono. No primeiro século um escravo podia sem comprado a qualquer momento e assim ser propriedade de outro; da mesma maneira nós fomos comprados pelo sangue de Cristo, e agora pertencemos a Deus. "Uma vez libertados do pendo, fostes feitos servos da justiça" (Rom. 6:18).  
As palavras traduzidas por "oferecei-vos a Deus" têm um significado muito bonito na língua grega original. Outras versões as traduziram de diversas maneiras: "Ponham-se nas mãos de Deus" (Phillips); "Entreguem-se a Deus" (BLH); "Apresentai-vos a Deus" (IBB). O significado mais exato da palavra "oferecer-se" é "colocar-se à disposição de alguém". Em outras palavras, quando nós nos entregamos a Cristo não simplesmente nos sentamos e esperamos que Deus faça alguma coisa através de nós. Não, nós nos colocamos à Sua disposição - dizemos, com efeito: "Senhor, eu sou Teu, para ser usado da maneira que Tu quiseres. Estou à Tua disposição, Tu podes fazer comigo o que Te aprouver. Eu quero a Tua vontade para minha vida, não a minha vontade." "Ponham-se à disposição de Deus!" (Rom. 6:13 em outra versão).  
O mesmo termo é usado em Romanos 12:1: "Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus." Isto inclui todas as áreas do nosso ser. Nossas capacidades, nossos dons, nossos bens, nossa família - mente, vontade, emoções. Nada está excluída, não podemos reter nada. Por princípio Ele deve dominar sobre nós no todo e em parte. Este versículo nos recorda os sacrifícios do Antigo Testamento, aqueles que o israelita apresentava totalmente a Deus. Ele não podia ficar com nenhuma parte, tudo era consumido no altar. Nossa submissão deve ser exatamente assim - sujeição, entrega total. É uma rendição incondicional.  
Eu estou reconhecendo cada vez mais que esta sujeição é uma ação nossa definida e consciente, em obediência à Palavra de Deus. Na verdade isto deveria acontecer na hora da nossa conversão, quando nos arrependemos e recebemos a Cristo não somente como Salvador, mas como Senhor. Mas para muitas pessoas a sujeição só vem num momento de crise, depois da conversão.  
No começo talvez não compreendamos inteiramente o que significa seguir a Cristo como Senhor. Mas mais tarde começamos a ver que o chamado de Jesus Cristo não é simplesmente para crer nEle, mas para segui-Lo sem reservas, como Seus discípulos. Quando estamos confusos quanto ao senhorio de Cristo, devemos partir imediatamente à ação. Nossa intenção deve ser de submissão completa e definitiva, em princípio, mesmo se o Espírito Santo, nos meses seguintes, nos mostrar outras áreas em nossa vida que devem ser entregues. Na verdade esta é uma das provas de que nos submetemos - colocando-nos à disposição de Deus, Ele nos dirige a novas áreas que devem Ser entregues.  
O Espírito Santo vai nos testar muitas vezes, para ver se estamos mesmo falando sério. Ele pode até nos pedir que entreguemos algo em princípio, que realmente Ele não quer que entreguemos, mas que estejamos dispostos a entregar. Nós devemos Lhe dar liberdade para fazer o que quiser em e através de nossa vida.  
Algumas ilustrações nos ajudarão a compreender melhor esta questão de entrega à vontade de Deus. Em Romanos 6 (como vimos acima), Paulo usa a ilustração de um escravo que agora pertence a um novo dono. O prof. William Barclay nos traz á mente o significado real da analogia de Paulo:  
"Quando nós ouvimos a palavra servo, ou empregado, logo imaginamos um homem que dá uma parte do seu tempo a um empregador, contra uma remuneração combinada. Durante este tempo ele está à disposição e sob as ordens do seu empregador. Passado o tempo, ele pode fazer o que quiser. No tempo de Paulo, um "servo" tinha um status bem diferente. Ele não tinha, literalmente, nenhum tempo para si. Ele não era livre por nenhum momento. Cada minuto de sua vida pertencia ao seu dono. Ele era propriedade exclusiva de seu dono, não tinha nenhuma oportunidade em toda sua vida para fazer o que quisesse, No tempo de Paulo um escravo nunca poderia fazer o que quisesse; era-lhe impossível servir a dois senhores, porque era propriedade exclusiva de um só. Este é o quadro que Paulo tem em meme."1  
O paralelo entre o escravo do tempo de Paulo e o cristão não é bem exato, como o próprio Paulo diz, porque em um sentido o cristão é a pessoa mais livre do mundo, desde que conheça a liberdade espiritual que Cristo traz. Por outro lado, você e eu somos convocados para pertencer a Deus e a Seu povo. Somos chamados para estar à Sua disposição, prontos e dispostos para fazer Sua vontade. Paulo disse a Tito que Cristo "deu a si mesmo por nós, para nos livrar de toda maldade e fazer de nós um povo puro, que pertence somente a ele, e que Se dedica a fazer o bem" (Tito 2:14, BLH).  
Uma outra ilustração talvez nos ajude a compreender completamente o que estou querendo dizer. O princípio da entrega a Cristo é como o compromisso que noivo e noiva assumem quando se unem no casamento. É criada uma situação nova, que se torna realidade duradoura. Em princípio é uma ação completa e definitiva, a partir do momento em que repetiram os votos e consumaram o casamento. Estão casados, de fato e em princípio, mas - e isto é crucial - na prática marido e esposa descobrem que têm de entregar constantemente suas vidas um ao outro, além do compromisso inicial que assumiram ao casar.  
Duas pessoas não deixam de estar casadas só porque suas vidas não são perfeitas e aparecem problemas no dia-a-dia. Ambos vão ficando mais maduros, aprendendo sempre mais o que significa amar e ajustar-se um ao outro, em conseqüência deste amor. De maneira semelhante, em nossa peregrinação terrestre descobrimos pecados que minam o nosso relacionamento com Deus, mas existe um compromisso de alcançar um padrão mais elevado, baseado em uma entrega a Deus de todo o coração.  
Você já submeteu Sua vida a Deus? Já confessou alguma vez seu pecado a Ele, arrependendo-se dele da melhor maneira que você sabe? Você está ciente de pecados específicos que são obstáculo para uma entrega completa? Será que em Sua vida há outros pecados que você ainda nem admitiu que o sejam? E, mais importante que tudo, você já disse uma vez a Deus - da maneira mais simples e completa que você sabe - que você deseja Sua vontade para sua vida, qualquer que seja?  
Existem pessoas que sugerem que nós devemos orar a Deus para que Ele nos encha com Seu Santo Espírito. Isto pode ser válido, mas eu vejo pouco ou nada disto no Novo Testamento. Eu acho que, ao invés disto, nós devemos orar que Deus tome total e completamente conta da nossa vida. Devemos orar que o "eu" seja tirado do nosso coração - amor próprio, vontade própria, auto-ambição - e que nós estejamos completamente à Sua disposição.  
Se você nunca deu este passo de submissão a Deus e à Sua vontade, eu acho indispensável que você se ponha de joelhos antes de passar para a próxima página, e entregue sem reservas sua vida a seu Senhor e Dono. "Sê, pois, zeloso (abandona a tua indiferença, NTV), e arrepende-te." Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo" (Apoc. 3:19, 20).  
 
Fé  
 
Chegamos agora à última etapa do ficar cheio do Espírito Santo, que eu gosto de chamar "andar pela fé". Primeiro temos de compreender certas coisas, depois temos de nos submeter e entregar a Deus - e então temos de aprender o segredo de andar pela fé.  
O ponto central é este: quando estamos entregues a Deus e à Sua vontade, nós estamos cheias do Espírito Santo. O Espírito Santo nos controla e domina. Agora, a partir desta verdade, temos de agir, e andar ou viver na certeza plena de que Deus já nos encheu e que estarmos sob Seu controle.  
O apóstolo Paulo põe isto nestes termos: "Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus" (Rom. 6:11). O termo grego traduzido por "considerar" era às vezes usado no comércio e na matemática. Depois de uma transação comercial, por exemplo, a soma em dinheiro era registrada nos livros contábeis. Este ato era evidência de que o negócio estava concluído e que o pagamento havia sido feito. Quando nós nos entregamos a Cristo e O seguimos como Senhor de nossa vida, nós sabemos que alguma coisa aconteceu. O Espírito Santo tomou conta de nós para nos guiar e dar poder. Vivemos agora pela fé, considerando-nos mortos para o pecado e vivos para Deus. Nós estamos cheios do Espírito Santo; agora devemos viver à luz desta verdade. Não é fazer de conta; é agir com base na promessa de Deus.  
O Dr. John Stott explica isto assim: "Considerar não é fazer crer. Não é forçar nossa fé a crer em algo que nós não cremos. Não devemos fazer de conta que nossa velha natureza está morta, quando sabemos perfeitamente que ela não está. ... Nós só devemos "considerá-la" assim - não fazer de conta, mas compreender isto, porque é um fato. Temos de nos agarrar a isto. Temos de pensar e meditar nisto até que esta realidade se fixe em nossa mente."  
Dr. Stott continua: "Uma mulher casada pode viver como se ainda fosse menina? Bem, pode ser que sim. Não é impossível. Mas deixe-a sentir aquele anel no quarto dedo de sua mão esquerda, o símbolo da sua vida nova, o símbolo da sua identificação com seu marido, deixe-a lembrar o que ela é, e viver de acordo... Da mesma forma a nossa mente deve compreender o fato e o significado da nossa morte e ressurreição com Cristo, e que uma volta à vida antiga é impensável. Um cristão renascido deve ter tanta vontade de voltar à vida amiga quanto uma pessoa adulta tem de voltar à infância, um homem casado à vida de solteiro ou um prisioneiro libertado à sua cela na prisão."2  
Se você preencheu os requisitos bíblicos para ficar cheio do Espírito - especialmente arrependimento e confissão, de que nós falamos - então você pode dizer para si mesmo: "Pela fé eu sei que eu estou cheio do Espírito Santo." Eu nunca vi alguém que eu considerava cheio do Espírito Santo fazer alarde disto, tentando chamar a atenção para si. As outras pessoas logo notarão se nós estamos cheios do Espírito, porque quem está cheio do Espírito produz o fruto do Espírito. Nós talvez nem nos demos conta disto. Alguns dos maiores homens de Deus confidenciaram que quanta mais perto de Cristo estavam, mais pecadores se sentiam.  
Roy Gustafson, meu amigo e sócio, disse uma vez: "O Espírito Santo não veio para nos fazer conscientes do Espírito Santo, mas conscientes de Cristo." Assim, quando dizemos a nós mesmos que estarmos cheios do Espírito, isto significa que coda pecado e obstáculo conhecido está fora do caminho; depois podemos dizer, pela fé, que estarmos cheios.  
A esta altura há diversas coisas que devemos relembrar, a meu ver.  
Em primeiro lugar temos de nos lembrar que a plenitude do Espírito não é questão de sentimento, mas de fé. Podemos ou não sentir fortemente a presença de Deus quando estamos cheios do Espírito. Não devemos confiar em nossos sentidos, mas nas promessas de Deus. Temos de nos considerar cheios do Seu Espírito.  
James McConkey põe isto nestes termos: "Nada é mais doloroso do que inspecionar constantemente nosso interior para verificar se Deus está cumprindo Sua promessa, ou se nós a estamos experimentando. É como aquela criança que todo dia cava no canteiro para ver se a semente já está brotando. A questão de experimentar a plenitude do Espírito compete a Deus."3  
Temos de nos lembrar também que a plenitude do Espírito não garante que sejamos perfeitos e sem pecado. Significa que estarmos sendo controlados pelo Espírito, mas o pecado continua sendo real, espiando atrás da esquina para dar o bote na primeira oportunidade. Podemos ser irrepreensíveis em nosso desejo de servir a Cristo, mas isto não faz com que não erremos.  
Um pregador escocês, tempos atrás, explicou isto assim: "Aqui ao meu lado, sobre a mesa, está uma carta que ilustrara o que quero dizer. Eu a recebi quando estava em viagem missionária à Nova Zelândia, em 1891, da minha filha mais velha, que então tinha cinco anos de idade. Diz assim: 'Querido pai, eu mesma escrevi tudo isto. Elsinha manda um beijo'. Na verdade isto não é escrever, mas uma tentativa, com grandes letras de imprensa, todas desproporcionais; em toda a página não há uma linha reta. ... Bem, esta carta que eu gosto tanto não é algo "sem defeito"; tem tantos defeitos como tem letras. Mas ela é, sem dúvida, 'irrepreensível'. Eu não repreendi minha filha por seus riscos tortos, nem ralhei com ela, porque julguei seu trabalho pelos motivos. Sabia que ela tinha feito o melhor que podia, com todo o amor de seu pequeno coração. Queria fazer algo que me agradasse, e conseguiu. Pela graça do Cristo que esta em nós ... assim é que nossa vida diária com seus afazeres deve ser: irrepreensivel."4  
Isto nos leva á última verdade sobre a plenitude do Espirito: ficar cheio do Espírito não deve ser um acontecimento único, uma vez, mas um fato real e contínuo, cada dia da nossa vida. É um processo. Temos de nos entregar a Ele todo dia, diariamente temos de decidir ficar submissos. Em cada situação de conflito entre o "eu" e a vontade de Deus temos de tomar nossas decisões com base na nossa submissão contínua a Cristo.  
Como já disse, o verbo grego que Paulo usa em seu mandamento de Efésios 5:18 - "enchei-vos do Espírito" - traz em si a idéia de que devemos continuar nos enchendo do Espírito. Já somos o templo de Deus, o Espírito Santo já habita em nós, mas Ele quer nos encher dEle. Isto só é possível naqueles que se esvaziam do "eu" e se entregam a Ele. Esta é a razão de a entrega ter de ser diária, tanto das coisas pequenas como das mais importantes. Quando pecamos, temos de nos arrepender para que Ele possa nos encher novamente. Quando estivermos expostos ocasionalmente a uma pressão incomum, temos de orar pedindo sua ajuda adicional.  
Concluindo, as quatro etapas abordadas até aqui não são só o começo, mas são um processo. Cada dia devemos nos empenhar para compreender mais da Palavra de Deus. Devemos orar a Deus que nos ajude a reconhecer nosso pecado. Devermos confessar e nos arrepender todo dia. Submeter nossa vontade à Sua todo dia. Andar pela fé de uma maneira que Ele esteja nos enchendo continuamente, à medida que nos submetemos a Ele. E devemos passar cada dia na obediência à Sua Palavra.  
Eu pessoalmente acho que ajuda muito começar cada dia entregando-o silenciosamente nas mãos de Deus. Eu Lhe agradeço que sou Seu, e por Ele saber o que o dia trará para mim. Eu Lhe peço que tome minha vida neste dia nas Suas mãos e a use para Sua glória. Peço-Lhe que me limpe de qualquer coisa que impeça a Sua atuação em mim neste dia. E depois inicio as atividades do dia pela fé, sabendo que Seu Santo Espírito me está enchendo continuamente, enquanto eu confiar nEle e obedecer à Sua Palavra. Durante o dia às vezes eu não estou consciente da Sua presença; outras vezes estou. Mas no fim do dia eu posso olhar para trás e Lhe agradecer, porque vejo Sua mão atuando. Ele prometera estar comigo neste dá - e esteve!  
Você pode experimentar a mesma coisa, submetendo-se diariamente ao senhorio de Jesus Cristo. Entreguem cada dia a Ele! E que você possa no fim de cada dia olhar para trás e reconhecer que Seu Santo Espírito tem sido seu guia e Sua força, estando você sujeito a Ele.
 
 
Sou feliz porque tenho Jesus!!!   
  

 

     


  
  
  
 
May 13

Planejado para agradar a deus - Rick Warren

 
 
  
 
 
Planejado para agradar a deus. 
Rick Warren 
 
Tu criaste todas as coisas, e é para o teu agrado que elas existem e foram criadas. 
Apocalipse 4.11; NLT 
 
Pois o SENHOR está contente com o seu povo. 
Salmos 149.4; NTLH 
 
Você foi planejado para agradar a Deus. 
No instante em que você nasceu neste mundo, Deus estava lá como testemunha invisível, sorrindo ao assistir seu nascimento. Ele quis que você vivesse, e sua chegada lhe deu enorme prazer. Deus não precisava criar você, mas escolheu criá-lo para a satisfação dele. Você existe para benefício, glória, propósito e prazer de Deus. 
Dar satisfação a Deus, vivendo para seu prazer, é o primeiro propósito de sua vida. Quando você tiver compreendido plenamente essa verdade, jamais voltará a se sentir insignificante, pois isso prova o valor que você tem. Se você é tão importante para Deus, e ele o considera valioso o suficiente para mantê-lo consigo por toda a eternidade, que maior relevância você poderia alcançar? Você é um filho de Deus e proporciona prazer ao coração dele como nada mais que ele já tenha criado. A Bíblia diz: Deus já havia resolvido que nos tornaria seus filhos, por meio de Jesus Cristo, pois este era o seu prazer e a sua vontade. 
Um dos maiores dons que Deus lhe deu foi a capacidade de apreciar o prazer. Ele o dotou com cinco sentidos e emoções, para que você pudesse experimentá-lo. Ele deseja que você aprecie a vida, não se limitando a apenas suportá-la. O motivo pelo qual você pode sentir prazer é que Deus o fez à sua imagem. 
Nós nos esquecemos com freqüência de que Deus também tem emoções. Ele possui sentimentos intensos. A Bíblia diz que Deus sofre, fica enciumado e encolerizado, sente compaixão, piedade, tristeza e comiseração, bem como alegria, regozijo e satisfação. Deus ama, se deleita, sente prazer, exulta, desfruta e até mesmo ri! 
 
Dar prazer a Deus é o que se chama "adorar". A Bíblia diz: O SENHOR se agrada somente daqueles que o adoram e confiam em seu amor. 
Qualquer atitude sua que venha agradar a Deus é um ato de adoração. Como o diamante, a adoração apresenta várias facetas. Seriam necessários vários livros para abordar tudo que precisamos compreender a respeito da adoração; mas nesta parte estudaremos os aspectos principais da adoração. 
Os antropólogos perceberam que a adoração é um impulso universal, posto por Deus na estrutura de nosso ser - uma necessidade intrínseca de nos ligarmos a Deus. Adorar é tão natural quanto comer e respirar. Quando não conseguimos adorar a Deus, sempre achamos um substituto, ainda que no fim sejamos nós mesmos. A razão pela qual Deus nos fez com esse desejo é que ele anseia por adoradores! Jesus disse: São estes os adoradores que o Pai procura. 
Dependendo de sua formação religiosa, pode ser que você precise ampliar sua compreensão do termo "adorar". Você talvez imagine cultos na igreja em que haja cânticos, orações e se escute uma pregação. Ou talvez você imagine um cerimonial, velas e uma ceia. Ou talvez ainda imagine curas, milagres e experiências arrebatadoras. A adoração pode incluir esses elementos, mas vai muito além dessas manifestações. Adorar é um estilo de vida. 
 
Adoração é muito mais do que música. Para muitas pessoas, adorar é apenas sinônimo de música. Elas dizem: "Em nossa igreja temos primeiro a adoração e depois o ensinamento". Esse é um grande mal-entendido. Todos os momentos do culto em uma igreja são um ato de adoração: a oração, a leitura da Bíblia, os cânticos, a declaração de fé, o silêncio, manter-se quieto, ouvir uma pregação, tomar notas, ofertar, assinar um cartão de compromisso e até mesmo saudar outros adoradores. 
Na verdade, a adoração é anterior à música. Adão adorou no jardim do Éden, mas não há nenhuma menção à música antes de Gênesis 4.21, com o nascimento de Jubal. Se adoração fosse somente música, então os que nunca se utilizaram da música jamais adoraram. Adoração é muito mais do que música. 
De modo ainda mais grave, o termo "adoração" é muitas vezes utilizado erroneamente em alusão a um estilo musical específico: 
"Primeiro cantamos um hino, depois uma canção de louvor e adoração". Ou: "Gosto das canções de louvor mais rápidas, mas prefiro as canções de adoração mais lentas". De acordo com essa convenção, se uma canção for rápida, alta ou usar metais, é considerada "louvor". Mas, se for lenta, tranqüila e intimista, talvez acompanhada por um violão, é "adoração". Esse é um uso inadequado e bastante comum da palavra "adoração". 
Adoração não tem relação com o estilo, volume ou andamento da música. Deus ama todos os tipos de música porque ele inventou todas - rápidas e lentas, altas e suaves, antigas e modernas. É provável que você não goste de todas, mas Deus gosta! Se ela é oferecida a Deus em espírito e em verdade, então é um ato de adoração. 
Os cristãos freqüentemente discordam quanto ao estilo de música a ser utilizado na adoração, defendendo apaixonadamente seus estilos preferidos como se fossem os mais bíblicos ou reverentes a Deus. Mas não existe um estilo bíblico! Não existem notas musicais na Bíblia, e nós nem temos os instrumentos que eles utilizavam nos tempos bíblicos. 
Para ser sincero, o estilo musical que você prefere diz mais sobre você - sua formação e personalidade - do que sobre Deus. O som de um grupo étnico pode soar barulho para outro. Mas Deus gosta de diversidade e aprecia a todos. 
Não existe nada como música "cristã"; existe apenas letra cristã. É a letra que torna uma canção sagrada, e não a melodia. Não existem melodias espirituais. Se eu tocasse para você uma música sem a letra, não haveria como saber se é uma canção "cristã". 
 
A adoração não é para nosso benefício. Como pastor, recebo bilhetes dizendo: "Eu amei a adoração de hoje. Foi muito bom para mim". Esse é outro mal-entendido a respeito da adoração. Ela não é para nosso benefício. Quando adoramos, nosso objetivo é agradar a Deus, não a nós mesmos. 
Se você alguma vez já disse "Não aproveitei em nada a adoração de hoje", você adorou pelos motivos errados. A adoração não é para você, é para Deus. Logicamente, a maioria dos cultos de adoração também tem elementos de comunhão entre os irmãos, edificação e evangelização; e existem benefícios na adoração, mas nós não adoramos para nossa satisfação. Nossa motivação é glorificar e agradar ao nosso Criador. 
No capítulo 29 de Isaías, Deus reclama de uma adoração sem entusiasmo e hipócrita. As pessoas estavam oferecendo a Deus orações insípidas, louvores fingidos, palavras vazias e rituais artificiais sem que seu significado fosse levado em consideração. O coração de Deus não é tocado pela tradição na adoração, mas pela paixão e pelo empenho. A Bíblia diz: O SENHOR diz: "Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A adoração que me prestam é feita só de regras ensinadas por homens". 
 
A adoração não é parte de sua vida; ela é a sua vida. Não o adore somente nos cultos na igreja, pois nos foi dito: Procurem a ajuda do SENHOR; estejam sempre na sua presença e Cantem glórias e louvem ao Senhor desde o nascer até o pôr-do-sol. Na Bíblia, as pessoas louvavam a Deus no trabalho, em casa, na batalha, na prisão e até mesmo na cama! Louvar deveria ser sua primeira atividade, assim que abrisse os olhos pela manhã, e sua última atividade, ao fechá-los à noite. Davi disse: Eu agradecerei ao SENHOR O tempo todo. Minha boca sempre o louvará. 
Cada atividade pode ser transformada em ato de adoração, quando você a faz para louvar, glorificar e agradar a Deus. A Bíblia diz: Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus. 
Martinho Lutero disse: "Uma ordenhadora pode tirar o leite das vacas para a glória de Deus". 
Como é possível fazer tudo para a glória de Deus? Ao fazer tudo como se estivesse fazendo para Jesus e mantendo uma conversa contínua com ele durante sua atividade. A Bíblia diz: Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens. 
Este é o segredo de um estilo de vida em adoração - fazer todas as coisas como se fosse para Jesus. A Bíblia, na paráfrase The Message [A Mensagem], diz: Pegue sua vida diária e comum - seu dormir, comer, trabalhar e passear - e ponha diante do Senhor como oferta. O trabalho se torna adoração quando você o dedica a Deus e o realiza consciente de sua presença. 
Logo que me apaixonei pela minha esposa, pensava nela o tempo todo: no café da manhã, dirigindo para a escola, assistindo às aulas, na fila do supermercado, abastecendo o carro - eu não conseguia parar de pensar nessa mulher! Eu constantemente falava com meus botões sobre ela e pensava sobre as coisas que eu amava nela. Isso fazia com que eu me sentisse perto de Kay mesmo quando estávamos separados por vários quilômetros de distância e íamos para faculdades diferentes. Pensando nela constantemente, eu estava permanecendo no seu amor. Esta é a verdadeira adoração - apaixonar-se por Jesus. 
May 10

A HONRA DE SER MÃE - Pr Walter Pacheco da Silveira

 

 

 

A HONRA DE SER MÃE    
Pr Walter Pacheco da Silveira    
   
"Adão deu à sua mulher o nome de Eva, pois ela seria mãe de toda a humanidade". NVI "...mãe de todos os seres humanos", Gênesis 3.20 (NTLH)    
   
Hoje celebramos um dia especial em homenagem às mães, as quais, mais do que ninguém, merecem mesmo que se celebre um dia em sua honra.    
   
Certa vez, uma mãe, sentindo um esgotamento físico e emocional, foi se consultar com um terapeuta. Logo que ela terminou de descrever como ia a sua vida, o terapeuta resumiu a história desse modo: "Toda pessoa possui 100% de energia; e a senhora investe 50% de suas energias no trabalho, e 50% em seu marido, e outros 50% em seus filhos. Essa é a questão!"    
   
A mãe está sempre fazendo mais... pena que o mundo atual não respeita o grande papel das mães. Todavia, Deus dá grande honra às mães e também convoca a todos a fazerem o mesmo.    
   
I. Deus tem honrado às mães    
   
Quando Deus criou o homem e a mulher, segundo o livro de Gênesis 3.20, Adão deu a ela o nome de Eva, porque ela seria a mãe de toda a humanidade. A mulher que é mãe, então, reflete em seu ser, algo do poder criativo de Deus, porque somente Deus pode dar a vida, e a mãe possui um reflexo desse poder.    
   
A mãe não é criadora da vida, mas ela é o instrumento usado por Deus para trazer vida nova ao mundo.    
   
Veja como Deus tem honrado às mães: Ele compartilha com elas o Seu poder criativo. Por isso elas devem ser honradas.    
   
Considere o ponto alto desta realidade, que foi o fato da encarnação do Senhor Jesus Cristo. A forma mais elevada de Deus honrar às mães foi usando uma delas para trazer Jesus, o Seu Filho, ao mundo.    
   
Quando o anjo apareceu a Maria para anunciar o nascimento de Jesus, ele disse: "Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres". O anjo estava dizendo: "Maria, você é muito abençoada. O Senhor está com você" (Lc 1.28). Deus abençoou a Maria, e a todas as mulheres, usando-a para trazer Jesus a este mundo.    
   
No catolicismo romano se usa o título Mãe de Deus para referir-se a Maria, mas este título não é correto. Maria não é a mãe de Deus, porque Deus sendo Deus não pode ter mãe; Ele sempre existiu, Deus é eterno... Porém é fato: Maria foi mãe de Jesus em Sua humanidade. Maria foi mãe da natureza humana de Jesus, mesmo que Sua natureza divina sempre tivesse existido.    
   
Então, não vamos cometer o erro de pensar em Maria como mãe de Deus. Devemos reconhecer, isto sim, que ela foi a mãe de Jesus... José não foi o pai de Jesus. Contudo, Maria, sim, foi mãe de Jesus.    
   
As mulheres então têm recebido uma honra que não tem sido dada aos homens - a honra de que uma delas foi usada para trazer o Filho de Deus ao mundo.    
   
Mamães: o Deus Eterno, Criador e Sustentador de todas as coisas, honra a cada uma de vocês.    
   
II. Deus também convoca a todos para honrar às mães    
   
Em primeiro lugar, Deus convoca os maridos a honrar às mães. O marido deve apreciar e apoiar a esposa.    
   
É de lamentar que em tantas partes do mundo a mulher seja vista como a empregada doméstica. Para ser honesto, tem muito homem que no dia em que casou, no momento de repetir os votos matrimoniais, deveria ter dito: "Eu aceito esta mulher como minha cozinheira particular" ou "como minha arrumadeira pessoal". Assim, a noiva teria logo a oportunidade de dizer: "Ei, espere um pouco! É verdade que eu vou cozinhar, vou lavar a louça, vou arrumar a casa... mas não sou sua empregada - vou ser sua esposa. Você terá que me amar!"    
   
A Bíblia ensina exatamente isto. Lemos em 1Pd 3.7: "Maridos, sejam sábios no convívio com suas mulheres e tratem-nas com honra, como parte mais frágil e co-herdeiras do dom da graça da vida, de forma que não sejam interrompidas as suas orações". A esposa não existe para ser usada pelo marido, pelo contrário, a tarefa do marido é apoiar a esposa.    
   
A atitude do homem para com a esposa há de ser como a atitude de um jardineiro para com uma flor bonita no jardim. Um jardineiro tem muito cuidado com a flor, justamente por sua delicadeza e fragilidade. Então ele dá o maior cuidado à flor... faz isso para que ela possa se sobressair em toda a sua beleza.    
   
Assim é o marido que ama a Deus, ele jamais se aproveita da fragilidade da esposa, mas busca maneiras de ajudá-la.    
   
Os filhos também deverão honrar às mães. Lemos isto em Pv 15.20: "...o filho sem juízo despreza a sua mãe". É uma grande falta de sabedoria menosprezar a mãe, quaisquer que tenham sido seus erros ou suas falhas; mas é sábio, é certo, respeitar e honrar a mãe.    
   
Por sua vez, compete à mãe apreciar a intenção dos filhos em honrá-la. No dia das mães, de alguns anos atrás, dois meninos deram à sua mãe uma planta num vaso de barro como presente. Mas, com cara triste, os meninos disseram: "Mamãe, havia um ramo de flores arredondado, (desse tamanho!) que queríamos comprar em lugar deste vaso. Mas o dinheiro não deu. Uma pena, porque nos pareceu um presente perfeito... tinha até uma faixa que estava escrito assim, em letras roxinhas: "Descanse em paz". E a senhora sempre está pedindo um pouco de paz para que possa descansar!" ...Eles viram uma coroa para velório, mas foram sinceros. Hehehe!    
   
O pai também deverá fazer com que os filhos respeitem a mãe. Deverá ensinar seus filhos a tratar a mãe com respeito, jamais levantando a voz , gritando e berrando. Em minha casa, de vez em quando eu preciso lembrar ao Davi: "Não grite com a minha mulher, ouviu?". Ele tem 11 anos, mas se eu deixar que ele grite com a minha mulher, ele vai gritar com a mulher dele depois.    
   
Portanto, nós todos, maridos e filhos, temos convocação de Deus para honrar às mães.   
   
Agora, tem Deus uma mensagem para as mães também? Sim!    
   
III. Deus convoca as mães a serem dignas de honra    
   
Aos maridos e filhos cabe honrar à mãe, qualquer que seja seu caráter. Todavia, Deus quer que as mulheres, por sua vez, se esforcem para ser dignas da honra que recebem. Como se pode fazer isto? Lemos na Bíblia, em Pv 31.30: "A formosura é uma ilusão, e a beleza acaba, mas a mulher que teme ao Senhor será elogiada".    
   
Não importa se você, mulher, pode vestir a última moda, se tem um corpo escultural ou se parece top model... tudo isso é passageiro - o que Deus preza é o coração... o coração é que precisa ser belo.    
   
Há homens que buscaram beleza exterior na mulher, casaram e hoje estão arrependidos, porque poderiam ter casado melhor. Aliás, dizem que 99% da beleza feminina sai com água e sabão.    
   
Agora, a verdadeira beleza da mulher, que está no coração temente a Deus, no coração que respeita a Deus, que adora a Deus, não se perde em meio a rugas, nem em meio a cabelos brancos ou a celulites Ao contrário, torna-se mais e mais exuberante com o passar dos anos!    
   
Se você quer ser realmente bela, você que é mulher e mãe, então, tema a Deus, obedeça a Deus, busque mais a Deus, passe tempo com Ele, seja uma "caçadora" de Deus. Assim você será realmente bonita e digna de elogio.    
   
A mãe também se mostra digna de honra levando a sério o seu título de mãe. Lemos em Pv 31.27-28, algo sobre a mulher ideal: "Ela nunca tem preguiça e está sempre cuidando da sua família. Os seus filhos a respeitam e falam bem dela, e o seu marido a elogia". Infelizmente, há muitas mulheres modernas que não consideram o ser dona de casa como algo honroso. Nossa cultura e muitos maridos não reconhecem o importante trabalho que faz a mulher ao cuidar da casa e da criação dos filhos.    
   
Entretanto, este é o trabalho mais precioso que vocês podem fazer! Se é necessário que a mulher trabalhe fora de casa, Deus não a proíbe. É nobre que ela apóie o marido no sustento da família... a mulher, porém, só não pode se esquecer disto: que seu trabalho mais importante é o cuidado dos filhos que Deus lhe tem confiado.    
   
Conclusão:    
   
Um famoso pregador, de outra geração, teve quatro filhos, e todos também se tornaram pregadores. Já imaginou como devia ser o jantar na casa dele? Em certa ocasião, um visitante perguntou a um dos filhos quem era o melhor pregador da família, imaginando que o famoso pai fosse o indicado. Porém, sem pensar muito, o filho respondeu: "É minha mãe".    
   
Você que é mãe tem uma grande oportunidade: a de ensinar os princípios de Deus com sua vida, com seu exemplo e com seus conselhos à sua família. Mãe: Deus a honrará por fazer isso.    
   
 

 

May 09

P vc, minha querida SOL ( Luluasol)

 

Amizade é Somar 
Thais S. Francisco. 
 
Amizade é somar alegrias, 
dividir tristezas, 
é respeitar o espaço um do outro, 
é silenciar o segredo contado. 
Amizade é somar confiança, 
Dividir alegrias, 
é certeza da presença amiga 
Apesar da distancia 
 
Amizade é como a nossa. 
É a certeza da mão estendida 
A cumplicidade que não se explica, 
Apenas se vive! 
Amizade sincera é quando 
mesmo estando não se sabe onde 
com apenas um clique se diz: 
Olá!!, estou aqui! 
Amizade sincera é quando 
mesmo estando não se sabe onde 
com apenas um clique se responde: 
Olá!!, eu também estou aqui! 
 
"Existe uma grande felicidade em sabermos que estamos no lugar certo e na hora exata e que de uma forma ou de outra, somos úteis às pessoas que precisam de alguém. Este é o segredo da AMIZADE." 
 
"Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para recebermos a salvação por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. Ele morreu por nós para que, quer estejamos acordados, quer dormindo, vivamos unidos a ele"  1 Tessalonicenses 5:9-10. 
 
 
Meu SOL... (Luluasol) 
Olha volte logo, viuuuu!!! 
Eu te amo muito!!! 
Tenha um lindo fim de semana, e um feliz dia das mães... 
Beijinhos Cheios de carinho...

DEUS TE ABENÇOE SEMPRE.  
 
Karine Mota...

May 04

Dia das Mães: A missão especial das mães

 

 

Dia das Mães: A missão especial das mães  
Dennis Downing  
 
Quando estava esperando seu primeiro filho nascer, meu tio queria  um filho alto e atlético. Seu primeiro filho nasceu meio baixinho e fofinho.  
Seu segundo filho nasceu também meio baixinho e magro.  
 
O primeiro filho, meu tio chamava de “gordinho”.  
O segundo ele apelidou de “ossos”  
 
Na época, como criança eu prestava atenção nisso, mas, anos mais tarde, minha mãe me contou como doía no coração dela ver meu tio cutucando meu primo, chamando ele de gordinho e rindo dele.  
 
Ele nunca foi gordo.  
Mas, também ele nunca foi o que meu tio esperava.  
 
Meu tio gostava muito de futebol e outros esportes.  
Meu primo tentou jogar, mas não tinha habilidade.  
 
Então ele aprendeu a tocar um instrumento na banda da escola.  
Eu tenho a impressão que o pai dele nunca gostou.  
 
E, ele deve ter sentido isso.  
 
Minha mãe queria uma filha.  
Ela esperava que o segundo filho dela fosse uma menina.  
Ela até tinha um nome escolhido – Victoria, em honra à famosa rainha do país de origem dela.  Mas, não foi uma Victoria que nasceu.  Foi um Dennis.  
 
Eu nunca desconfiei disso quando era criança.  
Só anos mais tarde minha mãe me confidenciou isso.  
 
E ela sempre me assegurou que estava muito feliz por ter dois filhos homens.  
Eu sempre me senti muito amado por minha mãe.  
Infelizmente, meu primo não se sentiu amado pelo pai dele.    
 
De certa forma, todo filho quando nasce é um presente de surpresa.  
 
A gente espera um bebê calminho, tranqüilo.  
Aí vem um nenê que não pára de chorar e ter cólica.  
 
Um pai quer um filho para brincar de bola com ele e assumir sua oficina mecânica. E Deus lhe dá uma filha que só quer saber de bonecas e mais tarde quer ser enfermeira. 
 
Uma mãe quer uma filha para conversar e confidenciar coisas do coração.  
E ela recebe de Deus dois filhos que só sabem brincar de soldado e cowboy, e mais tarde brigam e discutem aos socos e tapas.  
 
Muitas vezes a gente não sabe o que fazer com os filhos que Deus nos dá.  
Infelizmente, alguns filhos acabam sentindo que ou o pai ou a mãe não gostou daquele filho, daquela filha do jeito que Deus lhe deu.  
 
A missão de mãe é um desafio duplamente difícil.  
Muitas mães criam seus filhos sozinhas.  
 
E, quando elas têm o pai dos filhos presente, ele geralmente passa a maior parte do dia fora da casa e do ambiente familiar.  
 
Ela muitas vezes tem que tomar decisões, fazer planos, tentar ensinar e influenciar seus filhos praticamente sozinha.  
 
Não é de admirar que as mães são tão reverenciadas.  
 
1 Tim 2:15(ARA) 
Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso.  
 
(NVI) Entretanto, a mulher será salva dando à luz filhos se permanecerem na fé, no amor e na santidade, com bom senso.  
 
Há uma tendência de misturar em nossas mentes este versículo com outro:  
 
Gen 3:16 (ARA) E à mulher disse: Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos; o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará.  
 
Se não tiver cuidado, é possível pensar, de alguma forma ou outra, que o sofrimento da mulher tem algo a ver com a salvação dela.  
 
Não é isso que a Palavra está dizendo.  
 
Em Gên 3:16 Deus fala sobre o sofrimento dela na gravidez e das dores do parto.  
Mas, isso não tem nada a ver com a salvação dela.  
 
Paulo fala da salvação da mulher “através de sua missão de mãe”.  
 
Sem entrar em todos as possíveis interpretações desta frase, deixe-me dizer que o que ele provavelmente quis dizer é que, a mulher, como mãe, teve um papel decisivo na salvação, não só dela, mas de toda a humanidade.  
 
É só lembrando do papel de Maria que podemos entender isso.  
 
Deus escolheu trazer nosso Senhor e Salvador ao mundo através de uma mãe.  
Ela teve um papel fundamental na própria salvação dela e de toda a humanidade.  
 
Mas notamos na mesma passagem que ele deixa claro que ela precisa “permanecer em fé, e amor, e santificação” (1 Tim 2:15)  
 
Eu gostaria de refletir um pouco sobre estas três qualidades hoje.  
 
É verdade que “permanecer em fé, e amor, e santificação” tem a ver com a salvação da mulher, mas, também tem muito a ver com a salvação dos filhos dela.  
 
Fé.   
 
Como foi que o jovem Timóteo, o braço direito do apóstolo Paulo, chegou ao ponto de poder assumir funções antes só desempenhadas por Paulo?  
 
2 Tim 1:4-5(ARA) 
4 Lembrado das tuas lágrimas, estou ansioso por ver-te, para que eu transborde de alegria 5 pela recordação que guardo de tua fé sem fingimento, a mesma que, primeiramente, habitou em tua avó Lóide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também, em ti.  
 
Timóteo, um homem tão importante no ministério de Paulo, ganhou sua fé e anos de preparação através da mãe dele, a qual, por sua vez, ganhou através da mãe dela.  
 
Veja o quanto estas duas mães foram usadas por Deus para realizar grandes coisas no Reino.  
 
Deut 6:6-7 (NVI) 
6 Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. 7 Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar. 8 Amarre-as como um sinal nos braços e prenda-as na testa. 9 Escreva-as nos batentes das portas de sua casa e em seus portões.  
 
O processo de repassar a nossa fé aos nosso filhos é algo que precisa penetrar em cada momento das nossas vidas.  
 
Não é algo só para a igreja.  
Não é algo só para hora de dormir.  
Não é algo só para a leitura da Bíblia em casa.  
 
 
Note como o ensino ocorre em diversas situações: 
ensinar (ensino formal) / conversar (conversa informal) 
sentado / andando 
em casa / pelo caminho 
deitado / levantando 
braços “mãos” (o que fazemos) / testa (o que pensamos) 
portas (interno) / portões (rua – externo) 
 
A fé Cristã precisa estar presente em todo momento das nossas vidas para que realmente possa transformar as vidas dos nossos filhos.  
 
Mas para isso nós precisamos estar presentes em cada momento das vidas dos nossos filhos. Quando tanto o pai como a mãe trabalham fora de casa, como é que eles vão estar presentes na vida de seus filhos?  
 
É verdade que algumas mães não dispõem da bênção de poder escolher se trabalharão fora de casa ou não.  
Algumas mulheres não têm marido para fazer isso, ou as condições de trabalho dele são tão precárias, que ele precisa do auxílio dela na renda familiar.  
 
Mas, se há qualquer possibilidade da mulher se dedicar ao trabalho da casa, e qualquer mulher sabe o quanto é trabalho, ela vai poder se dedicar também a ensinar e criar seu filho no caminho do Senhor.  
Não há empregada ou babá que substitua a mãe na criação espiritual dos filhos.    
 
Você já viu a propaganda da cerveja na TV, na qual o garçom pergunta qual cerveja o cara quer, e então eles mostram uma imagem do interior do cérebro dele, onde há inúmeros homens que começam a gritar “a nova Schin”.  
 
Por que é que a propaganda é repetida tantas vezes?  
Por que é que a Schincariol gasta tanto dinheiro em propaganda milionária de TV, em outdoors, em revistas e jornais?  
 
Porque os gênios do marketing descobriram o que a Palavra de Deus revelou séculos atrás – para ensinar algo ao ser humano, algo que realmente terá um impacto na vida dele, para levá-lo a realmente querer algo, a buscar algo, a abraçar uma causa – aquilo tem que ser repetido várias vezes e de várias formas.  
 
Aquele conceito tem que estar presente na vida dele desde a hora dele acordar até a hora dele dormir. É isso que a propaganda tenta fazer.  
 
Mas, Deus chamou o povo dele a seguir este conceito no passar das palavras da fé – ensinando-as dia e noite, em diversas situações e de diversas maneiras.  
Fazendo assim, nossos filhos deverão realmente seguir o caminho do Senhor. Mas, novamente, para fazer isso, precisamos de tempo para estar presentes nas vidas dos nossos filhos.  
 
Nossos filhos precisam comer e dormir.  Eles precisam que alguém lave a louça e a roupa. Eles precisam de alguém para ajudar com a tarefa de casa.  
 
A mãe que trabalha fora e mal tem tempo para sentar em casa não dispõe de tempo nem energia para compartilhar as palavras que dão vida a seus filhos.  
 
É por isso que é tão importante a decisão da mulher, se ela realmente precisa trabalhar fora de casa.    
 
Se você assistir uma hora de novela por dia, você está usando um tempo igual para ensinar seu filho sobre Deus?  
 
A mulher “será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação” 1 Tim 2:15   
 
Amor.  
 
Marcos 3:32-35 
32 Muita gente estava assentada ao redor dele e lhe disseram: Olha, tua mãe, teus irmãos e irmãs estão lá fora à tua procura. 33 Então, ele lhes respondeu, dizendo: Quem é minha mãe e meus irmãos? 34 E, correndo o olhar pelos que estavam assentados ao redor, disse: Eis minha mãe e meus irmãos. 35 Portanto, qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe.  
 
Estas palavras do Senhor devem ter doído no coração de Maria.  
Jesus tinha razão. Era preciso dizer isso.  
 
Mas, há situações em que amar seu filho vai exigir toda sua força e mais ainda.  
Só Deus pode suprir esta força e se você é mãe, precisa mais do que ninguém  
de um relacionamento bem alimentado com Deus.  
 
- Amar um bebê é fácil. Amar um adolescente que diz que lhe odeia, aí exige amor! - Eu disse isso para minha mãe e ela continuou me amando. Isso é amor! -  
 
Amar seu filho significa amar ele nos momentos e situações realmente difíceis. É nunca desistir de dar uma chance a ele.  
 
O que vai lhe dar força para amar seu filho assim é seu relacionamento pessoal com Deus. Como vai seu tempo na Palavra, e em oração?  
É lá que você receberá a força que precisa para amar seu filho como Deus quer que você o ame.  
 
Santificação.  
 
A mulher “será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação” 1 Tim 2:15  
 
A palavra traduzida como santificação é aquela que significa “separação” e “consagração”.  
 
Normalmente pensamos – “puro” e “santo”.  
Mas, a palavra traz também o sentido de separado e dedicado.  
 
Hoje em dia, um dos maiores desafios para a mulher Cristã é conseguir se dedicar à criação dos filhos e ao lar.  
 
A sociedade, nossos familiares não-Cristãos, colegas e vizinhos, em fim, a maioria das pessoas que nos cercam não têm as prioridades de Deus.  
Você, mãe, vai se santificar, vai se separar para criar seu filho?  
 
Se você não o fizer, quem fará?  
Você, mãe, vai se santificar para criar seu filho?  
 
Você vai separar o tempo necessário para criar seu filho no caminho do Senhor?  
 
Se você não fizer, quem vai fazer?  
A Rua?  
A escola onde ele estuda?  
Seus vizinhos?  
Seus familiares?  
 
Quando você estava crescendo, quantas destas pessoas ou entidades se encarregaram de compartilhar as Palavras de Deus com você?  
Quantos vão fazer isso com seu filho?  
 
Mãe, separe seu tempo, sua vida, sua pessoa, primeiro para Deus, porque você precisa dele para sua própria força. Mas, depois de Deus, separe seu tempo, sua vida, sua pessoa, para investir em seu filho e criá-lo no caminho do Senhor.  
 
Fazendo isso, você estará contribuindo, talvez mais do que ninguém, para a salvação dele. Você estará contribuindo para sua própria salvação também.  
 
Que Deus as abençoem.  
 
 
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Mainha... Apasar das nossas grandes diferenças... 
Você é minha vida... Te amo!!! Beijinhos... 
 
Karine Mota... 
 

May 01

O Grande Amor de Deus.

 

 

O Grande Amor de Deus. 
Max Lucado  
 
Centenas de metros abaixo da minha cadeira há uma lagoa, uma caverna subterrânea de água cristalina conhecida como o Lençol Freático de Edwards. Nós Texanos do sul do estado sabemos muito sobre este lençol. Nós conhecemos seu comprimento (280 quilômetros). Nós conhecemos seu fluxo (de oeste para leste, exceto debaixo de San Antonio, onde corre de norte para sul). Nós sabemos que a água é pura. Fresca. Ela irriga fazendas e gramados e abastece piscinas e sacia a sede. Nós sabemos muito sobre o lençol d’água.  
 
Mesmo conhecendo tantos fatos, há um essencial que não fazemos idéia. Nós não sabemos seu tamanho. A profundidade da caverna? Um mistério. Número de litros? Incomensurável. Ninguém sabe a quantidade de água que o lençol contém.  
 
Assistindo o boletim meteorológico noturno você pensaria o contrário. Os meteorologistas dão atualizações regulares no nível do lençol freático. Dá-se a impressão que a quantidade de água é calculada. “A verdade é”, um amigo me explicou, ‘ninguém sabe quanta água tem lá embaixo.”  
 
Será que é possível? Eu decidi descobrir. Eu chamei um técnico em conservação hídrica. “É verdade”, ele confirmou. “Nós fazemos estimativas. Nós tentamos medir. Mas a quantidade exata? Ninguém sabe.” Impressionante. Nós a usamos, dependemos dela, pereceríamos sem ela …mas, Medi-la? Nós não conseguimos.”  
 
Isto lhe faz lembrar outra piscina imensurável? Pode ser. Não uma piscina de água, mas uma piscina de amor. O amor de Deus. Lençol freático fresco. Tão puro como a neve de abril. Um gole relaxa a garganta sedenta e amolece o coração endurecido. Deixe uma vida imergir no amor de Deus e veja-a emergir limpa e transformada. Nós conhecemos o impacto do amor de Deus.  
 
Mas o volume? Ninguém jamais o mediu.  
 
Meteorologistas morais, preocupados se nós poderíamos esvaziar a provisão, sugerem o contrário. “Não beba profundo demais”, eles acautelam, recomendando porções racionadas. Afinal de contas, algumas pessoas bebem além da sua conta. Terroristas e traidores e aqueles que batem nas esposas, deixe tais vilões (salafrários, cafajestes ?) começar bebendo, e eles podem tomar demais.  
 
Mas quem já conheceu as profundidades do amor de Deus? Somente Deus. “Quer ver o tamanho de meu amor?” ele convida. “Suba pelo caminho sinuoso de fora de Jerusalém. Siga os pontos de terra ensangüentada até chegar à colina. Antes de olhar para cima, pare e ouça-me sussurrar, ‘Isto é quanto amo eu você.’”  
 
Músculos rasgados por chicote cobrem suas costas. Regatos de sangue descem pelo rosto dele. Os olhos e lábios dele estão fechados pelo inchaço. Punhados de barba foram arrancados. A dor é incendiante. Enquanto se enverga para aliviar a agonia das pernas, sua via aérea fecha. Ao ponto de sufocar, ele empurra músculos perfurados contra o prego e se arrasta para cima na cruz. Ele faz isso por horas. Dolorosamente, para cima e para baixo, até a força dele e as nossas dúvidas acabarem.  
 
Deus lhe ama? Veja a cruz e veja sua resposta.  
 
Deus o Filho morreu por você. Quem poderia ter imaginado tal presente? Na época quando Martinho Lutero estava tendo a Bíblia dele impressa na Alemanha, a filha de um tipógrafo encontrou o amor de Deus. Ninguém tinha lhe falado sobre Jesus. Por Deus, ela sentia nenhuma emoção, senão o medo. Um dia, ela juntou pedaços da Escritura caídos no chão. Num papel ela achou as palavras, “Porque Deus amou o mundo de tal forma que ele deu…” O resto do versículo ainda não havia sido impresso. Mesmo assim, o que ela viu foi o bastante para a comover. A idéia que Deus daria qualquer coisa a moveu de medo para alegria. A mãe dela notou a mudança de atitude. Quando perguntou a causa da felicidade dela, a filha tirou o pedaço amassado de parte do versículo do seu bolso. A mãe leu e perguntou, “O que foi que ele deu?” A criança estava perplexa por um momento e depois respondeu, “Eu não sei. Mas se Ele nos amou o bastante para nos dar qualquer coisa, nós não devemos ter medo dEle.”  
 
Se Deus tivesse dado uma grande idéia, ou uma mensagem lírica, ou um cântico infinito … mas ele se deu. “Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus.” (Efé 5:2 NVI). Que espécie de devoção é esta? Procure a resposta na categoria “infalível.” A santidade de Deus exigia um sacrifício sem pecado, e o único sacrifício sem pecado era Deus o Filho. E, desde que o amor de Deus nunca deixa de pagar o preço necessário, ele o fez. Deus lhe ama com um amor infalível.  
 
Inglaterra vislumbrou um amor parecido em 1878. A segunda filha da Rainha Victoria era a Princesa Alice. O filho dela, aos quatro anos, ficou infectado com uma aflição horrível conhecida como difteria preta. Os médicos quarentenaram o menino e avisaram a mãe para se manter afastada dele.  
 
Mas ela não pôde. Um dia ela o escutou sussurrando para a enfermeira, “Por que minha mãe não me beija mais?” As palavras derreteram o coração dela. Ela correu ao filho e o cobriu de beijos. Dentro de alguns dias, ambos foram enterrados.  
 
O que levaria uma mãe a fazer algo assim? O que levaria Deus a fazer algo maior? Amor. Ligue a maior ação de Deus ao maior atributo de Deus – o seu amor.  
 
Mas como é que o amor de Deus se enquadra com o tema deste livro? Afinal de contas, “Não gira em torno de mim.” Se não gira em torno de mim – será que Deus se preocupa comigo? A prioridade de Deus é a glória dele. Ele ocupa o centro do palco, eu carrego as peças do cenário. Ele é a mensagem, eu sou apenas uma palavra. Isto é amor?  
 
Sem dúvida. Você realmente quer o mundo revolvendo ao seu redor? Se “tudo gira em torno de você”, então “tudo é por sua conta”. Seu pai lhe poupa de um fardo tão grande. Enquanto você é valioso, você não é essencial. Você é importante, mas não indispensável.  
 
Ainda não acha que isso é boa notícia?  
 
Talvez uma história seria útil. Meu pai, um mecânico de campo de petróleo, nunca conheceu um carro que ele não pôde consertar. Esqueça de tacos de golfe ou raquetes de tênis, os brinquedos de meu pai eram alicates e chaves de fenda. Ele apreciava uma máquina acabada. Uma vez, enquanto ele estava nos dirigindo para visitar a irmã dele no Novo México, o carro soltou uma válvula. A maioria dos homens teria gemido todo o caminho até a oficina mecânica. Meu Pai, não. Ele chamou um caminhão de reboque e sorriu o resto do caminho até a casa da minha tia. Até hoje eu desconfio de sabotagem paterna. Uma semana de bate-papo familiar o repulsava. Mas uma semana debaixo do capuz? Esqueça do café e biscoitos. Dê-me o escape. Pai fez com um motor V-8 o que Patton fez com um pelotão--ele o fez funcionar.  
 
Ó, se o mesmo pudesse ser dito do filho mais novo dele! Não pode. Meu problema com mecânicos começa com as duas extremidades do carro. Eu não consigo lembrar onde fica o motor. Qualquer um que confunde a estepe com a correia do ventilador provavelmente não tem talento para conserto de carro.  
 
Minha ignorância deixou meu pai em uma posição precária. O que faz um mecânico qualificado com um filho que é qualquer coisa menos isso? Enquanto você começa a formular uma resposta, eu posso fazer esta pergunta – o que faz Deus conosco? Sob o cuidado dele, o universo funciona como um relógio Rolex. E os filhos dele? A maioria de nós temos dificuldade em manter as contas num talão de cheques. Então, o que é que ele faz?  
 
Eu sei o que meu pai fazia. Muito para o crédito dele, ele me deixava ajudá-lo. Segurando alicates, limpando velas de ignição – ele me dava trabalhos para fazer. E ele sabia dos meus limites. Jamais ele disse, “Max, desmonte aquela transmissão, certo? Uma das engrenagens está quebrada.” Nunca disse isso. Em primeiro lugar, ele gostava da transmissão dele. Também, ele me amava. Ele me amava demais para me dar demais.  
 
Deus faz assim. Ele conhece suas limitações. Ele está bem atento às suas fraquezas. Da mesma forma que você não poderia morrer pelos seus próprios pecados, você nem tampouco pode resolver a fome mundial. E, de acordo com ele, está tudo bem. O mundo não está dependendo de você. Deus lhe ama demais para dizer que é tudo gira em torno de você. Ele mantém o cosmos funcionando. Você e eu jogamos serragem nas manchas de óleo e o agradecemos pelo privilégio. Nós espiamos debaixo do capuz. Nós sabemos o que custa cuidar do mundo e sábios somos ao deixar nas mãos dele.  
 
Dizer que não gira em torno de você não é dizer que você não é amado, muito pelo contrário. É porque Deus o ama que não gira em torno de você.  
 
E, ó que amor isto é. É “maravilhoso demais para ser medido” (Efé. 3:19). Mas embora não possamos medi-lo, eu posso lhe exortar a confiar nele? Alguns de vocês têm tanta fome de um amor como este. Aqueles que deviam ter lhe amado não fizeram. Aqueles que poderiam ter-lhe amado não queriam. Você foi deixado no hospital, abandonado no altar. Deixado com uma cama vazia, deixado com um coração quebrado. Deixado com sua dúvida, “Será que alguém me ama”?  
 
Por favor escute a resposta do céu. Enquanto você o observe na cruz, ouça Deus assegurar, “Eu lhe amo”.  
 
Provavelmente um dia alguém achará o limite do lençol freático de água do Sul do Texas. Um submarino robótico, ou até mesmo um mergulhador; descerá pela água até que bata no chão firme. “Nós descobrimos as profundidades”, jornais anunciarão. Alguém dirá o mesmo do amor de Deus? Não. Quando o assunto é água, nós acharemos o limite. Mas quando é o amor dele, nós nunca o iremos.  
 

April 30

Todas as Coisas Realmente Cooperam para o Bem?

 

 

 

Todas as Coisas Realmente  
Cooperam para o Bem? 
Romanos 8:28 em seu Contexto   
Daniel B. Wallace, Th.M, Ph.D. 
Professor Adjunto de Estudos do Novo Testamento 
Seminário Teológico de Dallas  
wallace@bible.org 
 
 
Você já deve ter ouvido umas mil vezes: “Não se preocupe, tudo vai dar certo!” Este é o eterno otimismo que nasce, não das provações da realidade, mas dos desejos da imaginação do sonho Americano, do faz-de-conta de Hollywood, ou da pura ingenuidade. Todos sabemos que não o é de todo verdade. Conhecemos casos de crianças que foram abatidas por um câncer ou por um motorista bêbado. Conhecemos casos de viciados em drogas que vieram de bons lares, de homens de família que perderam seus empregos, de soldados que retornaram do campo de batalha com um membro a menos. Estamos à par de incontáveis tragédias e sofrimentos desnecessários, mesmo assim repetimos para nossos filhos sem sequer pensar duas vezes: “Não se preocupe; tudo vai dar certo.”  
 
Este sentimento não é novo; não começou na modernidade. Os antigos gregos e romanos diziam coisas semelhantes a seus filhos sabendo que suas palavras eram ocas. E, o apóstolo Paulo também disse algo deste tipo. A diferença é que Paulo não escreveu um cheque em branco otimista. Ele condicionou seu sentimento com importantes qualificadores, e ele definiu o que é “bem” como algo que está além do conforto e das riquezas.   
 
Diz-se que no campo da imobiliária, há três princípios fundamentais que alguém deve seguir quando estiver comprando uma casa: o local, o local, e o local. Na interpretação das Escrituras, há também três princípios fundamentais: o contexto, o contexto, e o contexto. Romanos 8:28 não é uma exceção a esta regra. Se observarmos este texto em seu contexto, logo entenderemos sua intenção.  
 
O contexto geral de Romanos 8:28 é um em que Paulo trata do viver pelo poder do Espírito em meio ao sofrimento e a dor. Paulo não era indiferente ao sofrimento. Suas várias experiências à ponto de morte, açoitamentos, prisões, e perseguições foram suficientes para erradicar qualquer ingenuidade que pudesse se ocultar em seu coração. No contexto imediato, dentro do próprio versículo, Paulo expressa os pré-requisitos para o que é “bom” (ou “bem”, NT) acontecer: “sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rom 8:28, BRP). Paulo não está dando esta promessa para todas as pessoas, mas apenas para aqueles “que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.”   
 
Mas o que isto significa? Aqueles que amam a Deus são, de acordo com este contexto, cristãos, porque eles são chamados de acordo com o propósito de Deus (note o v. 30: os “chamados” são também os “justificados,” que serão “glorificados”). Alguns entendem o particípio presente “que amam” (agapwsin) como uma condição temporal, como se ele quisesse dizer: “Enquanto você amar Deus, as coisas vão cooperar, mas quando você não estiver mais amando a Deus, as coisas não vão cooperar para o seu bem.” Esta interpretação, todavia, é improvável. Primeiro, o tempo desta construção grega é muito provavelmente um presente gnômico, assim indicando uma característica, em vez de uma condição temporal. Segundo, os versículos seguintes (vv. 29-30) falam da nossa conformidade a Cristo, nossa glorificação, como um resultado inevitável daqueles que amam a Deus. E isto não depende do quanto nós amamos a Deus, mas da obra que Cristo fez na cruz. Paulo conclui este capítulo explicitamente declarando que nada pode nos separar do amor de Deus (vv. 38-39). E, por inferência, isto incluiria até aqueles lapsos temporários do nosso amor pelo Salvador.   
 
O que é, então, o “bem”? Isto está definido para nós, à princípio pelo menos, no versículo 29; um dos versículos esquecidos das Escrituras: “Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (BRP). O “bem” não é o nosso conforto, riqueza, ou saúde. É a conformidade a Cristo! Este “bem” é, portanto, totalmente definido no próximo versículo: “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou” (BRP). Em fim, todas as coisas cooperam para trazer cada cristão à conformidade de Cristo, para trazer cada cristão à glória. Paulo está tão certo de que isto se realizará, que ele fala da nossa glorificação no tempo pretérito. Ele usa o que é chamado de “aoristo proléptico;” é um mecanismo da língua grega que o autor usa quando está querendo dizer algo que é tão bom como se já tivesse acontecido. Não apenas isto, mas ninguém está perdido entre predestinação e glorificação. Paulo não diz “alguns daqueles”, nem mesmo “a maioria daqueles”, quando descreve cada estágio da jornada da salvação. Da predestinação à glorificação, ele usa simplesmente “aqueles” (ouv ou toutouv); o pronome, que se repete, refere-se ao grupo inteiro que foi mencionado antes. Ninguém vai perder o trem na jornada da salvação.   
 
Quando lemos Rom 8:28 em seu contexto, nós podemos dar uma resposta positiva à questão da dor e do sofrimento no mundo. Não vemos nada de bom na miséria e nos desastres deste mundo, mas este mundo não é toda a realidade que existe. Há um “até então...”. Há um lugar além do horizonte do qual nossos sentidos podem apreender, e é mais real e mais duradouro do que o que experimentamos nesta casca mortal. Deus está usando o presente, até mesmo um presente miserável, para nos conformar à imagem do seu Filho. Se definirmos o que é “bom” como apenas o que podemos ver nesta vida, então perdemos a mensagem deste texto. Pois, como Paulo havia dito antes no mesmo capítulo, “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Rom 8:18, BRP). Os cristãos ocidentais, especialmente os cristãos americanos, tendem a deturpar o sentido de textos como Rom 8:28. Se nossas vidas forem confortáveis, se tivermos riquezas, boa saúde, então, está tudo bem. Mas, este não era o “bem” que Paulo tinha em mente, e este não é o alvo da vida cristã. 

 

 

April 29

A Bênção do Livro de Ester.

 
 
 
 
 
 
 
A Bênção do Livro de Ester.   
Dorian Anderson Soutto  
 
No primeiro capítulo do pequeno livro de Ester nem se fala na própria Ester. Apenas relata-se um acontecimento entre o rei Assuero e rainha Vasti. Uma festa no palácio, o rei festejando com os príncipes e servos, e Vasti em outra sala festejando com as mulheres. Bebam à vontade! - dizia o rei - tem vinho real em abundância!  
 
Depois de quatro dias de festa o rei já estava com o pé redondo, cara cheia, ou embriagado, para os mais cultos. Ou melhor ainda, com coração alegre do vinho, como cita a Bíblia.  
 
Como em toda festa que tem álcool, o resultado sempre tende a ser desastroso, o rei começa a se exibir. Vamos imaginar a cena:  
 
- Mulher é aquilo que eu tenho em casa! O resto é conversa! 
- Pede pra este povo que está aí sem fazer nada (eunucos) trazer minha esposa, para eu mostrar pra galera o que é mulher de verdade! - Bota umas roupas decente, hein! Não esqueça da coroa.  
 
Com certeza não foram estas palavras. Mas podemos imaginar que para uma pessoa bêbada, não deve ter sido muito diferente disto.  
 
A rainha Vasti, porém, recusou a atender à ordem do rei, pelo que o rei muito se enfureceu. O rei deve ter ficado com a cara no chão. Então perguntou aos "sábios" o que fazer, e obteve a seguinte resposta:  
 
- Olha, majestade, o que sua esposa fez foi muito feio, e sem falar que ela deu um testemunho horrível! Já imaginou o que nossas esposas vão pensar? Não vai ter mulher neste reino que vai obedecer aos seus maridos.Se eu fosse vossa excelência, dava uma lição na rainha, para servir de exemplo para todas as mulheres. Vossa excelência nunca mais deveria olhar para esta mulher e deveria encontrar outra que seja melhor do que ela para ser a nova rainha.  
 
E assim fez o rei...  
 
E cadê a Ester nesta história?  
 
É ai que vem a melhor parte! Ester nem em sonho imaginava o que estava acontecendo no palácio. Ela estava levando sua vida junto ao primo Mordecai, pois seus pais tinham morrido e o primo a havia adotado. Ester era esbelta e formosa. Devia ser daquelas que paravam o trânsito de camelos na época.  
 
O que devemos atentar aqui é o fato de duas histórias estarem acontecendo ao mesmo tempo: a órfã Ester de um lado, e os bochichos no palácio do outro.  
 
Mas desde a antiguidade já se via e ouvia falar de um Deus que trabalha enquanto dormimos. Um Deus que conhece nosso passado, trabalha com o nosso presente e prepara-nos um futuro de paz e esperança.  
 
Nem Ester e nem o rei imaginavam o que estava por vir, mas O Guarda de Israel, aquele que não dormita, estava atento e já preparava a salvação de seu povo, assim como fez com a cruz, a qual preparou antes mesmo da fundação do mundo.  
 
E agora exatamente neste minuto, eu não sei o que está acontecendo ao meu redor. Existe ou vai existir uma trama para acabar com o meu povo ou comigo? Está para acontecer outra catástrofe como o ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro? Outra onda gigante? Quem saberá responder?  
 
Não precisamos destas resposta quando sabemos em quem temos crido, quando podemos crer no amanhã. Deus já está lá preparando tudo para que seus filhos cheguem em segurança, senão ele não teria dito “vou lhes preparar um lugar”.  
 
Assim como Ester, vivemos nossas vidas sem saber o que está acontecendo no oculto. Mas Aquele ao qual todas as coisas estão nuas e patentes diante de Seus olhos sabe, conhece aqueles que intentam mal contra seus filhos, e os livra.  
 
Voltando a história: Passando a ressaca do rei, ele se lembrou que estava sem rainha e mandou promover um concurso de beleza onde ele elegeria a mais nova rainha.  
 
Como Ester era formosa, os guardas a levaram junto com outras donzelas para o palácio. Mas Ester não revelou de qual povo pertencia, a pedido de seu primo.  
 
Ester teve tratamento vip no palácio, pois Deus sempre abre as portas quando é propósito dEle, assim como fez com Daniel e seus amigos, e com José no Egito.  
 
Logo chegou o grande dia da escolha. Adivinha!  
 
E o rei amou a Ester mais do que a todas mulheres, e ela alcançou graça e favor diante dele mais do que todas as virgens; de sorte que lhe pôs sobre a cabeça a coroa real, e a fez rainha em lugar de Vasti. (Ester 2:17).  
 
Creio que temos aqui nesta situação algo implícito que podemos aproveitar. Deus não tira alguém do anonimato e coloca junto aos príncipes só para agradar a carne. Mas podemos ter certeza que é para cumprir um propósito dEle.  
 
Mas o que Ester não sabia é que ela tinha um inimigo cujo nome era Hamã. Ele não era inimigo direto dela, mas sim de todo o povo escolhido, assim como nosso inimigo hoje. 
 
Hamã odiava Mordecai, o primo de Ester, por ele não inclinar-se perante ele. E isto não é nada diferente do nosso inimigo atual, que desejou que nosso Mestre se prostrasse diante de seus pés, e nos odeia quando não nos prostramos diante dele através das coisas deste mundo.  
 
Hamã elaborou um plano diabólico para destruir o povo de Deus. Mas como sempre, Deus já havia antecipado em preparar a provisão para o Seu povo. Deus tirou o sono do rei durante a noite, para que ele lesse o livro das crônicas e achasse o nome de Mordecai, primo de Ester, e descobrisse que estava em dívida para com ele, pois Mordecai tinha salvo a vida do rei em outras épocas.  
 
Como nós somos pretensiosos para com os planos de Deus, às vezes esperamos que a salvação virá através de um anjo com espada flamejante, ou fogo do céu. Mas um detalhe que poderia passar desapercebido por todos, pode mostrar as ações de Deus. Não é à toa que Ele nos exorta em Is.55:8 "Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos,os meus pensamentos mais altos do que os vossos". Seria porque Ele é Deus e nós não?  
 
Quantas vezes reclamamos por um pneu furado, sem saber que pode ser a ação de Deus para nos proteger de algo pior. Quantas reclamações por chaves perdidas, doenças e coisas que até parecem ruins no momento, mas logo descobrimos que foram para nosso bem. Quem não tem uma história deste tipo, que levante e atire a primeira pedra da incredulidade! Não é por acaso que a palavra nos exorta a dar graças em tudo.  
 
Devemos nos lembrar que Ele já está lá. E sendo um Deus bom, não podemos esperar nada que não seja bom, proveniente da sua divina bondade, sua benignidade eterna. Devemos nos prostrar com os rostos no chão e pedir perdão ao nosso Pai por muitas vezes duvidar disto com as nossas reclamações.  
 
Ester uniu-se com o primo para proteger seu povo. Quantas bênçãos encontramos quando protegemos e cuidamos do povo de Deus, o nosso povo! “Apascenta minhas ovelhas”, foi o pedido de nosso Mestre para demonstrarmos nosso amor para com Ele. 
 
- “Quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha?” Embora o nome de Deus não seja mencionado em todo o livro de Ester, a presença do Senhor está evidente na fé de Mordecai e no seu reconhecimento de que ela chegou no palácio com um propósito.  
 
Olho para onde me encontro neste momento e faço esta pergunta a mim mesmo: Quem sabe não foi para um propósito maior do que eu possa imaginar, que Deus me colocou neste lugar ou nesta situação?  
 
Para o filho remido que deseja fazer a vontade do Pai, não tem hora e nem lugar. Sabe que, se está respirando, tem projeto de Deus para sua vida; nunca coloca a benção acima do abençoador, mas procura usar a benção para ser abençoador.  
 
Ao final deste livro temos como resultado o inimigo humilhado, os filhos sendo usados para a salvação de um povo, e um povo festejando a vitória sobre o inimigo e a salvação.  
 
Que receita maravilhosa! Como é magnífica a escritura! Como relata a realidade do povo eleito e escolhido pelo nosso Maravilhoso Deus!  
 
Posso ir para cama hoje e dormir o sono dos justos. Amanhã é outro dia e meu Pai já terá passado por lá e preparado o caminho. Estará comigo amanhã, como está agora e esteve ontem. Este é o tipo de coisa que somente um filho pode entender. Coisa que para o mundo é ilógico, mas por ser ilógico é que necessita de fé. De fé em fé lá vamos nós!  
 
Nosso Pai é soberano, tem o controle de todas as coisas. Não me preocupo se tem alguém tramando o mal contra mim. Não tenho controle sobre todas as coisas. Na realidade, não tenho controle sobre nada! Por isto descanso no meu Senhor. Quem impedirá o Seu agir?  
 
As coisas ocultas pertencem a Deus. Eu tenho paz, a verdadeira paz. Sabe por que?   
 
A resposta esta aqui: "Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti". (Is 26:3)  
 
Eu bem sei em quem tenho crido. Aleluia!    
 
 
 
 
 
 
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La Amistad es...
 

La amistad es una planta que debemos cultivar
fertilizarla en cariño y con lágrimas regar
La amistad es una estrella que debemos alcanzar
no en cohetes de locura sino en naves de lealtad
La amistad es una rosa que se puede marchitar
por usar la indiferencia ó recibir y nunca dar
La amistad es gota de agua que se nos puede secar
sino le damos cuidados pronto se nos va a acabar
La amistad es joya rara muy difícil de encontrar
de un valor insospechado y dura como el metal
La amistad es cosa extraña, es un canto de verdad
tiene letra de franqueza y música celestial.





La vida sin amigos es como un inmenso desierto; la amistad multiplica las bendiciones y palia los infortunios; es un remedio único contra la adversidad y apacigua nuestro espíritu.


Autor: Baltasar

 

 

 

 

MIL BESOS!!!

 

 

CRYSTAL.














June 24
Amadawrote:
Hola!! amiga  paso a saludarte 
Quizas  no sabes quien soy  pero te tengo agregada
perdona  si te molesto  pero revisando mis contacto  me fije en ti
y quise saludarte  te dejo un abrazo  con afecto  Amada. 
 
 
 
 
 
June 11

Mensagens & Imagens

 

Ás vezes aparecem em nossas vidas
Momentos difíceis;
Momentos que tiram as nossas forças,
Junto de nossa coragem.
Parecem ser momentos muito fortes,
Momentos incombatíveis...
E muitas vezes nós nos deixamos vencer por estes “momentos”.
Poucas pessoas sabem,
Que o coração do ser humano, guarda segredos...
Um de seus segredos,
É uma força que combate qualquer momento...
Essa força se chama FÉ!
Ela é imensamente forte...
Ela é a certeza, e o sorriso junto da paz.
Ela é o alimento da alma
O alimento que nos dá força.
Quando as pessoas descobrem esse segredo
Que é a FÉ,
Ela as cultivam, e faz brotar a Felicidade
Dessa árvore que é o ser humano;
Uma árvore cheia de frutos, chamados SENTIMENTOS.
Daí pela frente essa FÉ descoberta,
Percorre pela veias...
E enfim é vivida.
Faça de cada lágrima de dor,
Uma gotinha de coragem em busca pela felicidade!
E tenha sempre em mente o Amor de Deus.
Deus mora em sua vida
Não tenha dúvidas,
Confie Nele!
Ele não coloca desafios que você não possa enfrentar;
Ele coloca desafios para que você cresça no amor
E na vontade de viver...
E que “Momentos”
São apenas momentos,
E que a FÉ
É um Segredo Eterno.
 
flores - Recados e Imagens (1642)
 
June 3
Helena Rwrote:
flores13-2.gif picture by lenamar0
 
 
May 29
Sueli ASwrote:

Image and video hosting by TinyPic
Uma Nova Semana
Onde a luz da sabedoria...
Permitirá a você...
Vêr o teu mundo interior
Emoções e Sentimentos...
Ondas de Pensamentos...
inspiração...
Que reflete no teu coração
Que esta seja...
 
Uma SemanaImage and video hosting by TinyPic
de Sonhos!
May 15

Video

 

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